Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

Mais atualizações





13h40 – Portugal com mais dois mortos, 241 infetados e 179 recuperados

O último boletim da DGS dá conta de que nas últimas 24 horas foram registados mais dois mortos, 241 infetados e 179 recuperados.

13h35 – Costa diz que é preciso uma nova ajuda para a realidade Covid-19

O Governo vai criar um novo apoio social para ser usado enquanto a Covid-19 durar. Em entrevista ao semanário Expresso, o primeiro-ministro assume que é preciso ajudar quem ficou fora do Rendimento Social de Inserção.

António Costa admite ainda um aumento do salário mínimo no próximo ano e adia a redução do IRS para 2022 ou 2023.

À esquerda, pede apoio para que os próximos Orçamentos do Estado assegurem a recuperação de rendimentos.

Sobre Reguengos, o chefe do executivo diz que soube esta semana do inquérito pedido pela ministra Ana Mendes Godinho.

13h20- Mais de 800 mil pessoas no mundo já morreram

O novo coronavírus matou mais de 800 mil pessoas no mundo desde o início da pandemia na China em dezembro, segundo uma contagem realizada hoje pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais, às 12:00 de Lisboa.

No total, 800.004 mortes foram registadas em todo o mundo entre os 23.003.079 casos notificados.

O número de mortes por covid-19 duplicou desde 06 de junho e mais de 100 mil novas mortes foram registadas em 17 dias, desde 05 de agosto.

Passaram-se 147 dias entre o anúncio da primeira morte oficial na China e o registo de 400.000 mortes em todo o mundo e outros 77 dias para ultrapassar a marca de 800.000 mortes contabilizadas.

13h10 – Executivo dos Açores lidou melhor com pandemia que “maioria dos governos”

O presidente do PS, Carlos César, elogiou hoje a atuação do Governo dos Açores no combate à pandemia de covid-19, defendendo que este, “mais do que a maioria dos governos”, teve um “desempenho extraordinário” que permitiu “conter os efeitos terríveis” da doença.

“O Governo Regional dos Açores, mais do que a maioria dos governos, teve um desempenho extraordinário que permitiu conter os efeitos terríveis que vimos, temos visto e continuamos a ver em muitos outros lugares que têm poderes e capacidades imensas e não tiveram os mesmos bons resultados” no combate à pandemia, vincou o socialista.

Carlos César falava na ilha Terceira, numa iniciativa promovida pela Juventude Socialista (JS) dos Açores e transmitida via redes sociais.

O presidente do PS e antigo presidente do executivo açoriano falava no dia em que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, marcou as eleições no arquipélago par dia 25 de outubro.

César valorizou o “prosseguimento” da “consolidação” da autonomia açoriana e também o “reconhecimento dos Açores no contexto europeu” de que a eleição de Vasco Cordeiro para primeiro vice-presidente do Comité das Regiões – e possível futuro presidente do órgão – é prova viva.

Sobre a realidade açoriana, o socialista reconheceu haver “muita economia informal” na região, “muita economia não declarada”, de “rendimentos não detetados”.

“O combate à pobreza é um combate essencial”, prosseguiu, mas “os Açores são menos pobres do que se diz”.

E justificou: “As famílias têm mais rendimento do que a estatística aparenta”.

De todo o modo, instou, é necessário melhorar a “transparência e limpidez” sobre este indicador económico na região.

Desde o início do surto de covid-19, registaram-se na região 202 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, sendo que 23 mantêm-se ativos (20 em São Miguel, dois na Terceira e um no Pico), 151 recuperaram e 16 pessoas morreram.

13h00 – “Ordem dos Médicos não existe para fiscalizar o Estado”

É com alguma irritação que o primeiro-ministro reage à questão a mais um relatório apresentado pela Ordem dos Médicos alegando incompetência por parte do Estado, na questão do lar de Reguengos de Monsaraz.

António Costa, na entrevista dada ao Expresso afirma que a Ordem dos Médicos “não tem competência legal” e diz mesmo que a “Ordem dos Médicos não existe para fiscalizar o Estado”.

