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O governo federal considera em situação de emergência os municípios que têm 50% mais casos do que a média nacional. Porto Alegre está na lista atrás de Fortaleza, São Paulo, Manaus, Macapá, Florianópolis, Recife, São Luís, Rio de Janeiro e Vitória, e à frente de Brasília e Boa Vista.

Para o prefeito Nelson Marchezan Júnior, esta projeção é um equívoco, já que desconsidera a taxa de de mortes na cidade.

“São dois números que precisam ser avaliados: número de óbitos, e Porto Alegre tem um dos menores índices, e número de UTI ocupadas com pessoas confirmadas com coronavírus. Porto Alegre tem uma linha adequada à perspectiva de entrega”, garante.

A taxa de ocupação de leitos de UTI na Capital, neste momento, é de 67%. Porto Alegre registrou, também, sete das 17 mortes por coronavírus no estado.

“Não há vacina, não há remédio que cure. Vai continuar, não é uma ação de uma semana. É algo para o resto do ano, pelo menos”, diz.

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