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Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

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13h12 – Detidos dois homens em Reguengos de Monsaraz por alegado desrespeito ao confinamento

Dois homens, de 21 e 34 anos, foram detidos pela GNR em Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, por alegado desrespeito às regras de confinamento a que estavam obrigados no quadro da pandemia.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana indica que as detenções foram feitas por militares do posto de Reguengos de Monsaraz, na sequência de uma denúncia de que os homens estariam a infringir a obrigatoriedade de confinamento domiciliário.

Os militares deslocaram-se ao local e verificaram que os suspeitos encontravam-se na via pública, em infração ao confinamento que lhes estava determinado pela Autoridade de Saúde Pública.

Os dois homens foram detidos e reencaminhados para a respetiva residência, tendo os factos sido remetidos para o Tribunal Judicial da cidade.
 
13h00 – Universidade de Coimbra produz biospray anti-coronavírus

Um spray contra o novo coronavírus produzido na Universidade de Coimbra vale o Prémio de Inovação em Saúde ao Centro de Neurociências e Biologia Celular da instituição.

O biospray é capaz de neutralizar o coronavírus em superfícies. É um projeto de baixo custo, porque os anticorpos são produzidos em ovos de galinhas.

O repórter da Antena 1 Horácio Antunes foi conhecer esta investigação em Coimbra.

12h51 – Moura prolonga medidas de apoio até final de setembro

A Câmara Municipal de Moura decidiu prorrogar até final de setembro as medidas excecionais de apoio a famílias, empresas e instituições do concelho, aprovadas em abril na sequência da pandemia de Covid-19.

As medidas, que visam “minimizar os impactos financeiros e económicos ocasionados pela perda de rendimentos e atividades económicas” da população do concelho, estavam em vigor até junho. Todavia, a autarquia decidiu-se pelo prolongamento, dado que “a atual situação epidemiológica está longe de ser erradicada”.

“O apoio à população é fundamental e essencial ao seu bem-estar, sendo exemplo disso duas medidas disponibilizadas pelo município, o programa Abem e a medida Prato Quente, que tiveram um aumento significativo de beneficiários, chegando, atualmente, a 182 e 124 pessoas, respetivamente”, refere um comunicado do município, citado pela Lusa.

12h47 – Loures vê condições para fazer sair duas freguesias da calamidade

O presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares, considera estarem reunidas as condições para que as duas freguesias do concelho com mais restrições possam sair na próxima semana da situação de calamidade.

“Se se confirmar a trajetória de descida, quer do número de casos ativos, quer do número de novos casos diários, eu julgo que estão criadas as condições para as nossas freguesias saírem do estado de calamidade”, afirmou o autarca, ouvido pela Lusa.

Em causa estão as Uniões de Freguesias de Camarate, Unhos e Apelação, e de Sacavém e Prior Velho, duas das 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa (AML) com medidas mais restritivas devido ao surto da Covid-19.

Bernardino Soares adiantou que, neste momento, em todo o concelho de Loures estão ativos cerca de 350 casos, “um número muito abaixo” dos que já se verificaram.

“Os últimos números apontam para uma média de 19 casos diários, muito abaixo dos 30, 40, 50 que tivemos noutras semanas. Portanto, a situação está bastante normalizada”.

12h01 – “Sério risco” de problemas adicionais de saúde mental

A pandemia da Covid-19 representa “um sério risco” de problemas adicionais de saúde mental, sendo “particularmente preocupantes” as perturbações nos próximos meses, devido “às graves consequências” sociais e económicas da crise, alerta um relatório.

“A situação de isolamento, de incerteza quanto ao futuro, de perda e de luto poderá determinar, numa primeira fase, um aumento dos problemas de ansiedade e depressivos, na maior parte dos casos autolimitados e de gravidade ligeira”, refere o relatório Estado da nação e as políticas públicas, organizado pelo ISCTE.

“São particularmente preocupantes as perturbações mentais que se desenvolverão ou agravarão nos próximos meses, principalmente devido às graves consequências sociais e económicas desta crise de saúde pública (pobreza, desemprego, precariedade, insegurança e endividamento)”.

A análise é da economista da saúde e gestora hospitalar Ana Sofia Ferreira, da psiquiatra Manuela Silva, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e de Julian Perelman, da Escola Nacional de Saúde Pública. Estes especialistas destacam que Portugal está em quinto lugar, entre os países da OCDE, no consumo de antidepressivos, apresentando também elevado consumo de ansiolíticos.

11h52 – Crise deixou a nu problema democrático para os media

A Comissão Europeia conclui que a crise gerada pela pandemia da Covid-19 revelou um “problema democrático” para os meios de comunicação social na Europa, nomeadamente pela diminuição das receitas. Bruxelas frisa que “a pressão económica não pode tornar-se em pressão política”.

