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Com algumas localidades planejando reabrir as escolas, inclusive aqui no Brasil, muitos ainda sentem dúvida em relação à possibilidade de transmissão da COVID-19 vinda de crianças e adolescentes. Infelizmente, ainda estamos no escuro e os cientistas estão tentando decifrar esse mistério.

Em mais de seis meses de pandemia, não há dúvidas que hoje temos mais respostas sobre o novo coronavírus do que tínhamos em março, o que não significa que já temos controle sobre o patógeno.

Nas últimas semanas, alguns estudos investigaram o quanto as crianças poderiam infectar outras pessoas com o novo coronavírus em relação aos adultos. Segundo uma pesquisa publicada no mês passado na Coreia do Sul, com foco em pacientes entre 10 a 19 anos, a faixa etária é a mais provável a espalhar a COVID-10 em comparação com crianças mais novas.

Imagem: Reprodução/Pixabay

Porém, na última semana, o jornal The New York Times analisou essa pesquisa e concluiu que a transmissão do vírus entre crianças não é algo tão simples assim, pois não está claro quem está contaminando quem. “Alguns dos membros da mesma família que apareceram no relatório inicial como identificados como infectados por crianças mais velhas, na verdade, foram expostos ao vírus ao mesmo tempo em que as crianças. “Todos eles podem ter sido infectados por contatos compartilhados”, diz a reportagem.

Alguns pesquisadores acreditam que a falha está em criar grupos com idades muito diferentes, uma vez que crianças de 10 anos possuem padrões sociais diferentes de um adolescente de 17 anos, por exemplo, modificando as formas de entrada de vírus respiratórios.

De acordo com uma nota recente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), uma pessoa infectada pela COVID-19 pode continuar testando positivo para a doença por até três meses, mas sem a capacidade de contaminar outras pessoas. Por isso, não existe a recomendação de isolamento durante esse período e nem de refazer o teste, o que também pode ser arriscado.

Com a reabertura de escolas, informações sobre a taxa de propagação da COVID-19 entre crianças e adolescentes é crucial para o processo de normalização e estabilização da doença.

Fonte: Popular Science

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