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O hospital de campanha de Manaus recebeu os cinco primeiros pacientes vítimas de Covid-19. São quatro homens e uma mulher, de 36 a 42 anos. Eles estavam na fila para serem internados no Delphina Aziz, mas o hospital de referência no Amazonas não tem mais profissionais para receber mais pacientes.

A falta de estrutura atinge outros três hospitais de apoio, todos superlotados, com pacientes deitados em macas nos corredores.

Segundo o Ministério da Saúde, o Amazonas é um dos estados com mais incidência de casos no país.

O Amazonas vai receber o reforço de cinco médicos e dez enfermeiros da Força Nacional do SUS. Eles vão trabalhar dos dias 16 a 24 de abril nos hospitais considerados de alta complexidade. Depois desse período, serão substituídos por outra equipe.

“Esses médicos são intensivistas, são emergencistas, da mesma forma que as enfermeiras. Então, tem aí uma variável de formação desses profissionais, mas que vão vir para agregar, para fazer a assistência nesse momento de crise que a gente precisa ter um reforço do quadro de recursos humanos”, afirmou Simone Papaiz, secretária de Saúde do Amazonas.

Em Parintins, primeira cidade que registrou morte por Covid-19 no Amazonas, a prefeitura baixou um decreto que obriga os moradores a usarem máscaras em locais públicos.

Em Manaus, a população está nas ruas. O governo do estado baixou um decreto em março que proíbe a abertura do comércio e o transporte intermunicipal, interestadual e fluvial. Vão funcionar apenas os serviços considerados essenciais.

“Tem muita gente que ignora isso. Talvez por não saber a gravidade que é o coronavírus. Talvez, quando as pessoas começarem a sentir ou tiverem a perda de um parente, vão começar a entender o quanto isso é grave”, pondera o governador Wilson Lima (PSC).

O hospital de campanha foi montado pela prefeitura de Manaus. A rede particular de hospitais Samel cedeu pessoal, equipamentos e vai ajudar na gestão.

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