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Movimentação Aumenta 18% no Terminal de Carga do Aeroporto de Salvador

A movimentação no terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luís Eduardo Magalhães (BA) aumentou cerca de 18% no primeiro trimestre de 2017 em comparação a 2016. No acumulado de janeiro a março deste ano, foram processadas 2.688,7 toneladas, enquanto no mesmo período do ano anterior o movimento foi de 2.279 t.

O setor de exportação foi responsável pela maior parte do volume total, registrando 1.763 t, ou seja, 65,5% do total de cargas movimentadas no período. O principal produto exportado foi a manga, fruta oriunda do Vale do São Francisco, com destino a Europa. Em média, são movimentadas diariamente 10 toneladas da fruta no complexo logístico soteropolitano. Na área de importação, foram processadas mais de 925 t, com destaque para materiais dos segmentos automotivo, de tecnologia, químico e metal-mecânico.

Inaugurado em 1976, o Teca de Salvador funciona 24 horas por dia. Com uma área total de 4.895 m², o complexo logístico está disponível para atendimento à importação, exportação e carga nacional.

Para o superintendente do aeroporto, Denisson Salles Fontes, o crescimento obtido se deve ao trabalho contínuo de toda equipe que cuida da manutenção, captação e fidelização de clientes. “Temos confiança que prestamos serviços de qualidade no Teca de Salvador. Notamos isso pela crescente satisfação dos nossos clientes, e buscamos constantemente melhorar nosso atendimento”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

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Movimentação de Cargas em Fortaleza Cresce 12,3% no 1º Trimestre

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE) começou o ano com alta na movimentação de volumes. De janeiro a março, foram processadas 1.597 toneladas (t) de cargas, 16,4% a mais que as 1.372 t registradas no mesmo período de 2016.

O destaque ficou por conta do setor de exportações, totalizando 1.220,2 t. Esse volume representa um acréscimo de 21,41% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando foram contabilizadas 1.005 t no complexo logístico. Os principais produtos enviados ao exterior a partir do Teca cearense são frutas, couros e calçados.

O gerente de Negócios em Logística de Carga do Aeroporto Pinto Martins, Roberto Frota, explica que o aumento das exportações do Teca se deve à consolidação da comercialização de frutas para Portugal, além da expansão para novos mercados, como os Estados Unidos e a Alemanha. “As frutas representam o carro-chefe das exportações no nosso complexo logístico, com ênfase nas mangas produzidas no município de Casa Nova, na Bahia (BA), e nos mamões produzidos no Rio Grande do Norte (RN) e na Paraíba (PB), nos municípios de Baraúna e Mamanguape, respectivamente”, pontuou.

No segmento de importações, foram movimentadas 376,4 t no primeiro trimestre de 2017, alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os principais produtos que chegam ao Teca são máquinas e partes e peças de maquinários utilizados nas diversas indústrias instaladas na região.

O Teca do Pinto Martins é um dos maiores da Rede Infraero no Nordeste, com área construída de 8,05 mil m². Desta capacidade total, 2,98 mil m² são destinados à área de importação e 2,22 mil m² destinados à exportação. Com capacidade de armazenamento para 20 mil toneladas de cargas, o Teca conta com cinco câmaras frias espalhadas por 479,89 m², sendo duas no armazém de importação e três no armazém de exportação. Além disso, o terminal é equipado com circuito fechado de TV (CFTV), com monitoramento 24 horas por dia, vigilância armada e equipamentos de inspeção não invasiva.

Em 2016, o complexo cearense processou 5.639 t de cargas, sendo 3.897 t no seguimento de exportações e 1.742 t no setor de importações. No caso das exportações, 73,2 % foram frutas, 6% couro e peles naturais, e 5% calçados. Já nas importações, 40,6% se referem a empresas relacionadas a geração de energia elétrica ou a fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

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Porto de Paranaguá amplia área para movimentação de cargas especiais

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) ampliou em 36% a área para movimentação de cargas de alto valor agregado na faixa portuária primária do Porto de Paranaguá. Produtos como veículos, ônibus, máquinas agrícolas e pás eólicas terão mais espaço no terminal.

Ao todo, 30 mil metros quadrados de novos pátios estão em operação desde o início do ano para o armazenamento de cargas especiais. Nestas áreas estavam localizados antigos armazéns ociosos, utilizados até as décadas de 1970 e 1980 para armazenar cargas de café, mate e madeira.

