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Menino é infectado pelo novo coronavírus ainda na barriga da mãe | Coronavírus


Médicos na França relataram que um menino recém-nascido foi infectado pelo novo coronavírus ainda no útero da mãe. O bebê se recuperou bem.

O caso, que seria o primeiro em que os médicos conseguiram provar que a gestante transmitiu a Covid-19 ao filho, foi divulgado nesta terça-feira (14) pela revista “Nature”.

A mãe de 23 anos, que estava no final do terceiro trimestre de gestação, foi internada em 24 de março com febre e tosse. O teste que fez logo após sua internação deu positivo para o novo coronavírus.

Três dias após a internação, o bebê demonstrou sinais de mal-estar e, por isso, os médicos realizaram uma cesariana de emergência. A mãe tomou anestesia geral, o que acabou afetando a criança. O bebê, que nasceu com 2,540 kg foi levado para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e chegou a ser entubado.

O estudo mostrou que o Sars-Cov-2 atravessou a placenta e provocou uma infecção antes do nascimento. A criança teve uma inflamação no cérebro poucos dias após o nascimento, que é uma manifestação neurológica semelhante às descritas em pacientes adultos.

“Infelizmente, não há dúvida sobre a transmissão neste caso. Os médicos devem estar cientes de que isso pode acontecer. Não é comum, isso é certo, mas pode acontecer”, afirmou Daniele De Luca, diretora médica de pediatria e cuidados intensivos neonatais do hospital Antoine Béclère, em Paris, de acordo com o “The Guardian”.

Exames de sangue e em líquido extraído do pulmão mostraram que o bebê estava infectado pelo Sars-Cov-2, mas descartava outras infecções virais, bacterianas e provocadas por fungos.

Até esse estudo, as análises de potencial contaminação de recém-nascidos detectavam o vírus ou relatavam a presença de anticorpos nos bebês, porém não deixavam clara a via de transmissão.

De Luca explicou que a transmissão durante a gestação não havia sido demonstrada porque é preciso coletar muitas amostras para análise. “Você precisa do sangue materno, do sangue do recém-nascido, do sangue do cordão umbilical, da placenta, do líquido amniótico, e é extremamente difícil obter todas essas amostras em uma pandemia com emergências por toda parte”, disse ao “Guardian”.

Segundo ela, houve outros casos suspeitos, mas “eles continuam suspeitos porque ninguém teve a oportunidade de testar tudo isso e verificar a patologia da placenta”.



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″Bolsonaro ficou estacionado na fase da negação da covid-19″, diz Mandetta | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW


Para o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), colocar militares para conduzir a pasta durante a pandemia de covid-19 é como deixar a saúde dos brasileiros “nas mãos de jogadores de futebol ou físicos nucleares no momento de maior risco da história do país”.

Mandetta foi exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro em meados de abril, após divergências entre ambos em relação à resposta à doença causada pelo novo coronavírus. O ministro foi substituído pelo médico Nelson Teich, que, após menos de um mês no cargo, pediu demissão, em meados de maio. Desde então, a pasta da Saúde está sob o comando interino do general Eduardo Pazuello.

Após o início da epidemia no Brasil, Bolsonaro “começou a se cercar daquelas pessoas que em tempos de crise adoram falar o que o chefe quer ouvir”, diz Mandetta.

Em entrevista à DW Brasil, o ex-ministro comenta o apagão de dados da covid-19 por parte do Ministério da Saúde, no início de junho: “Na Saúde não pode existir segredo. Quanto mais você orienta a população e é transparente, melhor. Quando você coloca segredos em cima de uma doença infecciosa, você erra profundamente, porque o segredo passa a ser o aliado do vírus. Na cabeça dos militares, o segredo é importante, pois com ele você surpreende o inimigo.”

O ex-ministro também fala sobre a “quarentena” na qual foi colocado após deixar o cargo, impedido temporariamente de atuar na iniciativa privada, e seu futuro político.

DW Brasil: O Brasil é hoje o segundo país do mundo com o maior número de infectados pelo coronavírus e de mortos em decorrência da doença, atrás apenas dos Estados Unidos. Como chegamos a esse ponto?

Luiz Henrique Mandetta: Creio que foi quando o Brasil “abriu mão” de continuar dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) com participação federal, estadual e municipal. O nosso sistema é tripartite, envolve três níveis de decisão. E quando estava no Ministério, a participação das cidades, dos estados e da União convergia. Isso conferia empoderamento técnico e político para os tomadores de decisão na ponta, sabendo que eles tinham respaldo dos governos estaduais e da União. Quando você rompe com isso, as cidades ficam muito sujeitas à pressão política, por conta das eleições municipais que se avizinham. Já os governadores, devido às necessidades de repasse de recursos federais aos seus estados, foram diminuindo a articulação técnica; começou a prevalecer a articulação política.

O conflito de orientações verificado entre autoridades, entre o presidente e governadores, contribuiu para que chegássemos a mais de 70 mil vidas perdidas para o coronavírus?

Acho que o presidente, com a sua figura, sua imagem, seu exemplo, acabou servindo de álibi para muitos que não queriam tomar decisões difíceis. Ele também serviu de desculpa para os cidadãos que começaram, politicamente, a questionar as medidas dos prefeitos e governadores, sob o argumento de que o presidente as condenava. Foi uma sinalização fora de compasso. O Ministério da Saúde, governadores, prefeitos iam em uma direção, enquanto o presidente ia na outra. O desconforto foi tamanho que fui exonerado, já o ministro seguinte [Nelson Teich] pediu exoneração. O que vimos, a partir daí, foi uma ocupação militar no Ministério da Saúde.

