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11h24 – O impacto da pandemia no petróleo saudita

A petrolífera Saudi Aramco viu os seus lucros da primeira metade do ano cifrados em 23,2 mil milhões de dólares, o equivalente a cerca de 19,7 mil milhões de euros, o que traduz uma quebra de 50 por cento face ao período homólogo. Os proventos foram penalizados pela pandemia da Covid-19.

Nos primeiros três meses do ano, o lucro líquido da gigante saudita recuou em 73,4 por cento relativamente ao período homólogo, para os 6,6 mil milhões de dólares, ou 5,6 mil milhões de euros.

Ainda assim, a Saudi Aramco mantém a intenção de distribuir dividendos no segundo trimestre.

“A turbulência associada à redução da procura e aos preços baixos do petróleo refletiram-se nos nossos resultados”, admitiu em comunicado Amin Nasser, o presidente executivo da petrolífera.

10h36 – África com mais de 22.900 mortos

O número de mortes causadas pela Covid-19 em África atingiu hoje as 22.903. O continente acumula mais de um milhão de infetados pelo novo coronavírus, que atinge sobretudo as regiões Austral e do Norte.

O continente regista 1.034.931 de infetados, tendo o número de pessoas declaradas como recuperadas da doença subido para 720.775, segundo os últimos dados do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana.

O maior número de casos e de mortes por Covid-19 continua a registar-se na África Austral, com 581.734 infetados e 10.841 vítimas mortais. Nesta região, a África do Sul, o país mais afetado do continente, conta 553.188 infetados e 10.210 mortos.

O Norte de África, a segunda região mais afetada pela pandemia, tem agora 174.727 infetados e 7070 mortos. Na África Ocidental, o número de casos subiu para 139.169 e o de vítimas mortais para 2067.

Na região da África Oriental, registam-se 89.005 casos e 1971 mortos e na região da África Central são reportados este domingo 50,296 casos de infeção e 955 óbitos.

No sábado, à África Central tinha sido atribuído um número superior de infetados, de 51.269 pessoas com a Covid-19, por terem sido divulgados dados incorretos sobre os Camarões, agora corrigidos. Este país é o mais atingido pela doença na África Central, com 17.586 infetados, 393 mortos e 16.060 pessoas declaradas recuperadas.

O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, somando 95.314 infetados e 4992 óbitos, seguindo-se a Argélia, que conta com 34.137 casos e 1280 vítimas mortais.

Entre os cinco países mais afetados, estão também a Nigéria, que regista 46.140 infetados e 942 óbitos, e o Sudão, com 11.894 casos (o mesmo número reportado no sábado) e 773 vítimas mortais.

Entre os países lusófonos, Cabo Verde lidera em número de casos (2835 casos e 32 mortos), seguindo-se a Guiné-Bissau (2050 casos e 29 mortos), Moçambique (2241 casos e 16 mortos), Angola (1572 infetados e 70 mortos) e São Tomé e Príncipe (878 casos e 15 mortos).

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, tem 4821 infetados e 83 óbitos.

9h30 – Fabricantes chineses de máscaras em apuros

Regulamentos apertados e uma quebra nos preços deram lugar a “uma luta pela sobrevivência” entre os fabricantes chineses de máscaras.

“Desde abril, as encomendas caíram entre cinco e seis vezes”, lamentou em declarações à agência Lusa Yang Hao, diretor comercial da CCST, empresa de Shenzhen especializada em purificadores do ar que se adaptou à produção de máscaras de proteção respiratória, no pico da epidemia.

A China rapidamente se consolidou como o principal fabricante de máscaras a nível mundial, uma vez declarada a pandemia. Entre março e maio, o colosso asiático exportou mais de 50 mil milhões de máscaras. O que representa dez vezes a produção total deste tipo de equipamento face ao mesmo período de 2019.

9h21 – Rússia acima dos cinco mil casos diários

As autoridades de saúde da Rússia reportaram este domingo 5289 casos de infeção em 24 horas, com o total desde o início da pandemia a atingir os 887.536.

É o quarto maior número de casos de infeção pelo novo coronavírus à escala global.

Morreram em território russo mais 77 pessoas vítimas da Covid-19. O balanço oficial de mortes fixa-se agora em 14.931.

8h36 – Alemanha avança com novo balanço

O número de casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2 na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 555 para um total de 215.891 desde o início da pandemia.

O Instituto Robert Koch para doenças infecciosas reportou também mais uma morte, para um total de 9196.

8h30 – China regista mais 23 casos

A Comissão Nacional de Saúde da China adiantou este domingo que o país registou 23 novas infeções com o novo coronavírus nas últimas 24 horas. Destes, 15 são de contágio local, todos na província noroeste de Xinjiang, onde há mais de três semanas foi detetado um surto.

Os oito casos restantes foram diagnosticados entre viajantes do estrangeiro: cinco na província Cantão, dois em Xangai e um em Zhejiang.

As autoridades sanitárias chinesas precisaram que, até à meia-noite local (17h00 de sábado, em Lisboa), 45 pacientes tiveram alta.

O número de infeções ativas na China continental é de 817, dos quais 43 continuam em estado grave.

A Comissão Nacional de Saúde não anunciou novas mortes por Covid-19, mantendo-se o total desde o início da pandemia em 4634, entre as 84.619 pessoas infetadas oficialmente diagnosticadas.

7h48 – Nova Zelândia há 100 dias sem contágios locais

A Nova Zelândia atingiu este domingo a marca dos 100 dias sem qualquer contágio local no país por coronavírus.

