[ad_1]

Com a pandemia do novo coronavírus, reeducandos de dez presídios do estado de São Paulo têm trabalhado na confecção de máscaras de tecido, necessárias no combate à Covid-19. Na região de Campinas (SP), a única unidade prisional com a atividade é a Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP). De acordo com a Secretária de Administração Penitenciária, em cinco meses foram produzidos 122.671 máscaras, toucas, aventais e protetores faciais.

Os trabalhos ocorrem nas oficinas da Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” (Funap). Parte do material será doado ao Fundo Social Paulista e também à Secretaria de Desenvolvimento Social do estado, e o restante será colocado à venda nas regionais da Funap.

De acordo com a SAP e a Funap, o trabalho é monitorado e os presos e presas “seguem um rigoroso padrão de higiene e obedecem a protocolo de proteção sanitária aprovado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas.”

Em todo o estado, as dez unidades reúnem 288 reeducandos envolvidos e foram produzidos 6 milhões de itens. Conforme determina a Lei de Execução Penal, os envolvidos recebem de pelo menos 3/4 do salário mínimo (R$ 1.045) pelo serviço.

“Essas máscaras serão distribuídas às pessoas mais vulneráveis e mais necessitadas”, ressalta, em nota, o coronel Nivaldo Cesar Restivo, secretário de Administração Penitenciária.

Detentas produzem máscaras, toucas e aventais descartáveis em Mogi Guaçu (SP) — Foto: SAP/Funap/Divulgação

Erros e acertos no uso da máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1

[ad_2]

Source link