No Brasil, muitas empresas e empresários estão empenhados em ajudar o brasil a enfrentar a crise.

A Vale pretende destinar um total de R$ 500 milhões como ajuda durante a pandemia. Quase R$ 315 milhões já foram gastos na compra de 600 toneladas de produtos da China. A carga chegou em aviões fretados pela empresa.

Entre os produtos importados, cinco milhões de kits de testes rápidos da Covid-19 e quase 16 milhões de equipamentos de proteção individual, doados para o governo federal.

A Vale também ajudou na construção de hospitais de campanha no Pará e no Rio de Janeiro, e na reforma de outros três hospitais, dois em Minas e um no Pará.

“Através de um inimigo comum, as forças do bem se aproximam e trabalham juntas. Cada um usando a sua capacidade, usando a sua fortaleza. Como a gente tem uma fortaleza logística, o governo, o Ministério da Saúde, tem o conhecimento de onde atuar, acho que essas coisas mostraram para a gente que a sociedade está amadurecendo, está ficando mais humana”, disse o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

O grupo Cosan e seus negócios investiram R$ 10 milhões em ações de prevenção e combate à Covid-19.

As usinas da companhia produziram mais de um milhão de litros de álcool 70%, que foram doados para mais de 60 hospitais e para caminhoneiros nas estradas. A Cosan destinou, ainda, recursos para dois hospitais de campanha: em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Esse efeito multiplicador na sociedade, juntando recursos humanos, recursos financeiros e capacidade de execução, e um bom contato com o poder público, acho que foi muito importante nesse momento que a gente está vivendo, e acho que vamos viver por algum tempo… Acho que esse negócio ainda vai, independentemente do ritmo da retomada, vai persistir por um bom tempo porque os impactos são muito grandes do vírus e da própria crise instalada”, disse Luis Henrique Guimarães, presidente da Cosan.



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