Com o novo layout, apenas na semana passada, mil veículos da marca Renault puderam ser armazenados para a exportação nas áreas destinadas à movimentação de cargas especiais. Nesta remessa, a montadora exportou por Paranaguá 3,5 mil unidades com destino à Argentina.

O pátio interno de veículos da Appa tem capacidade para armazenar 2,5 mil automóveis, sendo que as novas áreas abriram vagas para a exportação de mais mil carros.

“Temos que nos atualizar de acordo com as novas necessidades dos clientes já que não se exporta mais carga geral – como o café, mate e madeira – no formato de cargas fracionadas (break bulk). Estas cargas agora são exportadas por contêiner”, declarou o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Ele explica que existe uma demanda crescente por este tipo de carga. “Em 2016, a movimentação de cargas gerais representou 20% da atividade total do Porto de Paranaguá, com 8,8 milhões de toneladas importadas e exportadas. Era uma necessidade operacional”, completa Dividino.

CREDIBILIDADE – O aumento da demanda na movimentação de produtos com alto valor agregado pelo Porto de Paranaguá se deve à experiência do Porto na operação deste tipo de carga, reconhecido por operações de boa qualidade e com baixos índices de avarias. Além disso, Paranaguá cumpre todos os quesitos do fabricante como, por exemplo, a colocação de rampas especiais para o embarque dos automóveis.

Essas características têm atraído novos clientes a Paranaguá. É o caso de duas fabricantes alemãs de veículos que estão operando suas cargas pelo porto paranaense: Audi e BMW.

Na última semana, a Audi desembarcou 197 veículos dos modelos R8, Q7, TT, A3, A4 e A6 no terminal paranaense. Os modelos foram importados para serem comercializados no mercado brasileiro.

Já a BMW iniciou em 2016 a operação de exportação do modelo X1 para os Estados Unidos pelo Porto de Paranaguá. Ao todo, 10 mil unidades produzidas na planta de Araquari, em Santa Catarina, e transportadas por cegonheiras até o Porto de Paranaguá, que fica cerca de 200 quilômetros de distância da fábrica, serão exportadas.

“Paranaguá tem uma experiência incomparável na movimentação de veículos e é isso que os fabricantes de automóveis vêm buscar aqui”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

HISTÓRICO – O Porto de Paranaguá é o segundo que mais exporta automóveis em todo o Brasil e por isso é uma referência na movimentação deste tipo de carga.

Em 2015, foram movimentados 85 mil veículos por Paranaguá. Já no ano de 2016, houve um aumento na movimentação de automóveis de 29%, chegando a 110 mil veículos operados no período.

Fonte: APPA

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Na Argentina, Marcos Pereira afirma que governo e indústria brasileira querem abertura comercial

O ministro Marcos Pereira encerrou sua participação nos painéis do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, em Buenos Aires, participando do debate que discute o momento atual, quando o Acordo de Facilitação de Comércio da OMC entra em vigor e diversos países flertam com o protecionismo. Os painelistas foram convidados a opinar se este contexto projeta uma crise ou uma oportunidade à colaboração em temas comerciais.

Ao lado da diretora-executiva do International Trade Centre (ITC), Arancha Gonzales, e do presidente da AT&T e Directv da América Latina, Jeffery McElfresh, Marcos Pereira enfatizou que existe uma mudança de mentalidade da indústria brasileira. “Havia antes uma agenda fechada. Agora a Confederação Nacional da Indústria do Brasil quer que o governo incentive a abertura do país e o avanço da negociação de acordos de livre comércio. A cada semana recebo associações de segmentos diferentes, também com pedidos para avanços em acordos”.

Marcos Pereira falou ainda sobre os avanços na negociação do acordo Mercosul-União Europeia. “Me parece que agora a negociação tomou outro impulso. Devemos aproveitar este momento e atuar para que em dezembro possamos anunciar em nível político uma aliança entre UE e Mercosul”, disse.

O ministro também destacou que, em um cenário de desconfiança sobre os benefícios da liberalização comercial, a conferência ministerial da OMC em Buenos Aires, que será realizada em dezembro deste ano, será fundamental para reafirmar a importância de estimular o comércio. “Acredito que será uma grande oportunidade de a América Latina dar ao mundo um recado firme de suporte ao Sistema Multilateral de Comércio e de divulgar as ações de fortalecimento econômico em curso na região”, enfatizou.