Essa militarização do Ministério se torna mais nítida com a saída de nomes técnicos da pasta, como o ex-secretário nacional de Vigilância em Saúde Wanderson Oliveira e o ex-secretário-executivo João Gabbardo. Além disso, estamos com um general como ministro interino desde o dia 15 de maio. Deveríamos ficar preocupados?

É como se você colocasse a condução do Ministério da Saúde, no momento de maior risco da história do país, nas mãos dos jogadores de futebol, nas mãos dos físicos nucleares… Abre-se mão da academia, de séculos de construção do saber em saúde pública. O Wanderson é um enfermeiro com mestrado e doutorado, especializado no Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) nos Estados Unidos. O Gabbardo é ex-secretário estadual de Saúde, 41 anos de experiência na área, acostumado com gestão de crises. Era um conjunto todo de saber que foi trocado. Agora perderam a linha do tempo, as políticas que tinham sido iniciadas. Não foram anunciadas novas medidas porque não há competência para isso. Os militares só estão esquentando a cadeira do Ministério da Saúde para uma indicação política, provavelmente alguém do “centrão”.

No início de junho, o governo federal reduziu a transparência dos dados da covid-19. Como enxerga esse episódio?

Na Saúde não pode existir segredo. Quanto mais você orienta a população e é transparente, melhor. Quando você coloca segredos em cima de uma doença infecciosa, você erra profundamente, porque o segredo passa a ser o aliado do vírus. Na cabeça dos militares, o segredo é importante, pois com ele você surpreende o inimigo. Nos anos 1970, o Brasil teve uma epidemia de meningite, que foi classificada como proibida de ser comentada. A doença se alastrou pelo Brasil inteiro. O que eles fizeram [com os dados] acabou com as condições mínimas que eles tinham de pedir qualquer colaboração da população.

O Ministério da Saúde perdeu a credibilidade. Essa epidemia ocorre na era da internet, não adianta, você não consegue esconder nada. Lamentavelmente, foi necessário que o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenasse o Ministério a fazer o seu papel. A primeira linha de defesa das pessoas, das famílias, dá-se no âmbito de suas casas, e essa linha de defesa é feita com informação.

Há uma denúncia de que o Exército gastou R$ 1,5 milhão para ampliar seu estoque de cloroquina, que não tem eficácia contra a covid-19 comprovada. O senhor já afirmou que não houve aval do Ministério da Saúde e que a ordem para aumentar a produção do medicamento pelo Laboratório do Exército foi tomada pelo presidente e pelo Ministério da Defesa. Houve algum momento em que Bolsonaro realmente lhe ouviu?

O presidente escutou no início, quando levei para ele a gravidade do caso [da covid-19]. Mas é comum quando o médico dá um diagnóstico duro para uma pessoa ela sair da consulta negando.  A primeira reação a uma notícia dura geralmente é a negativa. Aí vem a raiva, a tristeza e, finalmente, a aceitação e a colaboração. O presidente ficou estacionado na primeira fase, que foi de negação; no máximo se movimentou para a fase de raiva.

Então ele começou a se cercar daquelas pessoas que em tempos de crise adoram falar o que o chefe quer ouvir. Ele acreditou e se expôs ao ridículo de ir à rede nacional de televisão dizer que o coronavírus seria só uma “gripezinha” que não mataria ninguém. Depois, apegou-se a essa cloroquina porque o [presidente dos EUA, Donald] Trump disse que o medicamento era bom para tratar a doença. A influência do Trump para ele, nesse ponto, foi muito negativa. Então ele [Bolsonaro] apareceu com uma caixinha na mão, dizendo que a cloroquina iria salvar todo mundo.

Enfim, foi dito que os militares foram para o Ministério da Saúde por sua especialidade em logística: agora temos alguns medicamentos, em que gastamos muito dinheiro, para quase 20 anos de consumo. O presidente sempre diz para “deixarmos a história julgar”. Então provavelmente teremos um capítulo chamado “Cloroquina no Brasil”, já que somos o único país em que ainda se discute isso com mais empenho do que enfrentar os graves problemas causados pela pandemia.

Recentemente o presidente acusou o senhor de ter inflado os números de casos de coronavírus no país…

Acho que talvez ele estivesse sob efeito de algum medicamento, sofrendo de algum delírio, alguma coisa fora do seu estado de normalidade. Um homem submetido a muito estresse, a muita pressão, às vezes toma algum medicamento para dormir, não se sente bem… Ou comeu alguma comida estragada, aí falou uma bobagem dessas. Tem que perdoar, coitado.

Estima-se que 90% dos municípios brasileiros já tenham casos confirmados de coronavírus. Por que estados que pareciam mais “imunes” à doença, como Paraná e Rio Grande do Sul, registram agora um cenário preocupante?

O Brasil é um país continental. Não há como comparar o comportamento do coronavírus aqui com o de um país europeu, quando a Europa Ocidental não chega ao tamanho da Amazônia. Temos cidades e regiões muito diferentes. Por aqui, a pandemia começou claramente por Manaus (AM), Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), muito provavelmente devido aos aeroportos internacionais e, no caso de Manaus, da Zona Franca. Agora, a doença está em todas as regiões. Trata-se de um vírus extremamente competente para se propagar. Os estados do Sul estão passando por um período da pandemia que atravessará todo o mês de julho. Já o Centro-Oeste parece estar iniciando o seu processo, que deve durar até agosto. Provavelmente em setembro estaremos com os números mais homogêneos. Só então poderemos analisar, de fato, como foi a epidemia brasileira.

