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Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

Mais atualizações


13h44 – “Não tememos” processos judiciais


Questionado pelos jornalistas a propósito de a diretora de um lar de Melgaço ter sido constituída arguida, o secretário de Estado diz não temer processos, confiando, além disso, na separação de poderes. “Quando houver motivos para tal, aguardaremos”, reforça.

13h42 – 130 profissionais testados no Hospital de São José

Sobre o surto no hospital de São José, em Lisboa, Graça Freitas disse que dos 36 doentes que estavam internados, sete foram transferidos para o hospital Curry Cabral e 29 estão isolados nas enfermarias.

A diretora-geral da Saúde afirmou ainda que foram testados 130 profissionais da cirurgia do hospital de São José, estando apenas 10 em isolamento domiciliário.

Já quanto ao IPO, Graça Freitas garante que a situação está “completamente estabilizada”, embora o surto ainda não tenha sido “dado por terminado”. Contudo, a medida de testar todos os profissionais e pacientes continua em vigor no IPO.

13h40 – Plano de contingência para o Inverno a ser preparado

O secretário de Estado revela que o plano para o Inverno está a ser preparado, em áreas tão diversas como o reforço de pessoal (que já está a ser contratado), as respostas covid e não covid, vacinação, etc, garantindo que será dada conta desse plano à medida que for sendo concebido em pormenor.


Um plano que prevê, por exemplo, um alargamento da rede de testagem para melhor responder a uma eventual segunda vaga.


A maioria dos ventiladores (mais de 700) já chegaram a Portugal.

13h34 – DGS apela que médicos e laboratórios preencham formulários

Quanto à melhoria da informação, Graça Freitas admite que o processo de informação e da “transparência da informação tem sido alvo de uma melhoria continua”.

A DGS refere que embora os formulários, como do Sinave Med, sejam “complexos”, mas que é necessário pedir informação, “se queremos ter informação”.

“Só temos informação que nos é reportada”, afirmou Graça Freitas, apelando aos “médicos e aos laboratórios que preencham tanto quanto possível esses formulários”, porque esses dados são importantes “para acompanhar a pandemia”.

Reforçando a afirmação de Luís Góis Pinheiro, a diretora-geral explicou que “os automatismos que estão a ser testados, vão permitir rapidez no processo e alguma segurança adicional desse processo”. Além disso, os técnicos especializados poderão “analisar melhor a informação em tempo útil”.

No entanto, não é esperado o aumento de casos com o automatismo dos sistemas de informação.

13h30 – Informação do Sinave Med é “essencial” para controlo da epidemia

Questionado sobre os formulários do Sinave Med, Luís Góis Pinheiro afirmou que esta era uma intervenção “orientada para o tratamento da informação e não para a sua recolha”, mas garante que está a ser reforçada a infraestrutura tecnológica que “serve de suporte ao Sinave”.

O SPMS considera que esse reforço da infraestrutura tecnológica “irá seguramente ter reflexos positivos na experiência do utilizador”. No entanto, a principal queixa a este sistema tem a ver com “a dimensão da informação que é necessário recolher”, informação essa que a DGS considera “crítica e essencial para conseguir fazer um controlo da epidemia de forma completa”.

13h29 – Há 42 infetados no Carregado

Relativamente ao surto identificado no Carregado, Graça Freitas garante que as autoridades estão já a acompanhar a situação.

“Neste momento, há 42 casos confirmados e 170 pessoas testadas, cujo resultado se aguarda”.

Além disso, está a ser “feita a intervenção que costuma ser feita entre as autoridades de saúde e as forças locais para tentar perceber este surto, contê-lo na origem e também procurar contactos próximos destas pessoas”. Graça Freitas acrescenta que está a decorrer todo um “trabalho de investigação epidemiológica” na região do Carregado e localidades próximas de Lisboa e Vale do Tejo.

13h23 – Dias de calor influenciam saúde e grupos “vulneráveis”

Começando por recordar as altas temperaturas previstas para todo o país durante os próximos dias, Graça Freitas lembrou que “estas circunstâncias costumam estar associadas a maior morbilidade e, eventualmente, a maior mortalidade” e apelou a que houvesse mais “atenção” aos “grupos mais vulneráveis”.

