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Transporte aéreo internacional de cargas cresce 72,1% em 11 anos

Dados disponíveis no Anuário CNT do Transporte mostram que o transporte aéreo internacional de cargas com origem ou destino no Brasil cresceu 72,1% em 11 anos. Enquanto que em 2004 transportava-se 460,2 milhões de toneladas, em 2014 foram transportadas 792,3 milhões.

A maior parte desse transporte (78%) foi realizada pelas empresas internacionais, com 618,1 milhões de toneladas movimentadas. As aéreas nacionais foram responsáveis pelo transporte de 22% dessa carga (174, 2 milhões de toneladas).

No mercado doméstico, também houve incremento da carga paga transportada. Enquanto em 2004 as empresas nacionais movimentaram 273,2 milhões de toneladas, em 2014, foram 410,5 milhões de toneladas, acréscimo de 50,3%.

Número de passageiros por ano ultrapassa 100 milhões

Nos últimos anos, o acesso ao modal aeroviário no Brasil aumentou expressivamente. Em 2004, o número total de passageiros pagos transportados por ano era de 41,2 milhões e, em 2014, chegou a 117,2 milhões, aumento de 184,3%. O maior incremento, de 199,9%, ocorreu nos voos domésticos, que passaram de 32,1 milhões de passageiros em 2004 para 95,9 milhões em 2014. Nos voos internacionais, os números, nesse período, saltaram de 9,1 milhões para 21,3 milhões (132,8% de crescimento).

Entretanto, com a crise na economia, tem ocorrido queda na movimentação do transporte aéreo no Brasil. Em 2014, o transporte doméstico realizou 942 mil voos, 0,5% abaixo de 2013 (946,7 mil voos). E, em 2013, a queda foi de 4,5% na comparação com 2012 (990,8 mil voos). Já os voos internacionais registraram ligeiro aumento nesses três anos.

Em 2014, foram 148,9 mil voos, 3% de aumento em relação a 2013 (144,6 mil). E 2013 já havia registrado aumento de 3,4% frente a 2012 (139,8 mil). No total, em 2014, as empresas brasileiras e estrangeiras realizaram 1,1 milhão de voos no Brasil.

Anuário CNT do Transporte

O Anuário CNT do Transporte pode ser acessado, na íntegra, na internet. São mais de 800 tabelas sobre todos os modais disponíveis em anuariodotransporte.cnt.org.br.

Fonte: Agência CNT de Notícias

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Ministro de Minas e Energia afirma total apoio ao biodiesel

O presidente da APROBIO Erasmo Carlos Battistella foi recebido em audiência pelo novo ministro de Minas e Energia Fernando Coelho, que lhe afirmou total apoio da pasta ao biodiesel.

Coelho enalteceu a Lei 13.263, de março deste ano, sobre a elevação progressiva do uso do biocombustível na matriz veicular brasileira. Ele defendeu, também, a intensificação dos testes da indústria automobilística em motores de ciclo diesel para avalizar o aumento da mistura dos atuais 7% por litro de óleo diesel para até 15% nos próximos anos.

Primeiro empresário do setor a ser recebido no MME do governo de Michel Temer, Erasmo fez uma explanação do mercado brasileiro de biodiesel, baseado nos pontos fundamentais do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, criado em 2005, e como o segmento evoluiu desde então.

Depois da radiografia sobre a produção do biocombustível no país, com seus benefícios ambientais, socioeconômicos e de saúde pública, Battistella pediu a Fernando Coelho uma nova audiência, com empresários de todo o setor, representados pelas três entidades; APROBIO, UBRABIO e ABIOVE, além dos produtores independentes.

O ministro concordou com a ideia e já solicitou o agendamento da reunião para data a ser definida, de acordo com a disponibilidade de todos os envolvidos. Participou da audiência, também, o presidente do PSB no Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque.

Fonte: TN Petróleo

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Cooperativa de suinocultores importa milho do Paraguai

A importação de milho, que já vinha sendo praticada pelas grandes agroindústrias, virou alternativa também para os suinocultores independentes. A Cooperativa Agroindustrial dos Suinocultores Catarinense, que reúne criadores que não fazem parte do sistema de integração das grandes empresas, fechou ontem um contrato de compra de mil toneladas de milho junto a cooperativas do Paraguai.