O senhor foi impedido temporariamente pela Comissão de Ética de atuar na iniciativa privada. Parece-me que os mesmos critérios não foram aplicados ao ex-ministro Nelson Teich. É algo pessoal?

É a primeira vez na história que um ministro da Saúde é posto de quarentena. É pessoal. Solicitei uma reconsideração, argumentando que não poderia haver conflito de interesse na área da Saúde se o meu interesse é, justamente, evitar que as pessoas adoeçam. Se isso for conflitar com os interesses do governo, então o governo quer que as pessoas fiquem doentes e morram? Tamanha foi a incoerência que o meu sucessor [Nelson Teich] solicitou autorização para trabalhar, e eles deram. Autorização plena. Não sei como, porque ele ficou 28 dias no Ministério da Saúde. Bom, pode ser que alguém ache que ele não tenha feito nada, não tenha trabalhado, então reconheceram que ele não sabe de nada e autorizaram que ele pudesse trabalhar logo após deixar o governo. Então o governo está confessando que aquele mês [em que Teich ficou no comando] foi um mês perdido.

Nos EUA, o presidente Donald Trump parece estar perdendo capital político devido ao modo como tem conduzido o país durante a pandemia. Há quem diga que isso vai custar a reeleição dele. Acredita que talvez passemos por algo parecido por aqui?

O presidente [Bolsonaro] apostou que o assunto “saúde” é facilmente esquecido pelas pessoas. Na cabeça do presidente, as pessoas vão se lembrar somente dele dizendo que nunca quis que elas parassem de trabalhar, que ele sempre defendeu a economia. Para ele, o assunto “economia” é mais importante. Ele acredita que dará tempo de a economia se recuperar em 2021. Ele faz essa festa macabra e aposta todas as suas fichas no sentido de que o tempo jogará a seu favor. Nos EUA, como as eleições são este ano, talvez a gravidade da pandemia exerça mais pressão.

Ainda estamos a dois anos do próximo processo eleitoral. Já consegue enxergar seu futuro político?

É algo muito difícil de responder, porque acredito que política é destino e consequência do momento. O momento, agora, é das pessoas de bem do Brasil se reunirem e tentarem ver quais são seus pontos de convergência para um projeto de nação. Essa polarização entre PT e o núcleo Bolsonaro, com um lado falando “olha, se não votar em mim o PT vai voltar” e o outro dizendo “se não votar em mim o Bolsonaro vai ficar”, trata o eleitor, o cidadão, como hipossuficiente mental, como um torcedor apaixonado e burro. Nenhum extremo é bom. O bom é traçar um caminho pautado pelo componente democrático.

Construir um projeto de nação é o que pretendo fazer com inúmeras pessoas. Já está na hora de todos concordarem que é com educação de qualidade que vamos sair dessa crise. A saúde e o meio ambiente também precisam de atenção especial. Serei um cidadão muito participante nas eleições de 2022, mas se como eleitor, militante ou candidato, ainda é cedo para cravar.

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Coronavírus “mata múltiplos órgãos e sobreviventes podem nunca recuperar”


Pessoas na região da Lombardía têm sido afetadas por condições que incluem psicose, insónias, doença renal, infeções na coluna, acidentes vasculares cerebrais (AVC’s) e falta de mobilidade, após recuperarem do novo coronavírus SARSCoV-2, causador da doença da Covid-19, segundo investigadores. 

Os especialistas apontam que alguns veem a sua habilidade para trabalhar adequadamente, níveis de concentração ou até a capacidade para praticar atividades físicas seriamente deteriorada. 

E agora aos médicos alertam que muitas pessoas podem jamais recuperar totalmente do vírus. 

Tal levou-os a concluir que a Covid-19 não é somente uma doença respiratória, como era pensado anteriormente, mas uma “infeção sistémica” que afeta todos os órgãos do corpo humano. 

Roberto Cosentini, médico e chefe das urgências no Hospital Papa Giovanni XXIII Hospital em Bérgamo – outra das áreas mais afetadas pela Covid-19 em Itália- supervisionou a evolução da patologia e os internamentos de inúmeros doentes. 

Em declarações à Sky News, disse: “inicialmente, pensávamos que se tratava apenas de uma gripe grave, depois pensamos que estávamos a lidar com uma gripe muito má que tinha evoluído para pneumonia”. 

“Mas, subsequentemente descobrimos que se trata de uma doença sistémica que provoca danos nos vasos sanguíneos, nos rins, no cérebro e no corpo inteiro”. 

“Como tal estamos a assistir a manifestações agudas de falência renal que requerem diálise; ou a derrames cerebrais e enfartes agudos do miocárdio”, contou. 

“Estamos a deparar-nos com uma parcela significativa da população com danos crónicos causados pelo vírus. Concluímos que o SARSCoV-2 mata múltiplos órgãos e que os sobreviventes podem nunca recuperar”. 

Consentini pretende alertar a população para os perigos ‘escondidos’ da Covid-19, que pode afinal afetar o corpo inteiro de várias formas – e salienta que todas as faixas etárias estão vulneráveis. 

