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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, estendeu neste domingo por 30 dias o “estado de alerta” declarado para combater a pandemia da Covid-19, o que permite a prolongação da quarentena vigente desde março.

Homem passa em frente a um mural com o rosto de Nicolás Maduro, em Caracas, na Venezuela, em foto de 22 de julho — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos

“Usando as faculdades constitucionais que tenho como chefe de Estado, vou prorrogar o estado de alerta”, declarou Maduro durante uma transmissão da televisão estatal ao assinar o decreto que oficializa a medida.

A decisão coincide com uma escalada de casos positivos de Covid-19 na Venezuela. Os dados oficiais, questionados por organizações de direitos humanos, que consideram a situação real muito pior, registram desde meados de março 25.805 contágios e 223 mortes por coronavírus no país, de 30 milhões de habitantes.

Números da Covid-19 na Venezuela despertam suspeitas

Trata-se da quinta prorrogação do “estado de alerta”, modalidade de estado de exceção que outorga a Maduro poderes especiais, com os quais declarou uma quarentena nacional que está prestes a cumprir cinco meses.

Contudo, a Venezuela iniciará nesta segunda-feira sete dias de “flexibilização” do confinamento.

O governo socialista aplica um esquema que chama de “7+7”, alternando sete dias de confinamento rigoroso, nos quais todo o comércio deve permanecer fechado, com exceção dos setores ditos “essenciais” (alimentício, saúde), com sete dias de flexibilidade que permitem reativar o restante das atividades econômicas.

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