O novo relatório concluiu que os idosos foram deixados ao abandono no lar, desidratados e sem medicação.

Sobre este lar o primeiro-ministro diz que fica à espera dos resultados dos inquéritos do Ministério Público e da Inspeção Geral de Saúde, entidades oficiais e legais para apurarem o que realmente aconteceu neste serviço.

O jornal Expresso divulgou ainda este sábado que as equipas conjuntas da Saúde e da Segurança Social já fiscalizaram cerca de 500 lares no Alentejo e a maioria não tem condições para garantir as normas da Direção-Geral da Saúde para a pandemia.


12h43 – Oito novos casos elevam para 62 o número de infetados no surto de Mora



A divulgação de oito novos casos positivos elevou hoje para 62 o número de infetados do surto de covid-19 no concelho de Mora, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara Municipal, Luís Simão.

De acordo com o autarca, a maior subida registada nos números do concelho alentejano desde o dia 13 de agosto, data em que se registaram 15 novos casos relativamente ao dia anterior, explica-se pela inclusão de pelo menos dois casos cuja integração na cadeia epidemiológica “estava em investigação, mas só foram acrescentados ontem (sexta-feira)”.

Por outro lado, o autarca destacou que os testes de rastreio à doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 realizados nos lares do concelho “deram todos negativo”, incluindo os da instituição de Brotas, cujos resultados ainda eram desconhecidos na sexta-feira.

No Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), permanecem internados cinco doentes, quatro deles nos cuidados intensivos e um em enfermaria, num quadro que “não sofreu alterações” nas últimas 24 horas, de acordo com Luís Simão.

Fonte do HESE revelou à Lusa que os quatro doentes internados na Unidade de Cuidados Intensivos Covid, três homens e uma mulher, têm idades entre os 64 e os 69 anos, enquanto o doente hospitalizado em enfermaria, um homem, tem 89 anos.

A testagem aos contactos relacionados com a cadeia de contágios “vai continuar nos próximos dias”, confirmou, ainda, o autarca que permanece em casa, desde quinta-feira e “durante alguns dias”, por recomendação da Autoridade de Saúde, na sequência dos testes aos trabalhadores do município, esta semana, que revelaram dois infetados.

Este surto surgiu no dia 9 deste mês, quando foram confirmados os primeiros três casos positivos na comunidade, número que tem vindo a subir, todos os dias, à medida que vão sendo testados os contactos de pessoas infetadas.

12h17 – Número de casos ativos em Montemor-o-Novo sobe para 32

O número de casos ativos de covid-19 no concelho de Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, subiu na sexta-feira para 32, mais dois do que no dia anterior, informou hoje o município.

Um dos novos casos detetados pertence à aldeia do Ciborro, confirmou a Junta de Freguesia em comunicado, elevando para 13 o número de casos ativos naquela localidade que continua a concentrar a maior parte dos testes positivos do atual surto.

No entanto, de acordo com a informação publicada, todos os testes efetuados aos trabalhadores da Junta de Freguesia presidida por Nélia Campino (CDU) tiveram, até ao momento, resultado negativo.

A testagem no concelho vai prosseguir ao longo dos próximos dias “na comunidade e aos grupos profissionais que lidam com pessoas mais vulneráveis”, de acordo com a nota emitida pela Câmara de Montemor-o-Novo.

12h05 – Agências de ‘rating’ pioram avaliação sobre Zâmbia e Tanzânia

A avaliação das agências de notação financeira sobre a Zâmbia e a Tanzânia foram agravadas, com a S&P a manter o ‘rating’ da Zâmbia em CCC com Perspetiva Negativa e a Moody’s a descer a Tanzânia para B2.

“Os impactos da pandemia da covid-19 estão a exacerbar as métricas de crédito da Zâmbia, revelando uma contração económica, alargando os défices orçamentais e aumentando o volume e o peso do serviço da dívida”, escrevem os analistas da Standard & Poor’s na última avaliação sobre a qualidade de crédito soberano deste país africano.