De acordo com o presidente da cooperativa, Losivânio de Lorenzi, que também é presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos, a saca de 60 quilos vai chegar no Oeste Catarinense a R$ 46 a saca, dez a menos do que o preço do mercado. Ele disse que os produtores de milho estão cobrando preço de ¿ouro¿.

A falta de milho tem comprometido a viabilidade econômica dos criadores e já há casos de desistência da atividade. Uma nova audiência foi marcada para o dia 7 de junho, às 9h, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Até o momento as promessas ficaram apenas nos microfones, segundo Lorenzi.

Todos erraram

O presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), e vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri, disse que todos erraram na questão do milho. Ele avaliou que não houve ação do governo e das empresas para diminuir a exportação do produto quando estava R$ 25 a saca e agora estão pagando o dobro do preço. Além disso há uma quebra da safrinha do Centro-Oeste, o que não permitiu o recuo dos preços até agora, o que era imaginado.Barbieri disse que a importação é inevitável e é preciso uma ação governamental forte de incentivo ao plantio de milho são os produtores vão optar novamente pelo plantio de soja.

Fonte: Diário Catarinense

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Com a queda das exportações no PIM, representantes do setor realizam treinamentos para recuperar mercado

Com queda nas exportações do Polo Industrial de Manaus (PIM), de 12,59%, nos quatro primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2015, representantes do setor buscam saídas para recuperar as vendas para o mercado internacional. Como primeiro passo para recuperar a competitividade, o Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM), da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), promove no próximo dia 1° de junho um treinamento gratuito sobre a importância e vantagens do certificado de origem.

Enquanto no primeiro quadrimestre de 2015 a indústria amazonense exportou US$ 217,1 milhões, no mesmo período de 2016 o volume recuou para US$ 189,7 milhões. O resultado sofreu influência principalmente da queda das exportações para Venezuela, que no ano passado comprou do PIM US$ 49,8 milhões e neste ano o volume caiu para US$ 43,7 milhões, o equivalente a menos 12,21%.

Outra grande queda nas exportações ocorreu na relação com os Estados Unidos da América (EUA), para onde foram exportados, nos primeiros quatro meses do ano passado, um volume de US$ 13,5 milhões e no mesmo período deste ano alcançou apenas US$ 7,4, o equivalente a uma queda de 45,48%.

O certificado de origem é um documento que concede aos exportadores, segurança e credibilidade de seus produtos em países com os quais o Brasil tem acordos comerciais. Já os importadores desses produtos poderão ter reduções ou isenções de impostos nas alíquotas tributárias e com isso um preço mais competitivo.

A instrutora do curso será Camilla Mafissoni, graduada em administração com ênfase em comércio exterior, com experiência na área internacional desde 2005. Camilla possui conhecimento da legislação do comércio exterior, que abrange as áreas de câmbio, regulamento aduaneiro, classificação tributária, documentação, coordenação de logística ‘doo to door’.

Também serão ministradas informações sobre a composição e análise de custos na importação e exportação, faturamento e prestação de contas. Ela também foi tutora no curso Técnico de Classificação tributária, específico para Auditores Fiscais da Receita Federal e desde o final de 2014, compõe o quadro de colaboradores da Confederação Nacional da Indústria (CNI), atuando diretamente com Certificação de Origem Digital (COD).

Para o gerente do CIN-AM, Marcelo Lima, sensibilizar sobre a importância da certificação de origem é garantir segurança e chances de sucesso no mercado internacional. “É importante continuarmos massificando os benefícios e vantagens que os empresários passam a ter quando decidem aderir ao certificado de origem. Ele traz competitividade de preços, segurança do produto comercializado, atesta oficialmente o país de origem da mercadoria exportada, e isso significa sem dúvidas, ampliação do acesso ao mercado, bem como maior faturamento”, explicou o gerente.

Cursos para usuários do COD Brasil

O treinamento ocorre no dia 1° de junho das 14h às 18h e será realizado no Auditório Ernane Leão de Freitas, na sede da Fieam, localizada na Avenida Joaquim Nabuco, n° 1919, Centro. O público alvo do curso são usuários do sistema COD Brasil, empresas exportadoras, fabricantes e despachantes.