As crianças, os idosos, grávidas e doentes crónicos são os principais grupos de risco e a diretora-geral da Saúde alerta que, numa altura em que se previne contágios, “não convém esquecer medidas básicas”, como “beber água ou sumos de fruta” ou “evitar estar ao sol nas horas de maior calor”.

“Vai ser uma semana muito quente e esse calor vai ter influência na nossa saúde”, relembrou a DGS.

13h22 – SPMS quer integrar e automatizar sistemas de informação

Luís Góis Pinheiro, presidente Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) confirmou, na conferência de imprensa que, esta entidade está a cooperar com a Direção-Geral da Saúde, e “tem vindo a fazer uma intervenção no sentido de promover a integração de vários sistemas”, como o “Sinave Lab com o Sinave Med”.

“O que se pretende é que essa informação seja extraída automaticamente, seja também confrontada com a informação do registo nacional do utente, melhorando a qualidade dos dados” e, através de um “conjunto de operações e de filtros” permitir encontrar “relações entre essa informação”.

Tratam-se de operações “complexas” que “exigem grande intervenção manual”, como por exemplo identificar se “determinada notificação feita em Sinave Lab corresponde ou não a uma notificação prévia feita em Sinave Med”, ou se “uma notificação negativa em Sinave Lab representa um utente que já se encontra curado ou se representa um doente que nunca chegou a estar doente”, esclareceu.

O objetivo da cooperação dos SPMS e da automatização das operações é “elevar muito a celeridade da obtenção dessa informação e também diminuir o erro”.

“Quanto menos intervenções manuais tivermos nestas operações, maior é a probabilidade do erro não existir”, declarou ainda o presidente da SPMS.

Este trabalho “está em curso, está praticamente na fase final”, estando a decorrer testes com a DGS, neste momento, e está previsto que a “ferramenta” esteja finalizada em breve.


Luís Góis Pinheiro acrescentou ainda que a SPMS tem vindo ainda a “aperfeiçoar a ferramenta Trace Covid, que se tem vindo a tornar numa ferramenta fundamental na gestão da pandemia e no apoio aos médicos”.


13h19 – “Intervenção profunda” a nível do sistema de recolha dos dados


A pedido da DGS, os serviços partilhados do Ministério da Saúde estão a fazer uma “intervenção profunda” a nível do sistema de recolha dos dados, para reduzir as tarefas manuais e diminuindo a possibilidade de erros. “Só com transparência e rigor e com o contributo de todos, podemos ultrapassar os desafios” da epidemia, refere o secretário de Estado.


13h15 – Taxa de letalidade global é de 3,5%


Na conferência de imprensa de atualização dos dados epidemiológicos, o secretário de Estado da Saúde revelam que a taxa de letalidade para pessoas com mais de 70 anos é de 16,1%.


Há 5,5% de residências para idosos com casos de covid-19. Desde março, houve 6.600 doentes que foram transferidos para unidades de cuidados continuados.


Há mais 3.900 profissionais de saúde no terreno desde o início da pandemia e mais de 81% dos doentes já recuperaram.


13h10 – Mais de 569 mil mortos e quase 13 milhões de infetados no mundo


A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 569.135 pessoas e infetou quase 13 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.


De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa até às 11:00 de Lisboa, já morreram pelo menos 569.135 pessoas e há mais de 12.927.000 infetados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

Pelo menos 6.905.200 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.


12h57 – Portugal regista dois mortos e 306 novas infeções em 24 horas


Os novos casos equivalem a um aumento de 0,7%.


De acordo com a Direção Geral de Saúde, desde o início da pandemia até hoje registam-se 46.818 casos de infeção confirmados e 1.662 mortes.


O boletim epidemiológico indica também mais 158 recuperados em 24 horas.


A região de Lisboa e Vale do Tejo regista 254 das 306 novas infeções e um dos mortos das últimas 24 horas.