“Ainda assim, a Zâmbia continua a honrar as suas obrigações financeiras comerciais, procurando um apoio do Fundo Monetário Internacional e revendo as opções com os consultores da dívida, por isso mantemos a nossa avaliação em CCC e mantemos também a Perspetiva de Evolução Negativa”, explicam os analistas.

O nível de ‘rating’ CCC é o terceiro mais baixo na escala de avaliação da capacidade de um país pagar aos credores, e implica que sem condições económicas, financeiras e comerciais favoráveis, dificilmente conseguirá pagar a dívida.

11h43 – Teletrabalho abre portas a vigilância informática ilegal por parte das empresas

Com a necessidade de recorrer ao teletrabalho, devido à pandemia, muitas empresas enviaram para casa os seus trabalhadores. Mas a programação usada nos computadores, pode ser uma forma ilegal e oculta de controlo dos próprios trabalhadores.

De acordo com o jornal Expresso deste sábado, tem chegado várias denúncias à comissão Nacional de Protecção de Dados, com relatos de abusos informáticos.

As ilegalidades variam, mas podem ir do simples controlo horário laboral, vigia da navegação do usuário e acesso a imagens e sons por parte do trabalhador.

Paula Veran – Antena 1

Programas que permitem controlar tudo o que se faz online, completamente ilegal e muitos dos trabalhadores não sabem, não suspeitam e se não houver qualquer indicio vão continuar a ser “espiados” na sua privacidade laboral e pessoal.

11h14 – África contabiliza hoje 27.322 mortes provocadas pela pandemia

O número de mortes por covid-19 em África é hoje de 27.322, mais 354 do que na sexta-feira, num universo de 1.168.185 infetados no continente, cujas regiões Austral e do Norte são as mais afetadas, segundo dados oficiais.

O número de mortes causadas pelo vírus SARS-CoV-2 no continente africano nas últimas 24 horas foi de 354 e foram registadas mais 9.968 pessoas infetadas, tendo 889.388 sido declaradas como recuperadas, de acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), que reúne os dados mais recentes dos relatórios oficiais dos 55 países-membros da organização.

O maior número de casos e de mortos de covid-19 continua a registar-se na África Austral, com 642.043 infetados e 13.708 vítimas mortais.

Nesta região, a África do Sul, o país mais afetado do continente, contabiliza 603.338 doentes infetados e 12.843 mortos.

O norte de África, a segunda zona mais afetada pela pandemia, tem agora 206.674 pessoas infetadas e 7.861 mortos e na África Ocidental o número de casos subiu para 153.182 e o de vítimas mortais para 2.304.

Na região da África Oriental, o número de casos de covid-19 é hoje de 113.728 e 2.427 mortos e na África Central são contabilizados hoje 52.558 casos de infeção e 1.022 óbitos.

O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, contabilizando 97.148 infetados e 5.231 óbitos, seguindo-se a Argélia, com 41.111 e 1.405 mortes.

Entre os cinco países mais afetados, estão também a Nigéria, que regista 51.304 infetados e 996 óbitos, e o Sudão, com 12.623 casos e 812 vítimas mortais.

Entre os países africanos lusófonos, Cabo Verde lidera em número de casos (tem hoje 3.412 casos e 37 mortos), seguindo-se Moçambique (3.195 casos e 20 mortos), Guiné-Bissau (2.149 casos e 33 mortos), Angola (2.068 infetados e 94 mortos) e São Tomé e Príncipe (891 casos e 15 mortos), de acordo com os dados divulgados pelas autoridades oficiais destes países.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tem 4.892 infetados e 83 óbitos, um número divulgado pelas autoridades equato-guineenses em 01 de agosto e que não foi, desde então, atualizado.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

11h00 – Primeiro-ministro sueco diz que país escolheu a estratégia “correta”

O primeiro-ministro sueco, Stefan Löfven, defendeu este sábado que o seu país escolheu a estratégia “correta” contra a pandemia, apesar de o número de mortes na Suécia ter sido muito superior ao resto dos países escandinavos.

“Creio que escolhemos o caminho correto. A estratégia foi a correta: proteger os cidadãos e evitar a transmissão. O mais discutido e que fizemos diferente na Suécia foi não encerrar as escolas. Mas, agora, há muitos que pensam que foi acertado”, afirmou, numa entrevista ao principal diário sueco Dagens Nyheter.