O médico sublinha ainda a importância de manter o distanciamento social, de lavar regularmente as mãos e de usar máscara, temendo que uma segunda vaga do novo coronavírus na Europa seja ainda pior do que a primeira. 

Leia Também: Covid-19 está a provocar outra condição misteriosa que está a matar

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Médico que relatou ataques de familiares de pacientes pega Covid-19 em Ribeirão Preto, SP | Ribeirão Preto e Franca


Supervisor da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE) de Ribeirão Preto (SP), o infectologista Lucas Agra contraiu o novo coronavírus, segundo a noiva dele, a médica residente Gabriela Bassan Petry. Em junho, o médico relatou ataques de familiares de pacientes infectados, que não acreditavam na doença.

De acordo com Gabriela, Agra está internado há uma semana e recebe cuidados dos colegas de profissão. Ele começou a apresentar sintomas da Covid-19 no fim de junho. Após o diagnóstico, o quadro de saúde piorou e ele tem sido mantido no oxigênio.

O médico, que estava na linha de frente de combate à pandemia desde os primeiros casos na cidade, tem 34 anos e não tem histórico de outras doenças.

“Apesar das probabilidades e das estatísticas, nós não conseguimos saber quem irá desenvolver sintomas leves ou quem precisará ser internado”, alerta Gabriela.

O médico Lucas Agra, supervisor da unidade de emergência do HC em Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/Skype

No fim do mês passado, Agra contou que enfrentou situações difíceis na rotina do hospital, principalmente de casos ligados aos familiares de pacientes que ignoravam a gravidade da pandemia.

“A gente diagnostica alguém com coronavírus, coloca em isolamento, estabelece os tratamentos adequados e respaldados por evidência científica, e as pessoas confrontam esse diagnóstico, dizem para a gente que não existe, que elas não acreditam, que elas vão entrar no hospital, que elas vão arrombar a porta, que elas vão trazer um político, um vereador que elas conheçam para provar que nós estamos errados, que não existe isso.”

Nesta semana, Agra completa 35 anos. Emocionada ao falar do noivo, Gabriela pede à população para que siga as orientações das autoridades de saúde e evitem a infecção.

“Saiam de casa somente se for necessário, evitem aglomerações e usem a máscara. Sigam todas as recomendações de isolamento social e não queiram, nem por um minuto, sentir o que sente o paciente e os familiares de quem está com essa doença.”



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Covid19: DF tem 72.284 infectados pelo novo coronavrus e 851 mortes


O nmero de pessoas infectadas aumentou 1.572 em 24 horas. (foto: Minervino Jnior/CB/D.A)

 

A Secretaria de Sade do Distrito Federal contabilizou mais 26 mortos pela covid-19, e o nmero de bitos chegou a 851, na capital. A taxa de pessoas infectadas aumentou em 1.572 casos, nas ltimas 24 horas, passando para 72.284 ocorrncias da doena no DF. No entando, segundo a pasta 80% dos pacientes esto recupeados — 12.969 casos esto ativos. A maioria dos registros de moradores de Ceilndia, onde 9.102 pessoas contrairam o novo coronavrus. 

Cerca de 4% dos infectados, no DF, so profissionais de sade. O Governo do Distrito Federal contabiliza que 2.887 mdicos, enfermeiros e tcnicos foram diagnosticados com a covid-19, 11 morreram devido doena.

 

Duas vtimas moradoras do Entorno — Novo Gama e Cidade Ocidental — foram includas na atualizao do mais recente do boletim epidemiolgico do novo coronavrus no DF. At o momento, 79 pessoas de outros estados morreram no sistema de sade da capital em decorrncia de infeco pelo novo coronavrus, a maioria deles de municpios goianos.

 

Todos os bitos contabilizados no boletim divulgado no final da tarde desta segunda-feira (13) aconteceram em julho.  



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Covid-19: As curvas de casos e mortes por dia no Brasil


A pandemia do novo coronavírus no Brasil ainda não dá sinais de que está próxima de terminar. Tampouco pode ser analisada de uma única forma em um país com dimensões continentais. Por isso, VEJA faz um levantamento para identificar a média móvel semanal de casos e mortes no país e nas suas cinco regiões geográficas: estamos em um cenário de evolução, estabilização ou de queda de incidência da doença?

A média móvel semanal é calculada a partir da soma do número de casos e mortes nos últimos sete dias, dividida por sete, número de dias do período contabilizado. O valor final, comparado com as últimas semanas e meses, dá uma noção mais ampla do aumento ou diminuição do contágio. Os dados abaixo mostram que enquanto os casos e mortes sobem no Sul, o Norte já apresenta uma considerável queda.

Nesta segunda-feira, 13, o Ministério da Saúde registou 20.286 novos casos e 733 novas mortes. No total, são 1.884.967 casos e 72.833 mortes confirmados no Brasil.

Confira a média móvel da pandemia da Covid-19 no Brasil e nas cinco regiões do país:



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Coronavírus. Vacina em setembro? – Renascença


Os Estados Unidos acreditam que vão começar a fabricar uma vacina contra a Covid-19 dentro de quatro a seis semanas. A mesma poderá estar disponível no fim do verão. A informação está a ser avançada à Reuters por fonte do Governo norte-americano que, no entanto, não quis ser identificado.