12h40 – 38 pessoas infetadas numa fábrica de cerâmica no Carregado, concelho de Alenquer

Depois de detetados os primeiros casos positivos no início da semana passada, a empresa começou a testar os restantes trabalhadores este fim de semana.

Em maio tinham sido também detetados dois casos de Covid-19 nesta fábrica.

12h35 – Limite de 50 euros para pagamentos realizados por cartões bancários sem contacto vieram para ficar

Introduzidos em março como resposta à pandemia, tornam-se agora definitivos.

A medida já tinha sido sugerida no mês passado pelo administrador do Banco de Portugal Hélder Rosalino em entrevista à Antena 1 e ao Jornal de Negócios. Agora é confirmada em comunicado pelo banco central, perante a adesão do público à tecnologia que evita a introdução de pin nos terminais.

Os consumidores passaram a recorrer à tecnologia contactless em cerca de 20 por cento das compras com cartão.


12h27 – Alemanha aponta “perigo real” de uma segunda vaga


A Alemanha identificou 159 novos casos de covid-19 num dia para um total de 198.963, com o ministro da Saúde, Jens Spahn, a avisar que “o perigo de uma segunda vaga é real”.


Em conferência de imprensa conjunta com o diretor do Instituto Robert Koch (RKI) Lothar Wieler, o ministro da Saúde salientou que a Alemanha tem sabido lidar relativamente bem com a pandemia de covid-19, mas os números de vários outros países indicam que tudo pode mudar rapidamente.


“Não devemos confiar numa falsa segurança”, sublinhou, acrescentando que o que o país alcançou até agora “não pode ser comprometido”.


A Alemanha tem registado vários surtos locais e regionais, entre eles um numa fábrica de carne, na zona de Gütersloh, que infetou mais de 1.500 trabalhadores.

12h05 – Cidade de Tânger, em Marrocos, volta a estar confinada

O surgimento de novas infeções em habitações faz as autoridades marroquinas imporem novas restrições.

Os estabelecimentos comerciais estão fechados, não há transportes públicos, os habitantes estão a ser aconselhados a ficarem em casa. Casamentos, funerais e ajuntamentos estão proibidos.

Desde a meia-noite que só se pode sair da cidade de Tânger com autorização das autoridades municipais.


11h45 – América Latina e Caraíbas são segunda região do mundo com mais mortes



A região da América Latina e Caraíbas tornou-se hoje a segunda mais afetada pela pandemia de covid-19 no mundo em número de mortos, depois da Europa, com mais de 144 mil óbitos oficialmente declarados, segundo uma contagem da agência France-Presse.


Com 144.758 mortos declarados oficialmente às 08:00 TMG de hoje (09:00 em Lisboa), a região ultrapassou o total de óbitos apresentados pelos Estados Unidos e Canadá (acumulado de 144.023) e situa-se atrás da Europa, que regista 202.505.


O Brasil é o país com mais óbitos da região com 72.100 mortes (para 1.864.681 casos), e a seguir vêm o México (35.006), que passou a Itália, o Peru (11.870) e o Chile (6.979).


Com mais de 3.370.000 casos registados, a América Latina torna-se também na segunda região mais afetada, imediatamente a seguir aos Estados Unidos e Canadá, que confirmaram cerca de 3.400.000.

11h30 – Bélgica junta às zonas de maior vigilância o Alentejo e o Algarve

Os viajantes que entrem na Bélgica vindos do Alentejo e do Algarve estão sujeitos a maior controlo devido à pandemia da covid-19, mas na zona laranja, uma categoria menos grave do que aos residentes das 19 freguesias da área metropolitana de Lisboa que estão em estado de calamidade.

Estas pessoas estão obrigadas a um teste à covid19 e a quarentena à chegada ao país. Já as pessoas que vão para a bélgica a partir do Alentejo e do Algarve estão sujeitas a maior vigilância, mas o sítio do ministério dos Negócios Estrangeiros belga não especifica as medidas a aplicar nestes casos.