Serão abordados especificamente os temas como o conceito do certificado de origem, vantagens na emissão, países que o Brasil tem acordo, documentos exigidos, incoterms, regras de origem, propósitos e resultados, operações insuficientes, insumos PTC (Mercosul) e passo a passo para utilização do sistema COD Brasil.

Segundo Marcelo Lima, sensibilizar os empresários sobre a importância do certificado, sobre os avanços da assinatura digital e acordos que o Brasil faz parte, é o que a entidade tem buscado desde a implantação do COD no Amazonas. “Obter conhecimento é o melhor caminho para o sucesso por isso, convocamos que os empresários amazonenses participem desse treinamento”, frisou o diretor.

Fonte: Em Tempo

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Receita da exportação de minério de ferro do Brasil cresce 44% em maio

A receita com as exportações de minério de ferro do Brasil em maio subiram 44 por cento ante o mesmo mês de 2015, refletindo maiores preços e volumes, apontaram dados publicados nesta quarta-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No quinto mês do ano, os embarques de minério renderam ao país 1,34 bilhão de dólares, ante 930 milhões de dólares em maio do ano passado, um indicativo da receita da mineradora Vale, maior produtora global da commodity e dominante nas exportações do produto nacional.

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Daniel Godinho, destacou a alta do preço médio do minério de ferro exportado, que atingiu 39,5 dólares por tonelada, ante 33,6 dólares por tonelada no mesmo mês do ano passado, após as cotações internacionais atingirem em abril os maiores níveis em mais de um ano.

“Vocês veem um aumento de preço de 17,4 por cento (ante o mesmo mês do ano anterior) –é o primeiro crescimento de preço desde janeiro de 2014 (sobre igual mês do ano anterior)”, destacou Godinho, ponderando que “ainda é cedo para falar de tendências”.

Recentemente, os preços na China recuaram ante os níveis verificados em abril, quando as cotações atingiram os patamares mais altos desde janeiro de 2015.

O minério de ferro por muitos anos foi o principal produto de exportação do Brasil, tendo sido superado pela soja em grão nos últimos tempos.

Em maio, os embarques da oleaginosa renderam ao país 3,6 bilhões de dólares, com vendas de volumes perto de patamares recordes.

Fonte: Reuters

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Itaipu volta a abrir o vertedouro de forma ininterrupta

Depois de dois meses, o vertedouro de Itaipu, um dos principais atrativos turísticos da usina, na fronteira do Brasil com o Paraguai, vai voltar a jorrar água de forma ininterrupta pelo menos nos próximos dez dias, prazo que deve coincidir com o Dia dos Namorados, 11 de junho.

Nesta quarta-feira (1º), quem passou pela usina já pôde conferir no local o vertimento de mais de 1.400 metros cúbicos de água por segundo, o equivalente ao volume médio das Cataratas do Iguaçu.

O pico de vertimento deve acontecer de sábado (4) para domingo (5), quando a vazão por ali deve oscilar entre 3 mil e 4 mil metros cúbicos de água por segundo.

É sem dúvida um apelo adicional para visitar a usina, que se torna uma atração ainda mais bonita com o espetáculo. Um ponto perfeito para o registro de fotografias, principalmente a tradicional selfie tendo como fundo o cenário das águas fazendo um balé no concreto.

A abertura do vertedouro ocorre normalmente quando há excedente de água não usada para a geração de energia elétrica. Mesmo operando com carga máxima e batendo sucessivos recordes de produção, agora, em 2016, Itaipu está tendo sobra de água, sem prejuízos para a geração.

Depois de dois meses

A última vez que o vertedouro ficou aberto de forma ininterrupta foi de 22 de fevereiro a 30 de março. Foram 40 dias de abertura sem fechamento. Depois disso, o vertedouro abriu várias vezes, mas apenas de forma esporádica.

Recorde de geração

Itaipu registrou mais um recorde de geração em 2016. A usina produziu 43 milhões de MWh de janeiro a maio. Foram os melhores cinco meses de todos os tempos da geração da usina, que começou a produzir em maio de 1984.

