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Profissionais da saúde verificam estado de iraquianos que estavam no Irã ao chegarem ao Iraque pela passagem de fronteira Al-Shalamija, a oeste da cidade de Basra, em 27 de maio de 2020 – AFP

As autoridades iranianas anunciaram nesta sexta-feira um pico no número de novos casos de COVID-19 registrados em 24 horas, o maior em quase dois meses, alertando que a situação está piorando em certas regiões.

O porta-voz do ministério da Saúde, Kianuche Jahanour, anunciou que 2.819 novos casos foram confirmados, elevando o número total para 146.668 infecções desde o anúncio das primeiras infecções em meados de fevereiro.

O número de novos casos registrados aumentou quase constantemente desde 2 de maio – data em que o país anunciou que atingiu o menor nível em dois meses – mas o Irã não registrava esse aumento desde o início de abril.

O país começou a diminuir em meados de abril as restrições e medidas destinadas a impedir a propagação da pandemia.

Nesta semana, os restaurantes puderam reabrir ao público.

Segundo Jahanpur, foram registradas 50 mortes devido à doença nas últimas 24 horas, elevando o saldo total para 7.677.

A província de Khuzestan (sul) permanece classificada em vermelho – maior nível de risco, de acordo com o código de cores estabelecido pelas autoridades.

“As províncias de Khorassan-e-Razavi, Azerbaijão ocidental e oriental, Lorestan, Curdistão, Kermanshah, Hormozgan e Mazandaran também estão em uma situação crítica”, acrescentou o porta-voz.

Para alguns especialistas estrangeiros, mas também para várias autoridades iranianas, os números do governo são subestimados.


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