11h18 – Bruxelas aprova ajuda estatal holandesa de 3,4 mil milhões de euros à KLM


A Comissão Europeia aprovou hoje uma ajuda estatal da Holanda à companhia aérea holandesa KLM, um apoio urgente à liquidez na forma de garantia estatal e um empréstimo público devido à crise gerada pela covid-19 na aviação.


“A Comissão Europeia aprovou, ao abrigo das regras [temporárias] para auxílio estatal na UE, uma medida holandesa no valor de 3,4 mil milhões de euros, que consiste numa garantia estatal para empréstimos e num empréstimo estatal fornecido à KLM para fornecer liquidez urgente à empresa no contexto do surto do novo coronavírus“, informa o executivo comunitário em nota de imprensa.


10h57 – Número de mortos em África sobe para 13.238 em quase 595 mil casos


O número de mortos em África devido à covid-19 subiu hoje para 13.238, mais 250 nas últimas 24 horas, em quase 595 mil casos, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.


De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados subiu para 594.841, mais 16.937 nas últimas 24 horas, enquanto o número de recuperados é hoje de 297.480, mais 10.469.


A África Austral regista o maior número de casos (285.940) e regista 4.236 mortos, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais infetados e mais mortos em todo o continente, com 276.242 casos e passou hoje as quatro mil vítimas mortais (4.079).


10h44 – Governo reúne-se esta tarde com autarcas dos cinco concelhos mais afetados de Lisboa e Vale do Tejo


Está marcada para as 15h00 a reunião entre o executivo e os autarcas dos concelhos que integram as 19 freguesias que mantêm medidas restritivas devido ao número de casos registados.


A reunião decorre na residência oficia do primeiro-ministro, sem António Costa que está em Haia, e vai ser presidida pela ministra Mariana Vieira da Silva.

Na reunião deverão estar também os ministros da Saúde e da Administração Interna e o secretário de Estado Duarte Cordeiro, o responsável pela coordenação em Lisboa e Vale do Tejo.
10h26 – Diretora de Lar em Melgaço constituída arguida

Foi constituída arguida a diretora de um Lar em Melgaço, no distrito de Viana do Castelo. Nas celebrações da Páscoa, esta responsável do Centro Paroquial de Paderne deu a cruz a beijar a, pelo menos, 17 utentes da instituição. Agora, a diretora do lar vai ter de responder na justiça pelo crime de propagação de doença.

A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias e confirmada pela Antena 1.


9h45 – Reino Unido está a combater mais de 100 surtos localizados por semana


As autoridades de saúde britânicas estão a atuar para suprimir mais de 100 surtos localizados de covid-19 por semana no Reino Unido, revelou hoje o ministro da Saúde Matt Hancock, a propósito de mais uma fase de alívio de restrições.


Num artigo hoje para o jornal Daily Telegraph, Hancock escreve que o aumento de capacidade de testagem está a permitir encontrar mais casos.

“O resultado é que podemos aliviar mais o confinamento, e tomar medidas direcionadas. Todas as semanas são aplicadas mais de 100 ações locais por todo o país, algumas são noticiadas, mas outras são resolvidas de forma rápida e silenciosa”, adianta.


9h25 – Novo recorde de casos a nível mundial

A Organização Mundial de Saúde revelou que foi atingido um novo recorde de casos em 24 horas, com 230 370 casos, poucos dias depois de ter sido atingido um idêntico recorde. México ultrapassou a Itália em número de mortes e é o quarto país com mais casos mortais.


9h20 – Número de passageiros no aeroporto de Heathrow desce 95% em junho


Houve 350 mil pessoas a passar pelo aeroporto, menos 95% do que em igual mês do ano passado. Os mercados da América do Norte e África foram os que tiveram maiores descidas.


08h55 -Espanha. Justiça suspende o reconfinamento de uma zona da Catalunha


A Justiça espanhola suspendeu esta segunda-feira o reconfinamento ao domicílio dos habitantes de uma zona da Catalunha em redor da vila de Lérida, que tinha sido ordenada domingo pelas autoridades regionais devido a um aumento de casos de covid-19.

“O tribunal de Lérida decidiu não ratificar as medidas da resolução de 12 de julho tomadas pelo governo regional” por serem “contrárias ao Direito”, indicou no Twitter o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha.