“É necessário entender que precisamos de mais comércio e de maiores fluxos de investimentos. Ao fechar suas portas, nenhum país ganhará. Seremos todos perdedores. Esse contexto pode, sim, projetar uma oportunidade para uma maior colaboração em temas comerciais”, concluiu.

Marcos Pereira também destacou que, depois de anos de desencontros, os líderes do Mercosul convergem acerca dos mesmos ideais de modernização e fortalecimento do Bloco, ao estabelecerem agenda comum para uma inserção mais atuante das economias dos sócios no mercado global.

Fonte: MDCI

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Portal Único coloca o Brasil em um novo patamar no mercado internacional, diz Marcos Pereira

O lançamento do Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior (www.siscomex.gov.br) coloca o Brasil em um novo patamar nas relações comerciais internacionais. Foi o que disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, durante solenidade no Palácio do Planalto, na manhã de hoje.

“Temos no comércio exterior um importante vetor para a retomada do crescimento. Precisamos promover ganhos de competitividade e o Portal Único é, sem dúvida, um marco decisivo nessa direção”, afirmou. Para o ministro, o novo processo, que moderniza todo o sistema de operações de comércio exterior, está inserido em um esforço maior de transformação das exportações brasileiras em uma política de Estado duradoura e não “apenas uma muleta econômica em momentos de recessão interna”.

Marcos Pereira explicou que as mudanças inauguradas hoje simplificam o caminho para as vendas externas, eliminando documentos e exigências, aumentando a celeridade e reduzindo custos operacionais.

Estima-se que a implantação completa do Portal levará à redução dos prazos médios para exportar e importar em 40%. “O Portal Único permite aos operadores ter um caminho mais fácil, mais simples e mais ágil para as exportações. A etapa que está sendo lançada tem como objetivo e razão de ser facilitar a vida dos nossos operadores de comércio exterior”, explicou o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

Neste primeiro momento, serão contempladas as exportações realizadas no modal de transporte aéreo, por meio dos aeroportos de Guarulhos-SP, Viracopos-SP, Galeão-RJ e Confins-MG, sujeitas a controle apenas da Receita Federal. A implantação inicial nos quatro aeroportos selecionados irá simplificar e agilizar o desembaraço de mercadorias de elevado valor agregado que representaram, em 2016, quase US$ 6 bilhões em exportações – ou 55,7% das operações realizadas no modal aéreo.

Ao longo de 2017, todos os aeroportos do país e demais modais (marítimo, fluvial, rodoviário e ferroviário) serão contemplados, bem como as operações com intervenção de outros órgãos do governo federal. Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica potencial de ganhos no PIB de até 2 pontos percentuais por ano, e crescimento anual da corrente de comércio superior a 6%. “Sabemos que os desafios são grandes, mas asseguro que será cada vez mais fácil para as empresas se estabelecerem e prosperarem no Brasil, e o Portal Único do Comércio Exterior é o exemplo máximo dessa busca pela celeridade e pela eficiência”, disse o ministro.

Acordos internacionais

Marcos Pereira também destacou que o governo trabalha na ampliação das negociações comercias, com o objetivo de aumentar a integração do Brasil ao mundo. “Com todas essas ações, estamos buscando abrir novos mercados e atrair novos investimentos, e promover o crescimento econômico e a integração”, definiu. Atualmente, o País trabalha em acordos bilaterais sobre investimentos, compras governamentais, serviços e convergência regulatória com parceiros como EUA, México, Chile e Peru.

Com uma abordagem inédita, o Brasil lidera negociações de Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFIs). O foco deste modelo está na facilitação do fluxo de capitais, mitigação de riscos e na prevenção de controvérsias. “Já concluímos ACFIs com Moçambique, Angola, México, Malaui, Colômbia, Peru, Índia e Jordânia. Estamos em estágio avançado de negociações com os parceiros do Mercosul”, lembrou o ministro.

Estão em andamento, ainda, tratativas com União Europeia, Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e Índia, entre outros, em conjunto com o Mercosul. “Também estamos buscando aprofundar nossas relações comerciais com Canadá, Japão e Coreia do Sul”, declarou.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

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Obras devem impactar movimento de cargas no Porto de Santos

O diretor presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Alex Oliva, empresa responsável pela gestão do Porto de Santos, participou na última quarta-feira (15) da apresentação do Desempenho do Setor Aquaviário Brasileiro em 2016, promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O evento aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na capital paulista.

