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De acordo com a Urbanização de Curitiba (Urbs), entre 15 e 21 de junho, 17.347 idosos circularam nos ônibus. De 22 a 28 de junho, foram 16.113 pessoas com mais de 60 anos no transporte público.

Já nas duas semanas que compreendem o período do decreto mais rígido, os números tiveram leve queda mas depois voltaram a aumentar. Veja abaixo:

  • Entre 29 de junho e 5 de julho: 15.748 idosos;
  • Entre 6 e 12 de julho: 16.087 idosos.

Após fim das determinações mais restritivas, entre 14 e 19 de julho o número aumentou para 16.454 idosos.

Transporte público de Curitiba tem aumento de passageiros idosos — Foto: Reprodução/RPC

Por meio de nota, a Urbs afirmou que considera esse aumento normal e que o número deve se estabilizar na casa dos 16 mil.

A urbanização também reforçou para que os idosos evitem o transporte coletivo e que se for necessário, façam o uso dos ônibus nos horários que não são de pico.

Aumentou o número de idosos circulando com o transporte coletivo em Curitiba — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Durante os 14 dias de suspensão dos serviços não essenciais, um dos principais objetivos era aumentar a taxa de isolamento social para pelo menos 50%, de acordo com o governo.

O decreto anterior estabelecia restrições para as regiões de Londrina, Cascavel, Cornélio Procópio, Toledo, Cianorte, Foz do Iguaçu, Curitiba e Região Metropolitana e litoral

Com isso, a expectativa é de que houvesse diminuição na curva de crescimento de casos. No entanto, a média estadual de isolamento ficou em 45%, segundo pesquisas.

A média de casos confirmados também não diminuiu nas duas últimas semanas e ficou em 1.536 casos, na segunda-feira (13), apontando um crescimento de 78%. A média estadual de mortes também teve aumento de 77%.

O decreto começou a valer no dia 1º de julho em 134 cidades de sete regiões do Paraná. Uma semana depois, o governo decidiu ampliar o alcance das medidas e também incluiu o litoral.

Prefeitos se manifestaram contra o decreto e até entraram na Justiça com pedidos para não cumprir as novas regras, mas tiveram que acatar a decisão estadual.

A Polícia Militar (PM) também fez várias ações de fiscalização para averiguar o cumprimento do decreto depois que comerciantes e donos de bares protestaram.

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