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Mais de três milhões de infecções pelo novo coronavírus foram registradas na Europa, segundo balanço feito pela agência France Presse, nesta quinta-feira (23), com base em fontes oficiais. Mais da metade das contaminações aconteceram na Rússia, no Reino Unido, na Espanha e na Itália.

No total, há no mundo 15 milhões de casos de contágio oficialmente registrados.

A Europa continua sendo a região com mais óbitos: 206.633 mortes. Em todo o mundo, esse número chega passa de 626,9 mil.

Funcionário municipal limpa muro ao lado do rio Moika, no centro de São Petersburgo, na Rússia, em 14 de julho de 2020 — Foto: Dimitar Dilkoff / AFP

Quatro países do continente têm oficialmente mais de 225.000 casos confirmados em seu território: a Rússia é o país europeu com o maior número de casos (795.038 infecções ) registrou 12.892 mortes por Covid-19. Em seguida, aparece o Reino Unido com 296.377 contaminações e 45.501 mortes. Em terceiro e quarto lugares, aparecem a Espanha (267.551 infeções, 28.426 óbitos) e Itália (245.032 contaminações, 35.082 mortes).

O número de casos diagnosticados reflete, porém, apenas uma fração do número real de infecções, pois muitos países usam os testes apenas para rastrear o vírus, ou não têm recursos suficientes para realizar uma ampla campanha de detecção.

A pandemia avança nos Estados Unidos, o país mais atingindo pela pandemia, e na América Latina. Na terça-feira (21), mais de mil mortes por dia relacionadas à Covid-19 foram registradas em território americano, depois de semanas em que o número diário ficou abaixo dessa marca. A última vez em que o país havia notificado mais de mil mortes em um único dia havia sido 10 de junho.

Na quarta-feira (22), o Brasil registrou recorde de 65.339 novos casos de Covid-19 em 24h. Mais de 2,2 milhões de brasileiros já foram infectados com o novo coronavírus.

Na Bolívia, em apenas cinco dias, policiais retiraram mais de 400 cadáveres de ruas e casas do país. Somente em Cochabamba, foram retirados 191 cadáveres. De acordo com a Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC), 85% dos mortos tiveram diagnóstico positivo para o novo coronavírus ou que apresentaram sintomas da Covid-19.

Trabalhadores levam caixão de vítima da Covid-19 em asilo em Cochabamba, na Bolívia, nesta quinta-feira (21) — Foto: STR/AFP

Corrida em busca da vacina

Na quarta-feira (22), o diretor de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou que o mundo precisa ser realista quanto ao prazo de entrega e eficácia das vacinas contra a Covid-19, estimando que elas não ficarão prontas até 2021.

“Não importa o quão rápido formos, precisamos garantir que essas vacinas sejam seguras e eficazes, e isso leva um tempo próprio. Sendo realistas, será na primeira parte do próximo ano até começarmos a ver as pessoas sendo vacinadas”, disse Ryan.

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