A Suécia, que apostou em medidas menos restritivas do que a maioria dos países, registou 5.810 mortes, cinco vezes mais que a Dinamarca e nove vezes mais do que a Finlândia, mas registou uma taxa de mortalidade inferior à da Espanha, Itália, Reino Unido ou Bélgica.

Ao contrário de outros países nórdicos, que encerraram espaços públicos na primavera mas não confinaram a população, a Suécia optou por muitas recomendações e algumas proibições, sem com isso levar ao encerramento de escolas, bares ou restaurantes.

Na entrevista, o primeiro-ministro sueco salientou que será “inteligente” esperar pelo resultado de uma comissão de investigação criada pelas autoridades suecas para chegar a uma conclusão definitiva sobre a estratégia adotada no país.

Stefan Löfven apoiou ainda a decisão da Agência de Saúde Pública sueca de não recomendar, de momento, o uso de máscaras.

“Dizem – e eu acredito nisso – é que não deve ser a ferramenta principal. O importante é manter a distância social, os testes e os rastreios”, defendeu o primeiro-ministro.

10h45 – Preços dos bilhetes de avião entre o Reino Unido e Portugal dispararam

Dispararam os preços dos voos entre o Reino Unido e Portugal. A saída do país da lista negra britânica iniciou no Reino Unido uma corrida aos bilhetes com destino a pontos turísticos portugueses.


10h28 – Turistas ingleses satisfeitos com reabertura de corredor aéreo

Hoje, chegaram ao aeroporto de Faro vários turistas ingleses que, em declarações à RTP, afirmaram estar satisfeitos com a reabertura do corredor aéreo.


10h00 – OMS vê tendência de”estabilização ou queda” na transmissão do vírus no Brasil

O diretor do programa de Emergências Sanitárias da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, considerou na sexta-feira que a transmissão do novo coronavírus no Brasil começa a apresentar tendências de “estabilização ou queda”.

“A situação no Brasil estabilizou-se um pouco em termos do número de infeções detetadas por semana e certamente a pressão deve ter diminuído nos serviços de cuidados intensivos”, disse Ryan, numa conferência de imprensa em Genebra, Suíça.

A aceleração dos casos parou em várias regiões e há “uma queda nítida” em outras, acrescentou o diretor.

Ryan afirmou ainda que o Brasil vive uma fase crucial “em que parece que as coisas podem melhorar” e incentivou as autoridades locais a aproveitarem o momento para fazerem o que for necessário para confirmar essa tendência.

Até à semana passada, a média diária no Brasil ultrapassava o milhar de mortes e os 40 mil casos de infeção, mas os números diminuíram ligeiramente, e o balanço diário de óbitos está agora abaixo de mil.

9h43 – Novo relatório sobre lar em Reguengos aponta para falta de medidas após primeiro caso

Há mais um relatório sobre o surto do novo coronavírus no lar de Reguengos de Monsaraz. Este novo documento vem divulgar que cinco dias após a confirmação do primeiro caso, os idosos continuavam todos misturados.

Teresa Correia – Antena 1

O relatório preliminar do agrupamento dos Centros de Saúde do Alentejo Central, citado pelo jornal Público, diz que o alerta foi dado por uma enfermeira, para problemas graves no lar, mas que os avisos não tiveram qualquer efeito.

9h25 – Costa admite subida de Salário Minino, progressões nas carreiras, mas IVA não desce

O primeiro-ministro surge este sábado numa entrevista ao jornal Expresso revelando uma série de medidas para o próximo ano. Apesar dos efeitos negativos da pandemia na economia, António Costa refere a possibilidade de haver um aumento do salário mínimo, ainda que seja menor do que o programada e mais pequeno que a última actualização.

O chefe de Governo adianta também que vai haver a manutenção dos salários, bem como as progressões das carreiras na Função Pública.

Quanto à carga fiscal António Costa fala mesmo em “muito improvável” alterar os escalões do IRS em 2021.