O encontro reuniu empresas públicas e privadas do setor. A Antaq apresentou os números consolidados de movimentação portuária do ano passado. O diretor presidente da Codesp, Alex Oliva, apresentou os números do Porto de Santos. “Estamos em um momento de grande transformação”, destacou ele. “Estamos remodelando a Avenida Perimetral, com ampliação da malha ferroviária interna. Serão mais seis moegas ferroviárias. Juntamente com as obras privadas nas áreas que foram recentemente arrendadas, tudo isso vai impactar positivamente o Porto de Santos”; declarou.

O ministro Maurício Quintella Lessa, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, enfatizou que o país está retomando o crescimento. “Os primeiros sinais, relativos ao mês de janeiro indicam essa retomada”, disse ele, citando a navegação de cabotagem entre sul/sudeste e Manaus. Ele também deu como exemplo de expectativa positiva para os portos a previsão de aumento na safra nacional de grãos. Para o Porto de Santos, o ministro garantiu prioridade para as obras de dragagem, contratadas pelo Governo Federal: “A dragagem para o porto está como o oxigênio para o ser humano”, exemplificou Quintella, citando frase do presidente da Codesp, Alex Oliva.

Além da apresentação das estatísticas de 2016, que apontaram Santos como destaque na movimentação de contêineres e grãos, Alex Oliva falou também das melhorias na região portuária. “Está em gestação a obra da nova entrada da cidade”, lembrou o presidente da Codesp. Ele também destacou a inteligência logística: “nós priorizamos ter três condições básicas, sendo elas: navios atracados, armazéns cheios e carga chegando; tudo isso com velocidade”, disse ele.

O evento da Antaq também contou com a apresentação de dados de outros portos. Conforme a Antaq, o setor portuário nacional (portos organizados e terminais de uso privado) movimentou no ano passado 998 milhões de toneladas. O número representou um decréscimo de 1% em relação a 2015, quando foi movimentado 1,008 bilhão de toneladas. A informação consta no Anuário Estatístico Aquaviário 2016 da agência, divulgado durante o evento.

Na movimentação de contêineres nos portos e nos TUPs, Santos (SP) liderou em 2016, com 32 milhões de toneladas (-5,4%). A Portonave (SC) ficou em segundo, com 9,7 milhões de toneladas, aumento de 27,2%. Em terceiro, apareceu Paranaguá (PR), que movimentou 8,2 milhões de toneladas, queda de 5,4%. Em relação às mercadorias, destaque para os minérios, com 418 milhões de toneladas movimentadas, aumento de 2,7% na comparação com 2015. O setor portuário registrou aumento na movimentação de açúcar (9,2%), adubos (19,3%) e celulose (31,3%). Entre as safras de destaque, a movimentação de cereais (grupo que inclui o milho), teve uma queda de 30,6%.

A Diretoria da Antaq reiterou que a Agência vem trabalhando para o incremento da infraestrutura do setor portuário, para viabilizar um ambiente competitivo, fortalecer a segurança jurídica e garantir previsibilidade. Além disso, os diretores da Antaq defenderam a redução do Custo Brasil, a simplificação do processo de outorgas e a desburocratização do setor aquaviário.

Fonte: Logweb

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Transporte aéreo de carga cresce no mundo todo, menos na América Latina

Todas as regiões do mundo menos a América Latina registraram um aumento no transporte de mercadorias por via aérea em 2016, quando houve um crescimento de 3,8% da demanda global em comparação com 2015, informou nesta quarta-feira a Associação de Transporte Aéreo Internacional (Iata).

A porcentagem global duplica o que foi conseguido pela indústria nos últimos cinco anos, nos quais a taxa de crescimento do transporte de carga não superou os 2%, segundo um comunicado da Iata.

Após um início ruim em 2016, os volumes de carga, o espaço ocupado pelas mercadorias nos aviões, se recuperaram no segundo semestre do ano.

O envio de materiais de silício (usados para a construção de bens de alto valor no setor da eletrônica), a mudança nas ordens de exportação e a proximidade da celebração do Ano Novo Chinês, ligado ao calendário lunar, contribuíram para o aumento da demanda no final de 2016.