“A crise da Covid-19 salientou o papel crucial dos jornalistas, que têm estado na linha da frente, pondo por vezes a sua saúde em risco e trabalhando em condições muito difíceis, mas a crise também revelou […] uma descida nas receitas e isto não só é um problema económico, como também um problema democrático”, declarou a vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta dos Valores e Transparência, Vera Jourova, falando com alguns meios de comunicação social europeus, incluindo a agência Lusa.

Quanto ao estudo Media Pluralism Monitor, agora divulgado e segundo o qual os media na Europa enfrentam múltiplas ameaças, como o aumento do assédio a jornalistas, nomeadamente por políticos, a crescente incerteza económica e a esfera dos online a falhar o reforço do pluralismo , Vera Jourova notou que tais dificuldades foram “amplificadas com a crise”.

A responsável enfatiza a necessidade de “salvaguardar condições básicas de trabalho para os jornalistas”, assim como “a sua proteção e os seus direitos”, numa altura em que “os media estão a perder dinheiro, mas também pessoas”.

10h57 – Buenos Aires paga para que infetados aceitem confinamento

O Governo da província de Buenos Aires, onde vivem 38 por cento dos argentinos, vai pagar para os doentes de baixos rendimentos, assintomáticos ou com sintomas ligeiros, aceitarem ficar internados em centros alternativos de saúde.

“Nem todos têm as mesmas condições para se isolarem nas suas casas e não se isolam porque sentem que perdem alguma coisa. Por isso, a província vai dar 500 pesos por dia (seis euros) para compensar e incentivar esse isolamento em albergues”, indicou o governador provincial, Axel Kicillof.

O pagamento diário integra o programa “Acompanhar”, que prevê seduzir, financeiramente, contagiados por coronavírus com sintomas ligeiros.

Para compensar a perda diária de trabalho e convencer os infetados da importância do isolamento, serão pagos 500 pesos por dia durante um período máximo de dez dias. O valor máximo de cinco mil pesos (60 euros) representa metade da ajuda financeira mensal que o Governo argentino concede a cidadãos de baixos rendimentos no contexto pandémico.

10h51 – CDC África encoraja remédios tradicionais com eficácia comprovada

O diretor do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana defende a utilização de medicina tradicional africana no combate à Covid-19, sublinhando, todavia, a necessidade de garantir padrões técnicos e de eficácia.

“Sempre disse que a solução para combater a Covid-19 está na inovação, mas a inovação pode vir de vários sítios, podemos e devemos encorajar a medicina tradicional africana, como se faz com a chinesa, mas temos de garantir que a segurança do remédio é garantida, que a eficácia é assegurada e que os padrões de qualidade são aplicados de forma transversal e abrangente”, afirmou John Nkengasong.

Nkengasong recordou, em conferência de imprensa, que está a ser formada uma comissão para estudar a eficácia de remédios tradicionais apresentados por alguns países, como Madagáscar e o Gana, como tendo potencial para combater a Covid-19.

“Somos a favor da utilização de remédios tradicionais, devemos tornar isso formal e fazê-lo de forma organizada e centralizada”.

10h21 – Macau atribui novos cartões de consumo

As autoridades de Macau apresentaram esta quinta-feira a segunda fase do plano de incentivo ao consumo aos residentes, que arranca a 1 de agosto e pode injetar mais de 3,5 mil milhões de patacas, o equivalente a 380 milhões de euros, na economia.

O cartão de consumo eletrónico foi uma das primeiras medidas anunciadas pelo Governo de Macau para responder à crise provocada pela pandemia da Covid-19.

O objetivo da segunda fase passa por “continuar a estabilizar a economia local”, afirmou o diretor dos Serviços de Economia, Tai Kin Ip, em conferência de imprensa.

Um primeiro montante de três mil patacas (330 euros) foi atribuído a cerca de 625 mil residentes, que levantaram o cartão, para ser gasto em maio, junho e julho. A partir de agosto, os residentes voltam a receber mais cinco mil patacas (550 euros) e o montante poderá ser gasto até 31 de dezembro.

O cartão pode ser recarregado a partir do dia 27 de julho em 190 postos, de forma eletrónica, em vários serviços públicos, associações e serviços bancários. Quem não levantou o primeiro cartão pode fazê-lo nos postos indicados, explicou ainda Tai Kin Ip.

O limite máximo de gastos diário volta a ser de 300 patacas (35 euros).

9h30 – Ponto de situação do foco em Tomar

Há um foco de Covid-19 numa empresa de transformação de carnes de Tomar. Trata-se de 40 trabalhadores da Riba Sabores, de vários setores, que testaram positivo para o novo coronavírus.

