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As equipes do Nasf têm psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, nutricionista e farmacêuticos. Foto: Divulgação | Secretaria de Saúde

A pandemia do novo coronavírus evidenciou ainda mais a importância do trabalho da equipe dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família (Nasf). Na Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (612 Sul), por exemplo, o trabalho desses servidores tem sido essencial, inclusive no auxílio aos pacientes infectados pela Covid-19.

“Além de estar ajudando na gestão, o Nasf está dando suporte com a questão da pandemia. São os profissionais do Nasf que fazem o telemonitoramento de pacientes que estão em casa fazendo o tratamento da Covid-19. O Nasf é muito atuante e de grande valia para nossa UBS, mesmo sem as atividades de práticas integrativas com a comunidade estão dando um reforço junto à pandemia”, avalia o gerente da UBS 1 da Asa Sul, Marcus Limeira.

As equipes dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família (Nasf) são compostas por profissionais multidisciplinares como psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, nutricionista e farmacêuticos e atuam em parceria com as equipes de Estratégia de Saúde da Família.

Segundo Aline Reis, nutricionista e integrante do Nasf, sua equipe apoia sete equipes de Estratégia Saúde da Família e com a pandemia e suspensão de atividades em grupos, o núcleo passou a apoiar o monitoramento dos casos de pacientes com Covid-19.

Covid-19

“Desde o início da pandemia, 500 pacientes já passaram por nós. Atualmente, estamos monitorando 50. Dependendo do caso, ligamos a cada 48 horas ou uma vez por dia. No telefonema perguntamos como o paciente está se sentindo, damos orientações acerca do isolamento, medidas de higiene”, explica.

Apesar da pandemia, alguns grupos de pacientes não podem ficar sem receber visitas contínuas, este é o caso de pacientes acamados, crônicos e de maior vulnerabilidade. Mas para evitar qualquer tipo de risco de contaminação pela Covid-19, apenas um ou dois profissionais adentram a residência e prestam o atendimento.

“Nosso trabalho com os grupos está suspenso, mas estamos tentando ajudar da melhor forma atualizando cadastros, fazendo novos cadastramentos, orientando sobre o direito aos auxílios emergenciais governamentais, dando apoio psicológico, já que o isolamento tem aumentado o caso de doenças mentais”, afirma Aline.

Com a pandemia houve um grande aumento de casos de pessoas com diabetes, colesterol, triglicerídeos, além das doenças envolvidas com a saúde mental resultando em transtornos alimentares.


Para dar celeridade aos atendimentos de quem vai às consultas na UBS 1 do Asa Sul, evitando aglomerações e fazendo com que os pacientes passem mais tempo sem procurar atendimento, a nutricionista do Nasf Roberta Andrade tem chamado os pacientes que estão aguardando na fila.

“Eu atendo meus pacientes que já estão marcados e depois chamo aqueles que estão aguardando ser atendidos com outro especialista. As gestantes, por exemplo, fazem consultas de rotina, eu já chamo, presto o meu atendimento e oriento e depois de liberada ela vai fazer sua consulta de rotina. Isso reduz o tempo de permanência dentro da UBS e evita que os pacientes voltem ao local para marcar uma nova consulta”, informa.

De acordo com Roberta, com a pandemia houve um grande aumento de casos de pessoas com diabetes, colesterol, triglicerídeos, além das doenças envolvidas com a saúde mental resultando em transtornos alimentares.

A assistente social da equipe do núcleo Sandra Cátia de Pontes explica que os casos de violência domiciliar, abandono de idosos, violência doméstica e problemas relacionados à saúde mental. Hoje, atuam em todo o Distrito Federal 49 Núcleos Ampliados de Saúde da Família (Nasf).

*Com informações da Secretaria de Saúde

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