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O estado de São Paulo registrou 229 novas mortes e 7.881 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas neste sábado (12), chegando ao total de 32.567 óbitos desde o início da pandemia.

Os registros em 24 horas costumam ser menores aos finais de semana e feriados devido ao atraso nas notificações no sistema, já que as equipes trabalham em esquema de plantão.

A média móvel de mortes, que leva em consideração os registros dos últimos 7 dias e minimiza as diferenças das notificações, é de 179 óbitos neste sábado. Já a média móvel de casos por dia neste sábado foi de 5.372.

Os novos registros no estado de SP nas últimas 24 horas:

  • 229 novas mortes
  • 7.881 novos casos

O total no estado de SP desde o início da pandemia:

  • 32.567 mortes
  • 890.690 casos confirmados

Na sexta-feira (11), a gestão João Doria (PSDB) anunciou que todo o estado está, pela primeira vez, na fase amarela do plano de flexibilização da economia. O governo também mudou o critério para as reclassificações, que serão feitas agora mensalmente e não mais a cada 15 dias.

Para o governo estadual, o estado de São Paulo já passou o pior momento da pandemia.

O total de pacientes internados com suspeita ou confirmação da Covid-19 no estado neste sábado (12) é de 10.631, sendo 6.085 em enfermaria e 4.517 em unidades de terapia intensiva (UTI).

A taxa de ocupação dos leitos de UTI permanece acima da metade, porém estável, com 51,7% na Grande São Paulo e 52% no estado.

O estado de São Paulo permaneceu por mais de três meses com a média diária de novas mortes em patamar acima de 200, o chamado platô, quando ocorre estabilidade no ponto alto da curva epidemiológica.

No dia 27 de agosto, após o longo período de estabilidade ininterrupto nos novos registros, a média diária de mortes apresentou tendência de queda pela primeira vez, com variação de -20% em comparação ao valor registrado nos 14 dias anteriores. Mas no dia 28 de agosto, a tendência voltou à estabilidade. Nesta terça (8), a tendência de queda voltou a ser verificada e ela permanece até esta sexta.

Para a gestão estadual, o estado já passou o pior momento da pandemia. Embora os novos registram venham sendo menores, os especialistas alertam que para confirmar a saída do platô é preciso que queda de novos casos e mortes seja sustentada nos próximos dias.

Mortes por Síndrome Respiratória

O registro de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) sem causa especificada no estado de São Paulo em 2020 foi 23 vezes maior do que o registrado em 2019, segundo dados do Infogripe, plataforma da Fiocruz que analisa os dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe.

Entre janeiro e julho de 2019 foram 932 as pessoas que morreram no estado por causa da Síndrome Respiratória Aguda Grave, sendo 660 mortes sem identificação do agente etiológico. No mesmo período em 2020, o estado de São Paulo já somava mais de 44 mil mortes por SRAG, sendo 27.833 mortes confirmadas pelo coronavírus, e 16.549 mortes sem diagnóstico.

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