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Depois de passar 14 dias em isolamento domiciliar na aldeia São José, município de Santo Antônio do Içá, 879 Km distante de Manaus, a primeira indígena diagnosticada com o novo coronavírus no Brasil não apresenta mais os sintomas da doença. Por outro lado, outros dois indígenas morreram vítimas da doença, neste sábado (11).

Segundo o coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Solimões (DSEI-ARS), Weydson Gossel, ela deixou a quarentena já sem os sintomas da doença. “No dia 8, ela saiu já do período de 14 dias, não apresentando nenhum sintoma. E, seguindo protocolo do Ministério da Saúde, protocolo de manejo, já a partir do dia 9, ela já estava recuperada, com cura clínica”, disse.

Apesar da boa notícia, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) confirmou, neste sábado (11), a morte de dois indígenas no Amazonas vítimas da doença. Os dois primeiros indígenas mortos por Covid -19 no Amazonas eram moradores da Região do Alto Solimões. Trata-se de uma índia da etnia kokama, de 44 anos, que morava na Aldeia Monte Santo, em São Paulo de Olivença. A outra morte confirmada foi de um tikuna de 78 anos, natural da aldeia de Belém do Solimões, localizada no município de Tabatinga.

O DSEI do Alto Solimões informou que o tikuna foi encaminhado a Manaus para tratar de problemas cardíacos e a kokama apresentava um quadro de anemia. A suspeita é que os dois tenham sido infectados durante o tratamento na capital.

*Com informações de Rôney Elias, da Rede Amazônica.

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