As companhias europeias representaram quase a metade do aumento anual total da demanda, indicou a associação, que representa mais de 260 companhias aéreas.

As empresas aéreas latino-americanas registraram uma contração da demanda que se refletiu em uma diminuição de 4,2% nos volumes de carga. Este é o segundo ano consecutivo que a demanda do transporte de carga aéreo cai na região, marcada por dificuldades econômicas e políticas que afetaram especialmente a maior economia local, o Brasil.

A demanda caiu 1% em dezembro de 2016, em comparação com o mesmo período de 2015, mês no qual a região representou 2,8% do total do transporte aéreo de carga. Apesar dos números negativos, a Iata afirmou que “os níveis de crescimento da região estão em linha com os dados do começo de 2016”.

O diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac, comentou que apesar das previsões de exportações serem boas para 2017, o setor deverá operar em um contexto de estagnação do comércio mundial.

De Juniac alertou sobre as possíveis consequências negativas para o setor representada por eventuais medidas protecionistas dos governos, como prometeu em campanha o presidente americano, Donald Trump.

Fonte: UOL

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MDIC lança consulta pública sobre negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços lançou nesta quinta-feira consulta pública ao setor privado sobre negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul. A consulta, com prazo de 60 dias, tem como objetivo mapear interesses em novos acordos comerciais a serem negociados entre Mercosul e Coreia do Sul, bem como Mercosul e Japão.

O MDIC quer conhecer o interesse do setor privado na abertura comercial do mercado brasileiro para cada um destes países, bem como no acesso de produtos brasileiros aos mercados da Coreia e Japão.

“O governo brasileiro está empenhado em ampliar a rede de acordos comerciais e por esse motivo lançamos uma consulta pública para ouvir nosso setor produtivo sobre o interesse a respeito de negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul. A participação do empresariado vai nos auxiliar a construir as bases de eventuais acordos com estes mercados prioritários para o Brasil e o Mercosul”, disse o ministro Marcos Pereira.

Coreia do Sul

Mercosul e Coreia do Sul estabeleceram, em 2009, Grupo Consultivo para a Promoção de Comércio e Investimentos. Na II Reunião do mecanismo, em junho de 2016, as partes decidiram lançar Diálogo Exploratório.

O primeiro encontro do Diálogo Exploratório ocorreu nos dias 22 e 23 de novembro de 2016, em Buenos Aires, ocasião em que foi discutido documento geral que servirá de base para eventuais negociações comerciais. No momento, o governo brasileiro busca detalhar o posicionamento do setor privado brasileiro para o estabelecimento de negociações para concessões tarifárias mútuas.

Em 2016, as exportações brasileiras para a Coreia do Sul alcançaram a cifra de US$ 2,88 bilhões, e as importações, US$ 5,45 bilhões, com déficit de US$ 2,57 bilhões.

Japão

Em dezembro de 2012, em Montevidéu, foi estabelecido o Diálogo para o Fortalecimento das Relações Econômicas entre o Japão e o Mercosul. Desde então, foram realizadas três reuniões do mecanismo. Entre os objetivos do último encontro, realizado em maio de 2016, em Tóquio, esteve a identificação de possíveis ações para reforçar o relacionamento comercial entre as partes. Nesse sentido, o governo brasileiro busca detalhar o posicionamento do setor privado brasileiro para o estabelecimento de negociações para concessões tarifárias mútuas.

Em 2016, o Brasil exportou para o Japão o equivalente a US$ 4,6 bilhões. As importações chegaram a US$ 3,57 bilhões, com superávit de US$ 1,04 bilhão.

Como participar

As manifestações deverão ser formuladas em planilhas específicas disponibilizadas pelo MDIC neste link exclusivamente por associações ou entidades de classe, e enviadas ao endereço eletrônico consultas@mdic.gov.br. Empresas interessadas em contribuir para a consulta pública deverão entrar em contato diretamente com a associação ou entidade de classe a que sejam associadas ou que de alguma forma represente seu respectivo setor produtivo. No caso de dúvidas não esclarecidas na presente nota, favor encaminhar perguntas específicas ao email: consultas@mdic.gov.br.