Há atualmente 23 casos de infeção pelo novo coronavírus no arquipélago, todos detetados na fronteira e confinados.

“Conseguir 100 dias sem transmissão na população é um passo importante, contudo, como todos sabemos, não nos podemos dar ao luxo de qualquer negligência”, afirmou o diretor neozelandês da Saúde, Ashley Bloomfield.

“Temos visto no estrangeiro quão rápido o vírus pode reaparecer e propagar-se em lugares onde anteriormente estava sob controlo, e temos de estar preparados para rapidamente refrear quaisquer novos casos no futuro na Nova Zelândia”, acrescentou.

A Nova Zelândia, com uma população de cinco milhões de habitantes, teve 1219 casos confirmados de coronavírus desde fevereiro.

7h35 – Índia regista 861 mortes e quase 64 mil casos em 24 horas

Segundo o Ministério indiano da Saúde, o total de mortes atingiu 43.379 no país, incluindo mais de 20 mil nos últimos 30 dias.

A Índia regista ainda uma média de cerca de 50 mil novos casos diários desde meados de junho.

A Índia tem o terceiro maior número de casos do mundo, depois dos Estados Unidos e do Brasil. Tem o quinto maior número de mortes, mas a sua taxa de mortalidade de cerca de dois por cento é muito inferior à dos dois países mais atingidos.

7h20 – Ponto de situação

O Presidente dos Estados Unidos anunciou nas últimas horas um pacote de ordens executivas de assistência económica, em resposta à crise causada pelo novo coronavírus. Isto depois de republicanos e democratas terem falhado um acordo no Congresso.

As medidas anunciadas pela Casa Branca incluem uma prestação adicional de 400 dólares (338 euros) semanais para os desempregados, face aos 600 dólares iniciais (cerca de 507 euros), a suspensão dos impostos sobre os recibos de vencimento e uma prorrogação da moratória sobre os despejos de habitações.Donald Trump anunciou as medidas em conferência de imprensa no seu clube de golfe em Bedminster, Nova Jérsia.

O Presidente norte-americano justificou esta iniciativa com o bloqueio das negociações entre republicanos e democratas no Capitólio. Por exemplo, havia já expirado o subsídio adicional de desemprego, que fornecia 600 dólares semanais a desempregados, assim como um programa de proteção para empresas através de cortes nos encargos salariais.

Trump assinou, ao todo, quatro ordens executivas.

Quanto ao acréscimo ao subsídio de desemprego, o Governo Federal irá garantir 75 por cento da despesa. Os Estados deverão contribuir com os restantes 25 por cento.

Outra das ordens executivas suspende até final de 2020 cortes nos encargos salariais para quem tenha um salário anual inferior a 100 mil dólares (84,6 mil euros).Os Estados Unidos reportaram 1252 mortos e 63.913
infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo a
contagem independente da Universidade Johns Hopkins. O total de mortes é
agora de 162.304 e o de casos confirmados de 4.989.976.

Trump assinou ainda duas ordens executivas destinadas a prorrogar a moratória que protege os inquilinos ameaçados de expulsão e um adiamento do reembolso dos empréstimos estudantis.

O Presidente norte-americano responsabilizou a ala democrata pelo bloqueio das negociações, acusando-a de insistir em incluir no pacote de medidas questões sem relação direta com a crise do coronavírus, e de promover medidas de “extrema-esquerda”.
O quadro em Portugal

O boletim epidemiológico divulgado no sábado pela Direção-Geal da Saúde reportava mais quatro mortos e 186 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 face à véspera.

O número de pessoas internadas era de 357, mais uma do que na sexta-feira, e nos cuidados intensivos encontravam-se 33 pessoas, menos três.

Desde o início da pandemia, registaram-se 52.537 casos de infeção fora declarados 1750 óbitos.O Norte continua a registar o maior número de mortes
(831), seguido de Lisboa e Vale do Tejo (613), do Centro (253), do
Alentejo (22), do Algarve (16) e dos Açores (15).

A região de Lisboa e Vale do Tejo soma 27.041 casos de Covid-19.

Em termos percentuais, o aumento no número de casos confirmados foi de 0,35 por cento (de 52.351 para 52.357) e o de mortos representou 0,2 por cento.

O número de pessoas dadas como recuperadas da Covid-19 voltou a aumentar para 38.364, mais 277 do que na sexta-feira.

Quanto a casos confirmados, a região Norte tem 19.001, mais 49 casos entre sexta-feira e sábado, e a região Centro tem 4513, mais cinco. O Algarve totaliza 926 casos, mais 15 do que na sexta-feira, e o Alentejo tem 762, mais um.

A Madeira regista mais um caso, totalizando agora 122 infeções confirmadas, e nenhuma morte, e nos Açores há 170 casos de infeção, mais dois do que na sexta-feira. O número de pessoas que morreram com Covid-19 no arquipélago mantém-se em 15.

Foram detetados 45 casos de Covid-19 num lar do Barreiro.

Três utentes foram internados no hospital.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 já provocou perto de 722 mil mortos e infetou mais de 19,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (162.204) e também com mais casos de infeção confirmados (mais de 4,9 milhões).

Seguem-se o Brasil (100.240 mortos, mais de 2,9 milhões de casos), México (51.311, mais de 469 mil infetados), Reino Unido (46.566 mortos, mais de 309 mil casos) e Índia (42.518 mortos e mais de 2,1 milhões de infetados).

A Rússia, com 14.698 mortos, é o quarto país em número de infetados, depois de Estados Unidos, Brasil e Índia, com mais de 875 mil casos, seguindo-se a África do Sul, com mais de 545 mil casos e 9909 mortos.



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