A fábrica foi encerrada por indicação da delegada regional de saúde. A câmara de Tomar está a tentar identificar outras possíveis linhas de contágio.

A reportagem da RTP falou com a presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas, que atualizou os dados deste surto.

9h11 – ONG doa material de proteção a jornalistas em Maputo

A delegação moçambicana do Instituto para a Comunicação Social na África Austral (Misa) doou máscaras e álcool em gel para jornalistas em Maputo.

“O lote entregue destina-se aos jornalistas da cidade e província de Maputo. Nos próximos dias, o material deverá ser distribuído pelas restantes províncias do país”, afirma o Misa em nota citada pela agência Lusa.

A iniciativa tem como parceiro o Sindicato Nacional de Jornalistas e apoio da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.

O presidente do Misa, Fernando Gonçalves, considera que os jornalistas desempenham um papel “extremamente importante” na mobilização da população para medidas de prevenção.

“É importante que os jornalistas exerçam esse papel protegidos e sirvam como exemplos”.

8h40 – China deteta mais 19 casos de contágio local no noroeste

A China diagnosticou mais 19 casos de contágio local de Covid-19 nas últimas 24 horas, quase todos na região de Xinjiang, no extremo noroeste do país, e três oriundos do exterior, indicaram as autoridades chinesas.

Xinjiang registou 18 novos casos, enquanto a província de Liaoning, no noroeste da China, registou um caso.

Urumqi, a capital de Xinjiang, com 3,5 milhões de habitantes, detetou um surto na semana passada, interrompendo um período de quase duas semanas sem novos casos na China.

Xinjiang implementou medidas de prevenção, incluindo a suspensão do metropolitano local e o cancelamento de centenas de voos, e iniciou uma campanha maciça de testes para tentar conter o surto o mais rapidamente possível, noticiou a imprensa local.

Pequim, onde um novo surto detetado no mês passado levou a medidas parciais de confinamento, está há mais de duas semanas sem novas infeções.

As autoridades de saúde acrescentaram que 15 pacientes tiveram alta, fixando o número total de casos ativos no país asiático em 240.

8h36 – América Latina e Caraíbas com mais de quatro milhões de casos

O número de casos de Covid-19 na região da América Latina e Caraíbas ultrapassou na quarta-feira a barreira dos quatro milhões, de acordo com a contagem da agência France Presse.

A região é uma das mais fortemente afetadas pelo novo coronavírus SARS-CoV2, com 4.040.925 contaminações e 172.886 mortes associadas à pandemia de Covid-19.

O Brasil registou, sozinho, mais de 2,2 milhões de casos, sendo o segundo país mais afetado pela pandemia depois dos Estados Unidos.

As autoridades de Brasília registaram um número recorde de casos positivos nas últimas 24 horas, com 67.860 novas infeções, e os especialistas estimam que o número é subavaliado, dado o número de testes realizados ser falível.

O Brasil já conta com 82.771 mortos, seguindo-se na região da América Latina e Caraíbas o México, que ultrapassou a barreira dos 40 mil mortos na terça-feira e o Peru, que passou os 17 mil mortos na quarta-feira.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (142.312) e mais casos de infeção confirmados (mais de 3,9 milhões).

8h30 – Estados Unidos com mais 1059 mortos e 63.967 novos casos

Os Estados Unidos registaram 63.967 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, batendo pelo nono dia consecutivo as 60 mil infeções, além de 1059 mortos, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins.

Desde o ínicio da pandemia, aquele país totalizou mais de 3,9 milhões de casos confirmados e 142.942 óbitos, segundo os números contabilizados pela universidade norte-americana, sediada em Baltimore (leste), até à 1h30 desta quinta-feira em Lisboa.

Nos últimos nove dias, os Estados Unidos registaram diariamente mais de 60 mil casos de Covid-19, com um máximo de 77.638 novas infeções na sexta-feira.

Com quase 415 mil casos confirmados, a Califórnia tornou-se o estado com mais infeções por coronavírus, ultrapassando Nova Iorque. Mais de 7.800 pessoas morreram na Califórnia desde o início da pandemia, incluindo 115 no último balanço diário.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e mais casos de infeção confirmados.

8h20 – Alemanha divulga números

O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 569 para um total de 203.368 desde o início da pandemia.

Ainda segundo os dados do Instituto Robert Koch para doenças infecciosas, o número de casos mortais de Covid-19 em território alemão subiu em seis para 9101.

7h50 – Índia estabelece nova marca diária na pandemia

As autoridades de saúde da Índia reportaram mais de 45 mil novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, uma nova marca sem precedentes no país.