A consulta trata principalmente de troca de concessões tarifárias em bens, que se traduz na oferta de reduções do imposto de importação pelo Mercosul (afeta importações do Brasil/interesses defensivos), bem como no pedido de reduções do imposto de importação pela Coreia e pelo Japão (afeta exportações do Brasil/interesses ofensivos). Portanto, cada país (Japão ou Coreia) possui seu respectivo arquivo com duas tabelas (abas), uma de oferta e outra de pedidos, totalizando quatro tabelas a serem preenchidas.

Na tabela de oferta brasileira, as associações ou entidades de classe deverão manifestar-se apenas em relação aos itens produzidos por seus associados, indicando, para cada item (linha tarifária), o período ideal de desgravação total tarifária de interesse. O período de desgravação tarifária indica em quantos anos a alíquota do imposto de importação daquele produto (item ou linha tarifária) será reduzida a zero. Os prazos indicados abaixo deverão ser respeitados no momento de preenchimento das tabelas (não serão consideradas respostas com prazos distintos dos indicados):

desgravação total imediata;
desgravação total em 4 (quatro) anos.
desgravação total em 8 (oito) anos.
desgravação total em 10 (dez) anos.
desgravação total em 12 (doze) anos.
desgravação total em 15 (quinze) anos;
Exclusão da referida negociação em caso de impossibilidade de concessão de qualquer preferência tarifária, com justificativa que embase o posicionamento.
A escolha pela exclusão do produto da oferta é considerada uma situação excepcional e deve ser acompanhada de justificativa por parte da entidade manifestante conforme opções pré-definidas na planilha de preenchimento disponibilizada pela SECEX/MDIC.

Ainda sobre a tabela de oferta brasileira, cumpre observar que a nomenclatura utilizada é a NCM, atualizada em 29/12/2016, conforme Resolução CAMEX nº 138/2016. Portanto, ao preencher a tabela, para garantir a precisão das manifestações, recomenda-se atenção à descrição dos produtos, a fim de evitar qualquer confusão em função de alterações ou atualizações de NCMs.

Na tabela de pedidos brasileiros, as associações ou entidades de classe deverão manifestar-se igualmente em relação aos itens produzidos por seus associados, indicando para cada item se há interesse na redução da alíquota do imposto de importação do país de destino (Japão ou Coreia). O pedido deverá ser manifestado na coluna intitulada “selecionar linhas de interesse”, colocando um “X” nas respectivas linhas tarifárias em que houver interesse ofensivo (acesso ao mercado estrangeiro). Os produtos indicados nesta tabela de pedidos comporão a lista brasileira de interesse exportador, ou seja, linhas tarifárias para as quais será pleiteada redução do imposto de importação até chegar a zero no país de destino das exportações do Brasil.

Vale ressaltar que as nomenclaturas utilizadas para as tabelas de pedidos correspondem às nomenclaturas oficiais da Coreia e do Japão. Assim, na tabela de pedidos do Japão, as classificações e descrições utilizadas são baseadas na nomenclatura oficial japonesa. Da mesma forma, para a tabela de pedidos da Coreia, as classificações e descrições utilizadas são baseadas na nomenclatura oficial coreana. Caso haja dúvida na correspondência com NCM, sugere-se que observem os 6 primeiros dígitos (Sistema Harmonizado) e as respectivas descrições dos produtos.

Além da vertente tarifária, que é a principal desta consulta, também há espaço para o setor privado manifestar-se sobre eventuais interesses relacionados a regras de origem ou barreiras não tarifárias, que deverão ser registrados na coluna “OBSERVAÇÕES”.

Por fim, ressalta-se que as contribuições enviadas em desconformidade com o formato estabelecido ou fora do prazo de sessenta dias, fixado na Circular SECEX nº 6/2017, não serão consideradas.

Fonte: MDIC

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Mercosul e EFTA concluem negociações preliminares para acordo de livre comércio

O Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco formado por quatro países europeus – Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, concluíram com sucesso o diálogo exploratório e as negociações preliminares para um acordo de livre comércio.

“No Brasil, estamos promovendo uma atualização significativa da nossa política econômica e comercial, com vistas a assegurar uma inserção competitiva do país na economia global. Ao lado dos demais membros do Mercosul, procuramos novos parceiros para aumentar, diversificar e melhorar nossas relações comerciais, a fim de contribuir para o crescimento e a estabilidade da economia brasileira. A pronta aprovação de um mandato para negociar com a EFTA, pelo Grupo do Mercado Comum do Mercosul, é uma clara indicação da alta prioridade que todos nós do Mercosul atribuímos a essas negociações”, afirmou o ministro.

