O governo da Alemanha pretende estender o alerta de viagem para o exterior, emitido em 17 de março, até pelo menos 14 de junho, segundo o site da revista alemã Der Spiegel. A resolução do Ministério do Exterior alemão não informa se viagens ao exterior serão permitidas durante as férias de verão, que começam no final de junho em alguns estados alemães.

A medida visa limitar a propagação do novo coronavírus e impedir que turistas alemães fiquem novamente retidos no exterior.

A Alemanha emitiu o alerta de viagem em 17 de março, e também fechou suas fronteiras. Apenas o tráfego de mercadorias e passageiros com motivos válidos é permitido entre a Alemanha e seus países vizinhos.

Houve um crescimento no número de novos casos nas últimas 24 horas, com 1.304, além de 202 mortes registradas, também um pouco acima do dia anterior.

A Espanha registrou nesta quarta-feira (29) uma leve alta do número de mortes diárias por coronavírus, com 325 óbitos, mas também o dado mais elevado de pessoas curadas em 24 horas, 6.399, segundo o balanço divulgado pelo ministério da Saúde. Com os 325 falecimentos, o número total de vítimas fatais no país alcança 24.275, o terceiro maior do mundo, depois de Estados Unidos e Itália.

A Comunidade de Madrid triplicou o número de infectados nas últimas 24 horas, passando de 363 para 981. O total de casos na região é de 60.765. Por outro lado, as mortes caíram pelo quarto dia seguido, com as 57 registradas.

Homem caminha com cachorro em rua de Madrid durante quarentena — Foto: Juan Medina/Reuters

Homem caminha com cachorro em rua de Madrid durante quarentena — Foto: Juan Medina/Reuters

A Suíça vai liberar a reabertura de alguns espaços e comércios a partir do dia 11 de maio. Shopping, restaurantes e instituições esportivas e culturais estarão autorizadas a voltar a funcionar. Por outro lado, eventos com mais de mil pessoas seguem proibidos.

Na Suécia, país mais afetado pelo coronavírus na região nórdica, já são mais de 20 mil casos de infectados. As mortes chegaram a 2.462.

A Índia passou das mil mortes pelo coronavírus. Foram 73 nas últimas 24 horas, maior aumento diário registrado desde o início da pandemia.

Na Holanda, 145 pessoas morreram pela Covid-19 nas últimas 24 horas, a maior marca em uma semana, elevando o total de óbitos para 4.711. Já são quase 39 mil casos de infecções no país.

Com os 5.841 novos casos registrados nas últimas 24 horas, a Rússia já tem quase 100 mil infecções desde o início da pandemia. Também foram 108 mortes, que elevaram o total para 972.

O Vietnã chegou nesta quarta-feira ao quinto dia seguido sem registrar nenhuma infecção nova pelo coronavírus. Além disso, já são duas semanas sem o surgimento de casos internos (que não foram levados do exterior para lá) no país, que não teve nenhuma morte até agora pela Covid-19.

A Polônia pretende começar a diminuir as restrições impostas pelo coronavírus. Hotéis e shoppings reabrirão no dia 4 de maio, enquanto a as escolas de educação infantil retornam no dia 6.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que acabou de voltar ao trabalho após se recuperar de Covid-19, anunciou o nascimento do filho em Londres, na Inglaterra.

No Paquistão, com o número de mortes e infectados abaixo do previsto, o país se prepara para liberação de algumas regras do confinamento. Com cerca de 15 mil casos e 335 mortes, o governo vê a doença atingindo de 30% a 35% menos pessoas que as projeções.

O número de pessoas que procuram uma refeição quente em uma tenda que atende os sem-teto em Moscou, na Rússia, aumentou de 100 para 500 em alguns dias desde o início das medidas para combater a pandemia de Covid-19.

Moradores de rua buscam refeição quente em tenda conhecida como Hangar em Moscou, na Rússia — Foto: Dimitar Dilkoff / AFPMoradores de rua buscam refeição quente em tenda conhecida como Hangar em Moscou, na Rússia — Foto: Dimitar Dilkoff / AFP

Moradores de rua buscam refeição quente em tenda conhecida como Hangar em Moscou, na Rússia — Foto: Dimitar Dilkoff / AFP

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, disse nesta quarta-feira que as proibições de viagens internacionais e de grandes aglomerações continuarão em vigor, apesar de o governo estar amenizando os isolamentos e rumando para uma economia e uma sociedade “livres da Covid”.

Na Ásia cada vez mais pais dão a seus recém-nascidos um nome com referência ao novo coronavírus. Entre outras variações estão “Corona”, “Covid” e “Lockdown” (que em inglês significa confinamento).

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