“Se perguntam quando exatamente teremos os materiais para a produção e manufatura, provavelmente em quatro a seis semanas, mas estaremos em plena produção até ao final do Verão”, referiu.

A mesma fonte acrescentou que o Governo já está a trabalhar com o laboratório e outras companhias para equipar as instalações e a adquirir os materiais em bruto.

A Administração Trump está a financiar o desenvolvimento do que alegadamente virão a ser quatro vacinas contra a Covid-19. Os laboratórios são os da Johnson & Johnson, Moderna, AstraZeneca e Novovax.

O projeto pretende produzir 300 milhões de vacinas até ao fim de 2021.

Os testes clínicos – garante a mesma fonte – podem dar resultados em semanas.

Há também um outro contrato em vigor, com a Regeneron Pharmaceuticals, mas aí para um medicamento a administrar a pacientes já infetados.

A confirmar-se que as vacinas são efetivas, vão ser batidos todos os recordes na produção de vacinas contra um vírus novo.

A pandemia do novo coronavírus já infetou mais de três milhões de pessoas e matou mais de 130 mil, só nos Estados Unidos



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Pessoas que se curaram da Covid-19 doam plasma para testes em pacientes com novo coronavírus | Pernambuco


Pesquisadores da Universidade de Pernambuco (UPE) e da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope) vão começar a testar o uso do plasma do sangue de quem já teve a Covid-19 no tratamento de infectados pelo novo coronavírus. Os primeiros voluntários começaram a fazer as doações. Se o estudo der certo, a técnica vai poder ajudar na recuperação dos pacientes (veja vídeo acima).

Quando alguém entra em contato com um vírus, o corpo passa a produzir substâncias para tentar se defender. Algumas delas são os anticorpos neutralizantes.

Eles impedem que o vírus se multiplique dentro do corpo e, assim, ajudam o organismo a controlar a infecção. O que a pesquisa quer saber é se esses anticorpos, produzidos por uma pessoa que teve a Covid-19, podem funcionar no corpo de outra que está enfrentando a doença.

Guilherme teve a Covid-19 em abril, quando passou uma semana internado, dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e precisou ser entubado. Ele conseguiu ficar livre da doença depois de um mês inteiro com sintomas e, agora, quer usar a experiência nada boa para ajudar outras pessoas.

Guilherme teve a Covid-19 e doou plasma para tentar ajudar pessoas infectadas pelo coronavírus — Foto: Reprodução/TV Globo

Guilherme doou duas bolsas de plasma do sangue dele para um trabalho de pesquisa coordenado pela universidade de Pernambuco, com apoio do Hemope. Os pesquisadores querem saber se essa parte do sangue de quem já ficou doente pode ajudar outras pessoas a se curar, já que é no plasma que ficam as células de defesa do organismo.

“Eu sei que sangue salva vidas e, assim como eu fui ajudado dentro de um hospital, eu queria ajudar as outras pessoas a se curarem. A partir do momento que eu podia, com meu sangue, meu plasma convalescente, ajudar as pessoas, eu decidi vir”, declarou.

A pesquisa ainda está na fase inicial, recrutando os doadores. Antes de doar, eles têm que passar por exames para saber se tiveram mesmo a Covid-19 e se a quantidade de anticorpos que o corpo desenvolveu é suficiente para ajudar outras pessoas. A intenção dos pesquisadores é conseguir, nesta fase, pelo menos 350 voluntários.

Para ser doador, é preciso ter tido os sintomas da Covid-19 e se recuperado da doença há, pelo menos, 30 dias. É preciso ser homem, ter entre 18 e 69 anos de idade e apresentar o resultado do exame que confirme a infecção pelo novo coronavírus. Depois da coleta do plasma, os pesquisadores vão testar a técnica em pacientes que estão com a doença.

Plasma convalescente é usado para tratar pessoas contaminadas com o coronavírus — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo Demócrito Miranda Filho, coordenador da pesquisa, é preciso ter tido sintomas da doença porque, de acordo com a literatura médica, pessoas que tiveram quadros mais graves da doença aparentam produzir mais anticorpos, que são, por sua vez, mais eficientes no combate à Covid-19.

“A gente tem relatos, até com o próprio coronavírus na epidemia de 2003, a Sars-Cov, ele foi usado também, em pequenas séries de casos. Na epidemia de Mers, do Mediterrâneo, também, e já com ebola, em outras doenças, sempre se recorreu a essa hipótese de que, se você tem um plasma rico em anticorpos, ele pode ser usado na fase aguda da doença”, explicou.

Trabalhos parecidos já foram feitos em outros países e por outros grupos de pesquisadores, com resultadores promissores, mas ainda não definitivos. Os médicos defendem que é importante entender a eficácia do tratamento em cada região.

“É muito importante que isso seja feito localmente, porque cada ser humano tem uma configuração genética diferente, e você pode ter uma resposta aqui que seja diferente de outro lugar, pode ser que tenha uma resposta melhor. Por isso, é interessante que você faça o estudo”, disse Evônio Campelo, médico e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Felipe Prohaska é médico infectologista e tratou de muitos pacientes com a Covid-19. Ele pegou a doença e também resolveu ser voluntário do projeto.

“A gente sabe o que tem sido o coronavírus no nosso dia a dia e como tem sido destrutivo para as pessoas. A gente tem tentado ajudar de várias formas, seja na linha de frente, seja de bastidor. E saber que seu sangue pode ajudar outras pessoas é mais um motivo para você se sentir feliz”, declarou. Para agendar a doação, o telefone do Hemope é (81) 3182.4630.