Essa energia toda seria suficiente para abastecer o Brasil inteiro por 30 dias e uma cidade do porte de São Paulo por um ano e meio. Essa quantidade também supera os 39,5 milhões de MWh estimados de geração anual da usina de Belo Monte.

Neste semestre, Itaipu tem a expectativa de superar os 51 milhões de MWh, o que será outra marca inédita. Em duas vezes, 2012 e 2013, a Itaipu atingiu os 50 milhões de MWh nos primeiros seis meses do ano. Foram os dois anos de maior produção da usina. EM 2013, Itaipu estabeleceu o recorde mundial da hidrelétrica, com 98,6 milhões de MWh.

Além da geração expressiva, destacam-se também os ótimos indicadores de eficiência e o atendimento imediato a substituições de outras fontes nos sistemas do Brasil e Paraguai.

Fonte: TN Petróleo

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MPF cobra providências para evitar filas de caminhões no Porto de Santos

O Ministério Público Federal de Santos concedeu prazo de 20 dias para que a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e outras entidades públicas informem o que será feito para evitar o problema recorrente nos períodos de escoamento da safra: as filas nos acessos às zonas portuárias.

O procurador da República Thiago Lacerda Nobre, coordenador do Grupo de Trabalho e Transportes do MPF, solicita que a Codesp indique, detalhadamente, o planejamento realizado para permitir a celeridade na descarga e o adequado estacionamento dos veículos. Caso nenhuma medida ainda tenha sido adotada, a autoridade portuária deverá justificar a omissão.

À Secretaria de Portos da Presidência da República e à Agência Nacional de Transportes Aquaviários, o procurador pede que enviem informações sobre eventuais providências a serem tomadas em relação ao tema. Nobre requer também que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo indique as medidas que serão implementadas para coibir a prática de furtos e roubos em decorrência dos longos congestionamentos que se formam na região nesta época.

Reunião

Conforme noticiado por A Tribuna, autoridades e empresas envolvidas no escoamento da safra agrícola pelo Porto de Santos se reunirão, na próxima terça-feira (10), no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, para a apresentação do plano que visa evitar novos congestionamentos nas estradas que dão acesso à zona portuária. O encontro, organizado pela Codesp, acontecerá apenas cinco dias antes do aumento no movimento de caminhões – carregados com a produção agrícola – na região.

Além da Docas, órgãos federais, estaduais e municipais participarão do evento. Representantes da Secretaria de Portos (SEP), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Receita Federal estarão presentes, assim como servidores dos ministérios dos Transportes e da Agricultura Pecuária e Abastecimento, das prefeituras da região e da Polícia Rodoviária Federal.

As concessionárias rodoviárias, ferroviárias e hidroviárias, também foram convocadas, assim como associações, sindicatos, embarcadores, armadores e os terminais portuários do cais santista. Todos os envolvidos apresentarão suas atribuições e como estão preparados para executá-las durante o período de escoamento da safra agrícola.

Fonte: A Tribuna On-line

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Relações comerciais com Estados Unidos são prioritárias, afirma Armando Monteiro

“A viagem aos Estados Unidos este mês é um sinal claro de que as relações comerciais entre o país e o Brasil são prioritárias”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto. Em audiência com a embaixadora norte-americana no Brasil, Liliana Ayalde, foram tratados os preparativos da agenda da viagem ministerial, prevista para os dias 11 a 13 deste mês.

Esta será a primeira viagem de Monteiro como ministro e ainda a primeira de um ministro do novo governo brasileiro aos Estados Unidos. Em Washington, Monteiro irá se encontrar com sua contraparte, a secretária de Comércio dos Estados Unidos, Penny Pritzker, além de outras autoridades do governo norte-americano. O objetivo das reuniões será tratar temas que possam ampliar o comércio entre os dois países.

Brasil e Estados Unidos discutem atualmente questões relacionadas à facilitação de comércio e convergência regulatória que poderão, brevemente, representar avanços para o fluxo comercial. Além disso, assuntos relacionados a infraestrutura, energias renováveis e recursos hídricos devem ganhar atenção na agenda temática bilateral.

