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Obras devem impactar movimento de cargas no Porto de Santos

O diretor presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Alex Oliva, empresa responsável pela gestão do Porto de Santos, participou na última quarta-feira (15) da apresentação do Desempenho do Setor Aquaviário Brasileiro em 2016, promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O evento aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na capital paulista.

O encontro reuniu empresas públicas e privadas do setor. A Antaq apresentou os números consolidados de movimentação portuária do ano passado. O diretor presidente da Codesp, Alex Oliva, apresentou os números do Porto de Santos. “Estamos em um momento de grande transformação”, destacou ele. “Estamos remodelando a Avenida Perimetral, com ampliação da malha ferroviária interna. Serão mais seis moegas ferroviárias. Juntamente com as obras privadas nas áreas que foram recentemente arrendadas, tudo isso vai impactar positivamente o Porto de Santos”; declarou.

O ministro Maurício Quintella Lessa, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, enfatizou que o país está retomando o crescimento. “Os primeiros sinais, relativos ao mês de janeiro indicam essa retomada”, disse ele, citando a navegação de cabotagem entre sul/sudeste e Manaus. Ele também deu como exemplo de expectativa positiva para os portos a previsão de aumento na safra nacional de grãos. Para o Porto de Santos, o ministro garantiu prioridade para as obras de dragagem, contratadas pelo Governo Federal: “A dragagem para o porto está como o oxigênio para o ser humano”, exemplificou Quintella, citando frase do presidente da Codesp, Alex Oliva.

Além da apresentação das estatísticas de 2016, que apontaram Santos como destaque na movimentação de contêineres e grãos, Alex Oliva falou também das melhorias na região portuária. “Está em gestação a obra da nova entrada da cidade”, lembrou o presidente da Codesp. Ele também destacou a inteligência logística: “nós priorizamos ter três condições básicas, sendo elas: navios atracados, armazéns cheios e carga chegando; tudo isso com velocidade”, disse ele.

O evento da Antaq também contou com a apresentação de dados de outros portos. Conforme a Antaq, o setor portuário nacional (portos organizados e terminais de uso privado) movimentou no ano passado 998 milhões de toneladas. O número representou um decréscimo de 1% em relação a 2015, quando foi movimentado 1,008 bilhão de toneladas. A informação consta no Anuário Estatístico Aquaviário 2016 da agência, divulgado durante o evento.

Na movimentação de contêineres nos portos e nos TUPs, Santos (SP) liderou em 2016, com 32 milhões de toneladas (-5,4%). A Portonave (SC) ficou em segundo, com 9,7 milhões de toneladas, aumento de 27,2%. Em terceiro, apareceu Paranaguá (PR), que movimentou 8,2 milhões de toneladas, queda de 5,4%. Em relação às mercadorias, destaque para os minérios, com 418 milhões de toneladas movimentadas, aumento de 2,7% na comparação com 2015. O setor portuário registrou aumento na movimentação de açúcar (9,2%), adubos (19,3%) e celulose (31,3%). Entre as safras de destaque, a movimentação de cereais (grupo que inclui o milho), teve uma queda de 30,6%.

A Diretoria da Antaq reiterou que a Agência vem trabalhando para o incremento da infraestrutura do setor portuário, para viabilizar um ambiente competitivo, fortalecer a segurança jurídica e garantir previsibilidade. Além disso, os diretores da Antaq defenderam a redução do Custo Brasil, a simplificação do processo de outorgas e a desburocratização do setor aquaviário.

Fonte: Logweb

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Autorizações do governo atraem R$ 12 bi ao setor portuário

Mais de R$ 12 bilhões em investimentos privados foram autorizados pelo Governo Federal em 2016. O valor se refere às 57 autorizações para a implantação de Terminais de Uso Privado (TUPs) e Estações de Transbordo de Cargas (ETCs) em todo o País. A informação é do diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski.

“Há, sim, o investimento depois da nova lei. Foram autorizados esses (os 57 TUPs e ETCs) e tem mais de 62 processos de outorga na Antaq e no MTPAC (Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil)”, destacou o executivo.

Entre os TUPs e ETCs autorizados, 51 já tiveram o contrato assinado. Essas instalações estão, em maioria, localizadas nas regiões norte e nordeste do País.

Para ele, existe a possibilidade de que esses processos de autorização sejam mais céleres e, consequentemente, atraiam mais investimentos privados.