Pernambuco chega a 72.901 casos confirmados e 5.652 mortes pela Covid-19

Pernambuco confirmou, nesta segunda-feira (13), 431 casos da Covid-19 e 57 óbitos por causa dessa doença provocada pelo novo coronavírus. Com isso, o estado passou a contabilizar 72.901 confirmações e 5.652 mortes, números que começaram a ser registrados desde março, no início da pandemia (veja vídeo acima).

Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19

Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19



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Coronavírus em 13 de julho: Veja dados dos municípios com casos confirmados na área de cobertura do G1 Grande Minas | Grande Minas


O G1 traz um resumo com as informações de municípios que tiveram casos confirmados da Covid-19 na área de cobertura da Grande Minas.

A reportagem é feita com base nos dados fornecidos pelas autoridades de saúde e será atualizada ao longo do dia. O levantamento começa com as informações de Montes Claros, maior município do Norte de Minas Gerais.

Montes Claros: O município confirmou 481 casos da Covid-19, sendo 254 curados. O último boletim epidemiológico aponta ainda duas novas mortes pela doença, de idosos de 85 e 97 anos.

Águas Vermelhas: O município tem 25 casos confirmados, sendo 21 curados. Os dois primeiros casos têm histórico de viagem para SP e foram registrados em 24 de maio.

Araçuaí: O município confirmou 13 casos e 67 pessoas estão em monitoramento.

Arinos: A prefeitura confirmou 35 casos da Covid-19, sendo 29 curados.

Berilo: A prefeitura confirmou cinco casos da doença, sendo quatro curados.

Bocaiuva: A Prefeitura de Bocaiuva confirmou 75 casos da Covid-19, sendo 46 curados e quatro óbitos. O primeiro caso foi confirmado em 11 de maio.

Bonito de Minas: Dois casos foram confirmados. Ambos são de moradores da zona rural.

Buritizeiro: O município tem 62 casos confirmados da doença, sendo 54 recuperados. A primeira infecção por Covid-19 foi divulgada no dia 5 de junho.

Bonfinópolis de Minas: O município confirmou o primeiro óbito de uma idosa de 82 anos. Ela morava no Centro de Convivência Senhor do Bonfim e tinha várias comorbidades. Segundo a Prefeitura, antes do diagnóstico da Covid-19, a idosa já estava fazendo acompanhamento médico porque apresentava crise de dispneia com frequência.

Foram notificados 21 casos suspeitos e oito foram confirmados.

Buenópolis: A prefeitura tem 78 casos confirmados da Covid-19, parte dos pacientes trabalha em um consórcio que atua na instalação de linhas de transmissão. O primeiro foi divulgado em 22 de maio. O município tem um óbito e 51 recuperados.

Brasília de Minas: O município tem 37 casos confirmados e nove óbitos. Os dados também incluem pessoas de outros municípios. Locais de origem dos casos confirmados: Brasília de Minas, Icaraí, Montes Claros, São Francisco, São Romão, Januária, Varzelândia e Urucuia.

Buritis: O município tem 41 casos confirmados da doença. O secretário de Administração testou positivo para a doença. Antonino Rodrigues tem 50 anos e está com sintomas gastrointestinais, fadiga muscular, febre e um leve desconforto respiratório. Por precaução, ele foi internado no Hospital Santa Lúcia, em Brasília (DF). Ele não possui comorbidades.

Cabeceira Grande: O município tem cinco casos confirmados, sendo quatro curados.

Capitão Enéas: O município tem 22 casos confirmados e três óbitos, entre eles há o da técnica de enfermagem. O primeiro caso positivo foi divulgado em 25 de maio.

Cônego Marinho: O município tem dois casos confirmados e 22 pessoas estão em monitoramento.

Coração de Jesus: O município tem quatro casos confirmados sendo dois já estão curados.

Corinto: A prefeitura confirmou 87 casos, sendo que 56 estão recuperados. Os primeiros foram divulgados em 22 de maio.

Couto de Magalhães de Minas: O município tem 134 casos notificados e oito seguem em investigação. Quatro foram confirmados.

Curvelo: O município tem 250 casos confirmados, sendo 28 de outras localidades. Onze mortes foram confirmadas, quatro são do município. O primeiro caso da Covid-19 foi confirmado em 29 de maio.

A primeira morte de uma morador de Curvelo foi registrada nesta quinta. Trata-se de um homem de 59 anos, que tinha comorbidades. Ele estava internado na UTI do Hospital Imaculada Conceição desde o dia 16 de junho. A confirmação da Covid-19 foi feita por exame PCR e teste rápido.

Datas: No total, 26 pessoas estão contaminadas no município. A faixa etária dos pacientes é de um a 86 anos, sendo que quatro são homens, 16 são mulheres e há uma criança.

Dom Bosco: A prefeitura confirmou 14 casos de coronavírus, o primeiro foi divulgado no dia 3 de junho. Trinta e cinco pessoas foram orientadas a cumprirem isolamento domiciliar.

Espinosa: O município confirmou 100 casos da Covid-19, sendo 82 recuperados e quatro óbitos. O primeiro caso foi confirmado em 11 de abril.

Felixlândia: O município tem oito casos confirmados, sendo cinco recuperados. Os primeiros casos confirmados no município foram de um idoso, de 70 anos, e a esposa de 56.