Intercâmbio Comercial

Em 2014, as exportações brasileiras para os Estados Unidos tiveram aumento de 9,2%, em relação ao ano anterior, chegando a US$ 27,144 bilhões. Cabe destacar que o mercado norte-americano se tornou o principal destino das vendas de produtos manufaturados no ano passado, com remessas de US$ 15,065 bilhões, superando a Argentina.

Os principais produtos vendidos pelo Brasil aos Estados Unidos foram em 2014: óleos brutos de petróleo (US$ 3,407 bilhões), produtos semimanufaturados de ferro e aço (US$ 2,205 bilhões), aviões (US$ 1,930 bilhão), motores e turbinas para aviões e partes (US$ 1,566 bilhão) e café em grão (US$ 1,194 bilhão).

No mesmo período, as importações brasileiras dos Estados Unidos somaram US$ 35,298 bilhões e tiveram redução de 2,7% em comparação ao ano anterior. Com isso, o saldo negativo brasileiro, de US$ 8,153 bilhões, em 2014, diminuiu em relação a 2013 (US$ 11,433 bilhões). Os principais produtos adquiridos pelo Brasil do mercado estadunidense, no ano passado, foram: óleos combustíveis (US$ 3,837 bilhões), motores e turbinas para aviação e partes (US$ 1,949 bilhões), medicamentos (US$ 1,377 bilhão), gás propano liquefeito (US$ 1,078 bilhão) e inseticidas (US$ 946 milhões).

Fonte: MDIC

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Porto de Antonina receberá R$ 160 milhões em investimentos logísticos

Ao longo dos próximos quatro anos, o Porto de Antonina receberá mais de R$ 160 milhões em investimentos na sua área logística. O anúncio foi feito pela empresa russa Uralkali em reunião com o governador Beto Richa, realizada no Palácio Luiz Antonio Amatuzzi Pinho, sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

Os investimentos, que incluem a construção de um novo berço de atracação no Terminal Ponta do Felix, dois novos armazéns de 120 mil toneladas e a melhoria do sistema de movimentação de cargas, devem dobrar a capacidade de descarregamento de fertilizantes do Porto de Antonina. Com a obra, a capacidade de importação do terminal passa das atuais 2 milhões de toneladas para 4 milhões de toneladas por ano.

Segundo o governador Beto Richa, o anúncio é um exemplo de como os investimentos têm sido crescentes desde o início do governo. “Temos investido fortemente em Paranaguá e Antonina para tornar nossos portos mais modernos. Ao torná-los mais eficientes, nós diminuimos os custos do produtos para quem importa fertilizantes e também contribuímos para a balança comercial brasileira”, afirma Richa.

A modernização do Porto de Antonina foi fundamental para atrair os investimentos russos. A nova dragagem do porto foi apontada pelo grupo de empresários como determinante para que um maior volume de cloreto de potássio pudesse ser importado por meio do porto da cidade.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, estes investimentos fizeram de Antonina uma das melhores opções para as empresas que operam este tipo de atividade nos portos brasileiros. “Também conseguimos dimimuir o tempo de espera dos navios no porto. A Uralkali vem ao Paraná fazer este investimento por acreditar na transformação que está acontecendo nos portos do estado”, explica o secretário.

AGRONEGÓCIO – O destravamento de investimentos como este impulsiona diretamente o agronegócio paranaense. De acordo com o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, um sistema de descarregamento mais eficiente de fertilizantes reduz os custos logísticos e diminui o preço dos insumos que chegam ao produtor agrícola local. “Favorece diretamente o principal setor da economia paranaense, que é o agronegócio. As tratativas para o investimento já estão definidas, com as licenças ambientais já liberadas”, afirma Dividino.

Atualmente, a Uralkali responde por 25% de toda a produção global de potássio, sendo a líder mundial no segmento. O Porto de Antonina é a principal opção da empresa para movimentação de produtos e para suprir o agricultor brasileiro com fertilizantes. “Estamos há três anos investimento no porto. Com estes investimentos, cada vez mais navios de fertilizantes passarão pelo terminal em Antonina”, completa o diretor mundial de logística e marketing Uralkali, Oleg Petrov.

CARNES – Além dos investimentos para intensificação da importação de fertilizantes, a reunião também alinhou a possibilidade de retomar a exportação de carnes para a Rússia.