9h05 – México com 504 mortes e 5.928 casos nas últimas 24 horas

O México registou 504 mortes provocadas pelo novo coronavírus e 5.928 novos casos nas últimas 24 horas, segundo as autoridades de Saúde mexicanas.

Desde o início da pandemia, o país contabilizou 59.610 óbitos e 549.734 infeções de covid-19.

As autoridades sanitárias informaram ainda que há 82.953 casos suspeitos à espera do resultado de testes laboratoriais.

Com uma população de 130 milhões de habitantes, o México é um dos países que faz menos testes à covid-19, três por 100 mil habitantes, o que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), pode indicar que a epidemia no país esteja subestimada.

O México é o terceiro país do mundo com mais mortes provocadas pelo novo coronavírus, depois dos Estados Unidos e Brasil, e o sétimo com mais casos confirmados, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

8h55 – Argentina ultrapassa os oito mil casos diários pelo segundo dia consecutivo

A Argentina registou 8.156 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram as autoridades sanitárias daquele país, ultrapassando os oito mil infetados pelo segundo dia consecutivo, e registando mais 214 mortes.

O país, com 44 milhões de habitantes, totaliza agora 329.043 casos do novo coronavírus desde o início da pandemia, que resultaram em 6.730 mortes.

A província de Buenos Aires é responsável por 62% dos contágios nacionais, com 205.069 infetados (82.805 só na capital), mas a pandemia está em rápida expansão no resto do país.

Cerca de 61% de todos os casos confirmados na Argentina devem-se a transmissão comunitária, detetada em 15 dos 24 distritos do país.

A subida do número diário de infeções ocorre quatro dias depois de uma nova marcha no centro de Buenos Aires para reclamar o fim das medidas de confinamento, que os manifestantes consideram uma restrição à liberdade individual.

8h40 – Número de casos diários na Alemanha ultrapassa os dois mil

O número de novos casos de contaminação pelo novo coronavírus na Alemanha ultrapassou os 2.000 nas últimas 24 horas, o nível mais alto desde o final de abril, disseram hoje as autoridades locais.

O instituto de vigilância sanitária alemão RKI registou 2.034 novos casos, elevando o número de infetados desde o início da pandemia para 232.082. Registaram-se também sete novas mortes, o que neste caso eleva o número de óbitos no país para 9.267.

O número de novos casos diários aumentou acentuadamente nos últimos dias. As autoridades explicam esta situação pelo retorno de muitos turistas alemães do estrangeiro das férias de verão de áreas de risco.

Alguns especialistas também destacam um número crescente de testes entre a sua população.

“A tendência no número de casos que estamos a testemunhar agora é preocupante”, disse na sexta-feira o porta-voz da chanceler alemã Angela Merkel, Steffen Seibert.

“Esta situação deve preocupar-nos”, acrescentou, exortando a população a mostrar responsabilidade, respeitando os gestos de distanciamento social e a usar máscara onde for necessário.

8h25 – China regista novamente 22 casos nas últimas 24 horas

A China registou nas últimas 24 horas, pelo segundo dia consecutivo, 22 casos de covid-19, todos importados, tal como no dia anterior, anunciou hoje a Comissão de Saúde do país.

Os casos foram diagnosticados em viajantes na cidade de Xangai (13), Hebei (três) e nas províncias de Shandong (três), Shaanxi (dois) e Fujian (um).

As autoridades de saúde adiantaram que, nas últimas 24 horas, 59 pacientes tiveram alta, pelo que o número total de infetados ativos na China continental é agora de 454, incluindo 19 em estado grave.

A Comissão de Saúde chinesa não anunciou novos óbitos causados pela covid-19, com o número de mortos a manter-se nos 4.634, entre os 84.939 infetados desde o início da pandemia.

Em relação aos assintomáticos, as autoridades chinesas registaram um novo caso, com um total de 366 infetados sem sintomas sob observação.

8h10 – Coreia do Sul alarga restrições a todo o país

O Governo da Coreia do Sul anunciou hoje que vai alargar a todo o país uma série de restrições em vigor até aqui apenas na capital, Seul, devido ao aumento de casos de covid-19.