Formoso: A prefeitura confirmou o primeiro caso que é também a primeira morte por Covid-19 nesta quarta. Paciente tinha doença cardíaca e era hipertensa, segundo a secretaria de Saúde.

Francisco Sá: O município tem 30 casos da doença e 22 recuperados. O primeiro caso foi confirmado no dia 1º de junho.

Gouveia: A prefeitura confirmou 26 casos e nove ainda são investigados. Uma pessoa é considerada recuperada. O primeiro caso foi confirmado no dia 20 de maio.

Grão Mogol: A prefeitura tem 17 casos confirmados e 13 recuperados. O primeiro foi confirmado em 25 de maio.

Guaraciama: O municípios tem dois casos confirmados por teste rápido. Um é homem, tem 49 anos e sentiu uma leve febre e cólicas. Ele não tem histórico de viagens e é fumante. A outra pessoa que testou positivo é um idosa, de 62 anos, que estava muito debilitada e fazia tratamento oncológico em Montes Claros. Ela faleceu.

Ibiaí: O município de Ibiaí tem um caso confirmado da doença.Trata-se de um homem, de 41 anos, que apresentou sintomas gripais e febre. Segundo a Prefeitura, o paciente já está curado. Nove casos foram notificados e três foram descartados após exames. Dois óbitos estão sendo investigados.

Icaraí de Minas: O município notificou quatro casos e tem um confirmado. Trata-se de um paciente que faz hemodiálise em Brasília de Minas.

Inimutaba: O município confirmou o primeiro óbito de um idoso de 86 anos que faleceu no dia 6 de julho em Curvelo. Ao todo, foram confirmados 20 casos e onze pacientes estão recuperados.

Itacarambi: O município está com 20 casos confirmados da doença e 11 pacientes já estão recuperados. Os outros permanecem em isolamento domiciliar.

Jaíba: O município tem 25 casos confirmados e seis pacientes estão recuperados.

Janaúba: O município confirmou 331 casos, sendo oito mortes e 297 recuperados. O primeiro caso foi confirmado em 5 de abril.

Januária: O município tem 24 casos confirmados, sendo 16 curados e um óbito por Covid-19.

Jenipapo de Minas: A prefeitura confirmou o primeiro caso em 26 de junho. Trata-se de um idoso de 77 anos, com histórico de viagem para Teófilo Otoni.

Joaquim Felício: O município tem dois casos confirmados e um paciente é considerado curado. Foram notificados 81 casos suspeitos.

Lassance: A prefeitura confirmou cinco casos e todos os pacientes não apresentam mais sintomas da doença.

Lontra: A prefeitura confirmou a primeira morte pela doença, que é o do primeiro caso confirmado no município. Trata-se de um idoso, de 64 anos, que estava internado em Brasília de Minas. Três pessoas da família dele também testaram positivo para Covid-19.

Manga: A prefeitura confirmou dois casos da Covid-19.

Mamonas: A Prefeitura confirmou o primeiro caso de coronavírus. Trata-se de um homem, com idade entre 50 e 55 anos, que já está curado, segundo o município. Treze casos foram notificados e um permanece em investigação.

Matias Cardoso: A Prefeitura confirmou três casos da Covid-19. Ao todo, foram notificados 30 casos suspeitos e oito pessoas estão sendo monitoradas.

Medina: O município confirmou 71 casos de coronavírus, sendo três óbitos e 51 recuperados. O paciente era motorista de ambulância e ficou hospitalizado em Teófilo Otoni.

Minas Novas: A prefeitura confirmou cinco casos da Covid-19. Os primeiros foram divulgados em 1º de maio.

Mirabela: O município tem 14 casos confirmados da Covid-19. O primeiro caso confirmado foi o óbito de uma idosa, de 64 anos, que era moradora do Distrito de Muquém e fazia hemodiálise em Brasília de Minas (MG).

Monte Azul: A prefeitura confirmou 24 casos da Covid-19. O primeiro foi divulgado em 16 de abril.

Montalvânia: A Prefeitura confirmou nove casos da doença. Os primeiros são de dois pacientes de 17 e 47 anos , que estão em isolamento domiciliar.

Montezuma: A prefeitura confirmou o primeiro caso, de uma idosa de 93 anos. Ela mora na zona rural e é hipertensa. A mulher sentiu febre, fraqueza, falta de apetite e teve insuficiência respiratória. Está internada em Taiobeiras.

Segundo a prefeitura, a família não sabe como a infecção ocorreu, já que a idosa ficava em casa e não teve contato com nenhum caso positivo.

Morro da Garça: O município tem dois óbitos confirmados. O último é de um idoso de 83 anos, que estava internado em Curvelo. O primeiro foi registrado em 19 de abril. Morro da Garça tem sendo cinco confirmados.

Nova Porteirinha: O município confirmou 26 casos da doença, duas pessoas morreram e 15 estão curadas.

Pirapora: A prefeitura confirmou 130 casos da Covid-19, sendo 103 recuperados e dois óbitos óbito. No dia 3 de junho, a prefeitura informou que 13 funcionários de uma empresa testaram positivo para coronavírus. Todos são homens, com idades entre 20 e 59 anos e estão em isolamento domiciliar.

Pedra Azul: O município está com 66 casos confirmados, incluindo 27 curados e três óbitos.

Presidente Juscelino: A prefeitura confirmou 10 casos, sendo um óbito e um recuperado.

