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Apesar de ser filho de uma médica, a descoberta da Medicina como destino profissional foi tardia para Carlos Alves. Com 28 anos, no quarto ano do internato em Pneumologia, a pandemia apanhou-o no olho do furacão: estava no Hospital de São João quando os primeiros doentes foram diagnosticados em Portugal. Rapidamente regressou à ‘casa de origem’, o sobrelotado Hospital Fernando Fonseca, mais conhecido como Amadora-Sintra. Passado o primeiro embate, assume que a pandemia o obrigou a superar o medo.

Como é que a pandemia se cruzou com o seu internato?

Estava no Porto, num estágio sobre doenças pulmonares no Hospital de São João, quando deu entrada no serviço o primeiro doente com covid-19. Percebemos que a situação do país estava a modificar-se e que o modelo de consultas iria ficar muito limitado. A situação no meu hospital também começou a ficar complicada. Regressei a Lisboa sem ter sido chamado, mas senti que era mais necessário no Fernando Fonseca.

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