A decisão de aplicar restrições a nível nacional foi anunciada pelo ministro da Saúde, Park Neung-hoo, defendendo que o país se encontra num “ponto crítico” na propagação da covid-19.

As restrições, que correspondem ao nível 2 de uma escala de 3, incluem o encerramento de espaços públicos e estádios desportivos e a redução do número de alunos até um terço do total.

Além disso, o executivo ordenou também o encerramento de cafés e salas de `karaoke` e o cancelamento dos serviços religiosos dominicais.

As reuniões em espaços fechados com mais de 50 pessoas e com mais de uma centena em espaços ao ar livre também passam a estar proibidas a nível nacional.

Estas medidas, impostas no ínicio da pandemia em todo o país, seriam mais tarde progressivamente abandonadas, tendo sido novamente instauradas em meados deste mês na capital e arredores, por causa de novos surtos da doença.

As autoridades sul-coreanas informaram hoje que nas últimas 24 horas contabilizaram 332 novos casos de coronavírus, o pior balanço diário desde 8 de março, elevando para 17.002 o total de contágios desde o início da pandemia, que resultaram em 309 mortes.

7h50 – Federações enviam contributos de clarificação de documento à DGS

As cinco federações das modalidades de pavilhão analisaram hoje a proposta de orientação referente ao desporto e competições desportivas e enviaram à Direção-Geral da Saúde (DGS) alguns contributos de clarificação do documento.

“As cinco federações reuniram-se hoje, por videoconferência, para dar continuidade ao trabalho conjunto que vem sendo desenvolvido, em particular analisar a proposta de orientação referente ao desporto e competições desportivas ontem (quinta-feira) recebida da Direção-Geral da Saúde”, pode ler-se no comunicado conjunto.

A nota acrescenta que o documento “foi alvo de análise numa reunião hoje de manhã do Grupo de Trabalho das cinco federações e, à tarde, numa reunião dos presidentes das federações”, após as quais “foram enviados à DGS alguns contributos de clarificação do documento, na expectativa de que a orientação seja publicada com a urgência pretendida (hoje) e merecida pelos agentes desportivos”.

“Este nunca poderá ser considerado um trabalho finalizado”, conclui o comunicado, no qual as cinco federações mantêm a disponibilidade total para colaborar em prol do desporto em Portugal.

Suspensos desde março deste ano devido à pandemia de covid-19, os desportos de pavilhão (andebol, basquetebol, futsal, hóquei em patins e voleibol) aguardam pelas regulamentações para que possam regressar em segurança sanitária à competição, numa altura em que estes já têm datas definidas e sorteios realizados.


Ponto da situação

Portugal integra desde as 4h00 a lista dos países com “corredores de viagem” para Inglaterra, cujos passageiros ficam isentos de cumprir uma quarentena de duas semanas devido à pandemia de Covid-19.

A medida foi tomada quinta-feira pelas autoridades britânicas, que a justificaram com os números apresentados por Portugal no controlo da pandemia no seu território.

Segundo o ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps: “os dados também mostram que agora podemos adicionar Portugal aos países incluídos nos corredores de viagens”.

Portugal junta-se assim a um grupo reduzido de países que foram adicionados à lista de “corredores de viagem” com o Reino Unido desde meados de julho, que incluem a Estónia, Letónia, Eslováquia, Eslovénia, o arquipélago de São Vicente e Granadinas, Brunei e Malásia.

O ministro dos Transportes, Grant Shapps, explicou na semana passada que os países com mais de 20 casos por 100.000 habitantes numa média móvel ao longo de sete dias passam a ser considerado de risco, mas que abaixo deste valor são considerados seguros.

Números em Portugal

De acordo com o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, Portugal registou mais 219 casos de infeção e quatro mortes entre quinta e sexta-feira.

Em Lisboa e Vale do Tejo foram identificadas 125 novas infeções. A Região Norte, com mais 63 casos.

Os casos ativos estão a subir há seis dias consecutivos No total são cerca de 13 mil.


Números no mundo

A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 793.847 mortos e infetou mais de 22,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.



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