As 45.720 infeções elevaram o total de contágios na Índia para 1.238.635, dos quais 29.861 resultaram em mortes.

Nas últimas 24 horas, o país reportou 685 mortos, a que acrescem 444 vítimas fatais da doença que não tinham haviam ainda notificadas.

Os governos locais na Índia têm ordenado confinamentos focados em áreas de alto risco.

Na quarta-feira, por exemplo, a região indiana de Caxemira decretou cinco dias de confinamento em zonas consideradas de risco. Já o Estado de Bengala Ocidental impôs a partir desta quinta-feira o confinamento total durante dois dias.

A Índia é o terceiro país do mundo em número de infetados, depois de Estados Unidos e Brasil.

7h44 – Tribunal de Contas quer apurar todos os gastos com a Covid-19

O Tribunal de Contas considera insuficiente a informação sobre os gastos com as medidas de resposta à Covid-19 e recomenda ao Governo que quantifique o impacto desagregado de todas elas, incluindo a receita que deixa de ser arrecadada.

A posição consta do primeiro relatório de dois que serão publicados em 2020, agora divulgado pelo Tribunal de Contas, de acompanhamento da execução orçamental sobre as medidas tomadas no âmbito da Covid-19, relativas aos primeiros três meses da pandemia (março, abril e maio).

A instituição presidida por Vitor Caldeira considera que a informação divulgada pelo Ministério das Finanças na síntese mensal da execução orçamental “é insuficiente por não permitir identificar o impacto de cada medida adotada, nem grupo de medidas”.

Além disso, o Tribunal diz que também na Segurança Social faltam conhecer os “impactos relevantes na receita” devido à isenção do pagamento de contribuições das empresas no âmbito do ‘lay-off’ simplificado, “apesar da informação estar disponível nos sistemas da Segurança Social e do seu impacto muito significativo”.

O Tribunal de Contas recomenda ao ministro de Estado e das Finanças, João Leão, e à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que garantam “a quantificação do impacto desagregado de todas as medidas tomadas no âmbito da pandemia da Covid-19, incluindo a receita que deixa de ser arrecadada”.

7h00: Ponto de situação

Está declarado um foco de Covid-19 numa empresa de transformação de carnes de Tomar. Trinta e quatro trabalhadores da Riba Sabores testaram positivo para o novo coronavírus.

A fábrica foi encerrada por indicação da delegada regional de Saúde.

A Câmara Municipal de Tomar está a tentar identificar outras linhas de contágio. Só depois decidirá se avança com medidas adicionais de prevenção.
O quadro em Portugal
De acordo com o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, conhecido na tarde de quarta-feira, morreram mais cinco pessoas com Covid-19 em Portugal, face ao dia anterior.

O total de óbitos causados pela doença ascende a 1702.

Uma sondagem da Universidade Católica para a RTP
e o jornal Público
revela que 89 por cento dos inquiridos dão nota
positiva ao sistema de saúde. Mas 36 por cento duvidam de que o SNS
consiga ter a mesma resistência numa segunda vaga.Continuam internadas
439 pessoas, das quais 59 em unidades de cuidados intensivos.

Há também registo de mais 252 casos de infecão pelo SARS-CoV-2, o coronavírus na origem da Covid-19. Desde o inicio da pandemia registram-se 49.150.

A Direção-Geral da Saúde reporta mais 230 pessoas consideradas recuperadas: são agora 33.999.

O Governo assegura que é residual o número de pessoas que entram pelo Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, sem terem feito o teste à Covid-19.

A secretária de Estado adjunta e da Saúde explicou que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras identifica os cidadãos, que depois são contactados pelas autoridades de saúde.

Um dos efeitos da Covid-19 em Portugal foi o adiamento de milhares de consultas.

Os profissionais de saúde consideram que esta é a altura certa para preparar o inverno e um eventual segundo surto, a par da gripe, mas avisam que estão exaustos.
O quadro internacional

A pandemia da Covid-19 já fez mais de 617.500 mortos e infetou mais de 15 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço em permanente atualização por parte da agência France-Presse, a partir de fontes oficiais.

A doença é gerada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, detetado no final de dezembro em Wuhan, cidade do centro da China.

Após a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia, em fevereiro, o Continente Americano é agora o que apresenta mais infeções e mais casos mortais.

O Brasil, segundo país mais atingido, atrás dos Estados Unidos, registou 67.860 casos de Covid-19 em 24 horas, o maior número diário desde a primeira infeção notificada no país sul-americanao, a 26 de fevereiro.

As autoridades de saúde do Brasil reportam um total de 2.227.514 casos da doença.

Foram também registadas mais 1284 mortes, que elevam para 82.771 o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus.



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