A medida pode ser alvo de recurso por parte das autoridades regionais.

“Estamos a analisar como resolver esta situação do ponto de vista jurídico”, considerou a responsável regional de Saúde, Alba Verges, na Rádio Catalunha.

“São medidas necessárias. Não as tomaríamos se não fossem absolutamente necessárias”, defendeu, pedindo aos cerca de 200 mil habitantes da zona a continuarem em casa, apesar da decisão judicial.

Face ao aumento do número de casos, o governo regional catalão decidiu o confinamento no domicílio dos habitantes de Lérida e sete comunas envolventes.


8h20 – Portugueses obrigados a cumprir quarentena no regresso ao Reino Unido

A decisão de vários países de excluir Portugal da lista de destinos seguros está a ser um travão para a vinda de turistas, mas não só. Representa também um obstáculo para os portugueses que vivem lá fora e que pretendem vir de férias à terra natal. No regresso, ficam obrigados a cumprir um período de quarentena, de 14 dias.

A jornalista Rita Fernandes ouviu o testemunho de um casal de emigrantes que vive no Reino Unido. Vieram passar uns dias a Portugal e regressam hoje ao território britânico.

8h00 – Sobram vagas nas atividades para os mais novos durante o verão

A repórter Rita Colaço visitou um campo de férias às portas de Lisboa onde se tenta correr atrás do prejuízo. Apesar das dúvidas dos pais, os filhos parecem estar a gostar do distanciamento.

Esta semana, a Antena 1 está a tentar perceber como estão os negócios das férias a adaptar-se às normas da Direção Geral da Saúde.


7h30 – Mais de três mil profissionais de saúde já morreram vítimas de Covid-19 em todo o mundo


É uma estimativa feita pela Amnistia Internacional. A organização publicou hoje um relatório que indica que estes números até podem estar abaixo da realidade.

A Amnistia considera também que os Governos de vários países devem ser responsabilizados por estas mortes, caso se comprove que não conseguiram providenciar proteção a quem esteve na linha da frente do combate ao novo vírus da pneumonia.


7h05 – França limita companhias aéreas chinesas a um voo por semana


A França decidiu limitar o número de voos semanais operados pelas companhias aéreas chinesas a um por semana, em nome da reciprocidade em relação à Air France, anunciou hoje a embaixada francesa em Pequim.


Primeiro país a ser afectado pela covid-19, a China reduziu drasticamente as ligações com o resto do mundo no final de março. Desde 08 de junho, Pequim tem permitido que várias companhias aéreas estrangeiras, incluindo a Air France, operem um voo por semana de e para o país.


Por outro lado, as três principais companhias aéreas chinesas (Air China, China Oriental, China Meridional) podiam até agora operar, cada uma, um voo semanal China-França (três no total). As autoridades francesas procuram garantir à Air France os mesmos direitos, o que seria equivalente a três rotas semanais para a China.

“Na ausência de progressos (…), temos vindo a aplicar uma estrita reciprocidade desde sexta-feira passada”, informou a embaixada de França na capital chinesa.


7h00 – Índia regista novo máximo diário de 28.701 casos e 500 mortos


A Índia registou 28.701 novas infeções por covid-19 nas últimas 24 horas, um novo máximo diário, além de 500 mortes, de acordo com dados oficiais.


No total, já morreram 23.174 pessoas, tendo sido diagnosticados 878.254 casos desde o início da epidemia no país.


Nova Deli, Bombaim, Chennai, Bangalore e Pune estão entre as principais cidades indianas com aumento de infeções.


Vários estados indianos introduziram o recolher obrigatório ao fim de semana e anunciaram o confinamento de áreas de alto risco, para travar a propagação do novo coronavírus (SARS-CoV-2).


A Índia é o terceiro país com mais casos do novo coronavírus, depois de Estados Unidos e Brasil.


António Costa reúne-se hoje com homólogo holandês em Haia

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia voltam a reunir-se hoje em Bruxelas, quase cinco meses depois do último Conselho presencial, celebrado em fevereiro, antes de a pandemia. Desde então que as reuniões foram feitas em videoconferência.

