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O Ministério da Saúde russo deu “luz verde” à primeira vacina no mundo contra a Covid-19, após menos de dois meses de testes em humanos. O fármaco foi desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, em Moscovo.

“Uma vacina contra a Covid foi registada, pela
primeira vez no mundo, esta manhã”, revelou Vladimir Putin, acrescentando: “Sei
que é bastante eficaz e desenvolve uma imunidade estável”.

O presidente russo disse que uma das suas filhas já foi vacinada, tendo apenas registado apenas uma ligeira subida de temperatura que foi desaparecendo. Agora,espera que a produção em massa avance em breve.

“Espero que outras investigações estrangeiras se desenvolvam assim tão bem, de forma a que aparecem no mercado internacional outros produtos”, sublinhou.

Já este mês, as autoridades russas garantiram que a vacina é eficaz e segura, apontando para outubro como o mês em que deve começar a ser vacinada a população, com prioridade para idosos e profissionais de saúde.

Esta vacina está a causar fortes reservas da Organização Mundial de Saúde, uma vez que não foi submetida a todas as fases de ensaios exigidas pela OMS.

Nas últimas 24 horas, o país registou 4.945 novos casos e 130 óbitos. No total, 897.599 pessoas estão infetadas e mais de 15 mil já morreram.

Vários cientistas alertam para o facto de as vacinas experimentais terem começado a ser testadas pela primeira vez em humanos, em algumas dezenas de pessoas, há menos de dois meses, pelo que não há ainda provas científicas que as validem e muito menos a sua distribuição em massa.

Na segunda-feira, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que os próximos três meses serão cruciais para acelerar a investigação de vacinas para a Covid-19, alertando que faltam pelo menos 90 mil milhões de dólares do investimento total necessário.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e mais casos de infeção confirmados.

A pandemia já provocou mais de 733 mil mortos e infetou mais de 20 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o último balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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