Os maiores ganhos para o Brasil com a conclusão do acordo concentram-se nos bens básicos. Em relação aos bens industriais, os setores mais beneficiados serão os de químicos orgânicos, vestuário e calçados, produtos de cerâmica e madeira.

Com o acordo, o Brasil poderá obter insumos mais baratos para produção de bens industriais, aumentando a competitividade de seus produtos. Além disso, a EFTA possui posição relevante no comércio internacional de bens, sendo que a Suíça é o 11º no ranking da OMC dos principais importadores em 2015 (participação de 1,9% das importações mundiais), e a Noruega é 24º nesse ranking (0,6% das importações mundiais).

Além da redução tarifária, o possível acordo incluirá disciplina sobre barreiras não tarifárias, ajudando exportadores brasileiros que eventualmente enfrentem essas barreiras naquele mercado.

Intercâmbio comercial

Em 2016, as exportações brasileiras para a EFTA totalizaram US$ 2,4 bilhões (participação de 1,3%), sendo que os produtos manufaturados representaram 64,9%, os semimanufaturados 25,9% e os básicos 9%. Os principais produtos exportados pelo Brasil foram plataformas de perfuração ou exploração (32,6%), óxidos e hidróxidos de alumínio (24,3%), soja em grãos (4,0%), ouro em formas semimanufaturadas (3,7%) e café em grãos (1,9%).

Por sua vez, as importações foram de US$ 2,4 bilhões (participação de 1,8%), sendo que a pauta ficou assim distribuída: 5,8% de produtos básicos, 1,8% de semimanufaturados e 92,4% de manufaturados. Entre os produtos importados da EFTA, destacam-se os seguintes itens: medicamentos para medicina humana e veterinária (21,5%), compostos de funções nitrogenadas (13,0%), compostos heterocíclicos (6,5%), óleos combustíveis (6,4%), adubos e fertilizantes com nitrogênio e fósforo e potássio (4,4%).

Em 2016, as exportações da EFTA totalizaram US$ 400 bilhões, sendo que 0,8% dessas exportações destinaram-se ao Brasil. Por sua vez, as importações da associação foram de US$ 333,4 bilhões nesse ano, sendo que 0,9% dessas importações originaram-se no Brasil.

Relativamente aos dados econômicos da EFTA em 2015, seu PIB total foi US$ 1.069 bilhões, equivalendo a uma renda per capita de US$ 77.601, dada uma população de 13,8 milhões de habitantes.

“Além desta negociação com a EFTA, o Mercosul está negociando um acordo de livre comércio com a União Europeia. Estamos também em processo de expansão e aprofundamento do nosso acordo comercial preferencial com a Índia e iniciamos as negociações do ALC com o Líbano e a Tunísia. Também estamos envolvidos em diálogos comerciais, alguns dos quais também passaram para a fase exploratória, com Canadá, Japão e Coréia”, afirmou Marcos Pereira.

Fonte: MDIC

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Exportação de industrializados aumenta no Brasil, em 2016

O Brasil aumentou a exportação de tecnologia em 2016. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços revelam que a venda de produtos mais complexos, classificados como manufaturados, cresceu 8% entre o ano passado e 2015.

Em igual período, os semimanufaturados, que também foram processados de alguma maneira, cresceram 9,5% frente a 2015. Esses dados sugerem ainda que o setor externo garantiu rentabilidade para a indústria, apesar das dificuldades no ano passado, principalmente com o mercado doméstico.

Segundo o ministério, entre os industrializados, os principais destaques em volume foram açúcar em bruto (+24,5%), celulose (+12,6%), aviões (+15,3%), automóveis de passageiros (+44,3%) e óxidos e hidróxidos de alumínio (+5,7%).

Em faturamento também se destacaram açúcar em bruto (39,8%), ouro em forma semimanufaturada (31,1%), madeira serrada (17,4%), plataformas de petróleo (86,9%), automóveis de passageiros (38,2%), veículos de carga (27,1%) e aviões (6%).

Volume de exportação em 2016

Com esse desempenho, as exportações brasileiras passaram de 638 milhões de toneladas, em 2015, para 645 milhões de toneladas, no ano passado – um avanço de 1,10%.

No caso de açúcar em bruto, celulose, óxidos e hidróxidos de alumínio e suco de laranja não congelado, o volume exportado foi recorde.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

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