Porteirinha: A prefeitura confirmou 41 casos da Covid-19, sendo 38 curados. O primeiro caso foi confirmado em 29 de abril.

Riachinho: O município confirmou 11 casos da doença, sendo oito curados. O primeiro foi confirmado em 9 de maio. O primeiro caso confirmado é de um policial militar, de 30 anos, que também recebeu a visita dos pais, que moram em Brasília (DF). Após eles retornarem para casa, testaram positivo para a doença.

Santo Hipólito: A prefeitura confirmou 11 casos da doença. O último é de um paciente que não é morador, mas trabalha no município. O primeiro caso foi confirmado em 3 de junho.

Salinas: A prefeitura confirmou 229 casos, sendo 146 recuperados e 10 óbitos. O primeiro é de um idoso de 74 anos, que faleceu. O município foi o primeiro e decretar ‘lockdown’ no Norte de MG.

São Francisco: O município tem 39 casos confirmados, sendo cinco óbitos e 28 recuperados. A primeira morte causada por Covid-19, ocorreu no dia 17 de abril. O paciente tinha 75 anos e era hipertenso.

São Gonçalo do Rio Preto: O primeiro caso confirmado é de um idoso, que não tem histórico de viagens, mas recebeu visita de pessoas de Brumadinho (MG).

São João da Lagoa: A prefeitura confirmou o terceiro caso. Os primeiros foram confirmados em 16 de junho.

São João do Paraíso: O município confirmou 16 casos, sendo que 15 estão recuperados.

Senador Modestino Gonçalves: Infectada pelo novo coronavírus, uma moradora de Senador Modestino Gonçalves faleceu. A idosa de 70 anos foi transferida para um hospital de Caratinga (MG) de avião. Ela era hipertensa, diabética e fez uma cirurgia de retirada da mama.

Taiobeiras: Oitenta e sete pessoas testaram positivo, sendo 66 curados e dois óbitos. O primeiro foi divulgado em 8 de junho e é de uma idosa, de 86 anos, moradora da instituição. A primeira morte foi confirmada em 4 de junho. Trata-se de uma idosa de 94 anos, que morava no Lar de Idosos São Vicente de Paulo.

Três Marias: A prefeitura confirmou 76 casos da Covid-19, sendo 52 recuperados e três óbitos. O primeiro caso foi divulgado em 18 de abril.

Varzelândia: O município tem 12 casos confirmados, sendo oito curados e dois óbitos. O primeiro caso, que também foi a primeira morte, foi confirmado em 18 de abril.

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Várzea da Palma: O município tem 65 casos confirmados, sendo 50 curados e dois óbitos.

Ubaí: O município confirmou quatro casos da doença, sendo dois curados. O primeiro caso foi de uma jovem, de 24 anos, que estava morando em São Paulo e retornou dia 10 de maio.

Unaí: O município tem 685 casos confirmados, sendo 494 curados e quatro mortes. No total, 2.702 casos foram notificados como suspeitos.

Uruana de Minas: O município tem 14 casos confirmados. O primeiro foi divulgado em 23 de junho.

Urucuia: A prefeitura confirmou 19 casos, sendo 13 curados e dois óbitos.



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Plataforma faz monitoramento remoto de pacientes com covid-19


Pesquisadores desenvolveram, em São Caetano do Sul, na região do ABC Paulista, uma plataforma para acompanhar remotamente pacientes com covid-19. O sistema é uma adaptação da atenção básica oferecida pelo Programa Saúde da Família. Além de aproveitar um trabalho já estabelecido, a população da cidade, que tem 161 mil habitantes, foi incentivada a notificar os sintomas da doença por meio da plataforma.

A partir de mais de 2 mil casos suspeitos, o programa Corona São Caetano identificou 444 pessoas (28%) infectadas com o novo coronavírus, causador da covid-19. Entre os pacientes que tiveram resultado negativo em testes para a doença, os exames sorológicos indicaram que 8,6% já haviam tido contato com o vírus.

A plataforma foi desenvolvida em uma parceria entre a prefeitura de São Caetano do Sul, a Universidade Municipal de São Caetano do Sul e o Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP).

Acompanhamento

As pessoas que tiveram resultado positivo nos exames PCR foram, então, acompanhadas por estudantes de medicina pelos 14 dias seguintes. A equipe faz contatos telefônicos a cada 48 horas para avaliar a evolução dos sintomas. A taxa das pessoas doentes acompanhadas pelo projeto que precisaram de hospitalização ficou em 6,8% e a de mortes, em 0,7%.

O programa continua em funcionamento, e os dados iniciais, relativos ao período de 13 de abril a 13 de maio, foram publicados em um artigo na plataforma MedRxiv.

Projeto modelo

Os pesquisadores destacam que a experiência de São Caetano pode ser replicada em outras partes do país. “O sistema brasileiro de saúde pública é subfinanciado, mesmo assim, a infraestrutura da atenção primária está bem estabelecida em muitas áreas do país, o que pode permitir o desenvolvimento de estruturas similares a baixo custo”, diz o artigo.

De acordo com o artigo, o acompanhamento traz ainda a possibilidade de observar o desenvolvimento da doença na população fora do ambiente hospitalar.  “Os estudos epidemiológicos e clínicos têm sido realizados em ambiente hospitalar e, assim, tendem a incluir casos mais severos, que não podem ser extrapolados para a população em geral”, acrescenta o trabalho.

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