Neste seu regresso físico a Bruxelas, os chefes de diplomacia da UE têm uma agenda preenchida, que contempla temas tão diversos como o impacto da pandemia na América Latina, a situação na Líbia, em Hong Kong e na Venezuela, e ainda as relações UE-Índia, as relações UE-África, o Processo de Paz do Médio Oriente e as negociações para o acordo pós-Cotonou, além de um debate sobre a Turquia.

Aproveitando este regresso a Bruxelas, o ministro Augusto Santos Silva tem ainda previsto um encontro com o comissário europeu do Comércio, Phil Hogan.

A ‘rentrée’ de Conselhos da UE presenciais na capital belga ocorre na semana em que também os chefes de Estado e de Governo dos 27 voltam finalmente a reunir-se fisicamente, num Conselho Europeu agendado para sexta-feira e sábado. Em cima da mesa estão as negociações sobre o Fundo de Recuperação e o próximo orçamento plurianual da União para ultrapassar a profunda crise provocada pela pandemia de covid-19.


O primeiro-ministro, António Costa, reúne-se hoje em Haia com o seu homólogo holandês, Mark Rutte, no quadro dos encontros bilaterais que tem mantido com outros líderes europeus antes do Conselho Europeu.


Após ter recebido na passada semana, em Lisboa, os chefes de Governo de Espanha, Pedro Sánchez, e de Itália, Giuseppe Conte, para preparar a cimeira de 17 e 18 de julho, Costa desloca-se esta segunda-feira à Holanda, um dos países ‘frugais’, com posições mais divergentes face à portuguesa.

Contudo, apesar das diferenças de posicionamento entre Portugal e a Holanda na União Europeia, António Costa tem uma boa relação pessoal com Mark Rutte, tendo já sido recebido em Haia no início do seu mandato como primeiro-ministro, em 2016. Por sua vez, o chefe do Governo holandês também já realizou uma visita oficial a Portugal.

Depois da reunião em Haia, António Costa prosseguirá a sua ronda de contactos com homólogos europeus deslocando-se a Budapeste, onde será recebido na terça-feira pelo primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.

Além das reuniões presenciais, Costa tem mantido nos últimos dias diversos contactos, por telefone e por videoconferência.

Na sexta-feira, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, apresentou uma proposta revista do plano de recuperação, que reduz o orçamento plurianual 2021-2027 para 1,07 biliões de euros, mas mantém o Fundo de Recuperação nos 750 mil milhões.

Por outro lado, mantém o valor do Fundo de Recuperação sugerido pelo executivo comunitário, assim como o equilíbrio entre subvenções e empréstimos, prevendo que dois terços (500 mil milhões de euros) sejam canalizados para os Estados-membros a fundo perdido e o restante (250 mil milhões) na forma de empréstimos.
Mais de 3 mil profissionais de saúde em todo o mundo morreram infetados
O número de mortos por covid-19 é apenas uma estimativa avançada pela Amnistia Internacional assume mesmo que, na realidade, o número de óbitos de profissionais de saúde seja maior.

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já causou pelo menos 566.075 mortos em todo o mundo, com mais 4.442 óbitos, e infetou 12,79 milhões desde dezembro.

Segundo o relatório da agência de notícias francesa, baseado em dados oficiais dos países, mais de 12.798.410 casos de Covid-19 foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da pandemia, dos quais pelo menos 6.811.600 são agora considerados curados.

O Brasil registou mais 631 mortos e 24.831 casos confirmados de covid-19 nas últimas 24 horas, momento em que a taxa de letalidade da doença está fixada em 3,9%, informou hoje o Ministério da Saúde brasileiro.

Os dados integram o mais recente boletim divulgado pelo executivo, que dá conta que o país sul-americano totaliza agora 72.100 óbitos e 1.864.681 de casos de infeção desde o início da pandemia, estando ainda a ser investigada uma eventual relação de 4.063 óbitos com a doença provocada pelo novo coronavírus.

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