“A minha esperança é que na revisão no marco infralegal, coordenado pelo MTPAC, é que venha menos burocrático e a gente consiga soltar mais rápido”, afirmou ele.

Além disso, o diretor-geral da agência reguladora aponta a análise de 30 processos de renovação antecipada de contrato. Essa é uma das bandeiras de entidades que representam terminais portuários. Cerca de 20 pedidos de instalações que estão com prazos de arrendamento por vencer ainda aguardam um parecer do governo.

Nessas avaliações, de acordo com o Tokarski, já foram liberados mais R$ 12,2 bilhões em investimentos da iniciativa privada. Os aportes servem como contrapartida para que o governo prorrogue o prazo de arrendamento das instalações portuárias. “Há duas áreas que a Antaq atuou forte que foram reequilíbrios de contratos e novos TUPs”.

“O IDA se tornou uma ferramenta importante porque estimulou os portos olharem mais de perto para a questão ambiental. Nós temos 37 itens que são analisados e dentre os quais nove ou dez são índices de gestão também. Há um indicador”, destacou o executivo.

Fonte: Tribuna online

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Movimento de mercadorias no Porto de Santos tem ligeira queda de 0,1%

O Porto de Santos, o maior da América Latina, apresentou retração de 0,1% no movimento de embarque e desembarque de mercadorias, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, somando 88,52 milhões de toneladas sobre 88,64 milhões de toneladas do mesmo período do ano passado.

Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), essa foi a primeira queda desde dezembro de 2014. Além da influência das importações com retração de 5% ante um recuo de 3,1% no mesmo período de 2015, o resultado reflete a menor demanda externa pelo milho brasileiro.

Por meio de nota, o diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), José Alex Oliva, afirmou que “a marca demonstra a estabilidade do Porto de Santos, lembrando que, no ano passado, houve um ponto fora da curva, que foi o excesso de demanda de milho no período”.

Este item da pauta de exportação chegou a ocupar a segunda colocação, desbancando a soja, com alta de 78%, no ano passado, com aquecimento gerado pelas encomendas dos Estados Unidos. No entanto, neste ano, o milho já apresentou uma baixa de 18,5%.

No total, a exportação cresceu 1,8% no acumulado do ano até setembro sobre uma alta bem mais expressiva, no ano passado (11,2%). Entre os produtos com destaque estão o açúcar (alta de 18%) e o complexo soja com crescimento de 8%. Também aumentou o volume de exportação da carne bovina (10,5%) e dos sucos cítricos (8%).

No movimento de entrada de produtos estrangeiros, a maior participação foi o adubo, com 2,3 milhões toneladas e alta de 38,8%, seguida do gás liquefeito de petróleo (38,7%), do trigo (46,9%), da soda cáustica (12,7%) e da amônia (10,3%).

Exportações

O porto de Santos teve uma participação de 28,9% na balança comercial do país, com US$ 70,1 bilhões. Em exportações, o valor atingiu US$ 39,9 bilhões e nas importações, US$ 30,2 bilhões. Os principais parceiros comerciais continuam sendo a China e os Estados Unidos.

E entre os itens de maior valor das vendas externas que passam pelo terminal estão a soja, com uma participação de 13,2% e destino, principalmente, para China, Tailândia e Taiwan; o açúcar, com 11,6%, tendo como os maiores mercados a Índia, China e Argélia; e o café em grãos (7%), comprados pelos Estados Unidos, Alemanha e Itália.

O óleo diesel foi um dos principais produtos vindos de fora do país com uma participação de 1,89% e encomendado dos Estados Unidos, Suiça e Reino Unido.

Movimento de setembro

Em setembro, o Porto de Santos registrou movimento de 9,90 milhões de toneladas, o que significa uma queda de 9,9% em comparação com igual mês do ano passado. Neste mesmo período, em 2015, tinha sido registrada a quinta maior movimentação mensal histórica com 11 milhões de toneladas.

As exportações, no mês passado, alcançaram 6,86 milhões toneladas, 17,1% a menos que o registrado em setembro de 2015 (8,28 milhões t). Já as importações atingiram 3,04 milhões de toneladas, com aumento de 11,9% sobre o mesmo mês do ano passado (2,71 milhões toneladas).

Fonte: Agência Brasil

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