A ideia é aproveitar o terminal de Antonina para fazer escoar a produção paranaense de carne de frango, suína e bovina. O mercado russo já é um dos principais consumidores destes produtos em todo o mundo.

Fonte: APPA

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Novo plano mestre do Porto ficará pronto no próximo mês

Uma nova versão do Plano Mestre do Porto de Santos deverá ser entregue até o próximo mês. A expectativa é do diretor de Planejamento Estratégico e Controle da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária), Luís Claudio Santana Montenegro. O estudo servirá de base para o novo Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do cais santista, que será elaborado neste ano pela estatal.
O Plano Mestre – ou Masterplan – do complexo marítimo está sendo feito pela Docas em parceria com a Secretaria de Portos (SEP). Ele envolve dois aspectos principais: a projeção da demanda e a avaliação da capacidade operacional do cais santista. Esses dados serão analisados a fim de dimensionar a necessidade de expansão da infraestrutura portuária.
Enquanto o plano mestre é um instrumento de planejamento, que inclui ações futuras com base no crescimento do Porto e de suas atividades, o PDZ é operacional e se refere à distribuição e à eficiência portuária. Ambos precisam estar alinhados, no entendimento da SEP, com o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), amparado na Lei n° 12.815, a nova Lei dos Portos.
O objetivo dos estudos é melhor operacionalizar os portos brasileiros e garantir o escoamento de toda a produção nacional. A ideia é que, em Santos, o trabalho possa determinar não só o potencial de crescimento do cais e das instalações, mas também o tipo de carga a ser movimentada em cada região, nas duas margens do complexo marítimo.
Segundo o diretor da Codesp, o Plano Mestre está em fase de conclusão. “Já existe um relatório da SEP com as impressões do Governo sobre o estudo”, afirmou.
O PDZ a ser feito com base nesse material, explica Montenegro, irá estabelecer novos critérios para o acompanhamento do desempenho das operações dos terminais arrendados no cais santista. A ideia é que a Codesp defina índices mínimos de produtividade que as instalações precisarão alcançar. Caso contrário, a Autoridade Portuária será responsável por apontar as mudanças necessárias nas operações e nas estruturas.
Os dados obtidos também serão utilizados para a concepção de um futuro conjunto de arrendamentos no porto santista, com base no novo zoneamento. Esta é a principal ação prevista pela diretoria de Planejamento Estratégico e Controle da Codesp para este ano, segundo Montenegro.
“Como a Codesp ficou sem um diretor para área, tivemos que redesenhar a estrutura e voltar a pensar em planejamento. Começamos também a ter uma equipe para dar suporte às decisões que tomamos. Definimos nova estrutura, com missão, valores e um desenho baseado na nova lei, que solidifica a questão do papel da Autoridade Portuária, da SEP e da Antaq (Agência Nacional de Transporte Aquaviários, o órgão regulador do setor) trabalhando juntos. Em 2015, vamos começar a colher esses frutos e um deles será o Plano Mestre e, consequentemente, o novo PDZ do Porto de Santos”, destacou o diretor de Planejamento da Codesp.
Estudos
O último Masterplan do cais santista foi financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e apresentado em 2010. Ele apontou, por exemplo, que o complexo terá uma demanda de cargas de 230 milhões de toneladas em 2024. É com base nesse estudo que a Docas traçou três cenários para a movimentação de cargas pelo Porto neste ano.
Em relação ao zoneamento do cais santista, ainda vigora o PDZ desenvolvido em 2006, elaborado por técnicos da Codesp. Ele foi definido após a realização de audiências públicas envolvendo agentes portuários, governos municipais e estadual e demais setores da sociedade civil.
Nos anos posteriores, outros planos foram preparados, mas não vigoraram. Eles permanecem em trâmite na Antaq e na própria SEP.
O PDZ em vigor, de 2006, está no centro de um a polêmica. O novo programa de arrendamentos de áreas e instalações, da Secretaria de Portos, prevê licitar um mega terminal graneleiro nas proximidades da zona residencial da Ponta da Praia. Só que tal medida vai contra o plano de desenvolvimento, que prevê a retirada desse tipo de armazém dessa região, deslocando-o para o interior do estuário, na Alemoa, no Saboó ou no Valongo.

Fonte: A Tribuna

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