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O comércio em Campinas (SP) encara, a partir desta segunda-feira (27), uma segunda tentativa de reabertura durante a pandemia do novo coronavírus. Fechado nos últimos 35 dias, o setor retoma as atividades por quatro horas diárias e com o pedido das autoridades à população para que não ocorram aglomerações, bem como o uso de máscaras e práticas de higiene rigorosas.

“É fundamental que a gente mantenha os cuidados. Tudo que voltar vai ter que voltar com bastante cuidado”, alertou, durante o anúncio da medida, o secretário de Saúde de Campinas, Carmino de Souza.

Com a retomada, o comércio de rua poderá funcionar com atendimento presencial e capacidade reduzida (20%) das 12h às 16h, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 13h, no fim de semana. Os shoppings poderão abrir todos os dias, das 16h às 20h. Praça de alimentação e serviços de valet dos shoppings seguem sem funcionar.

Seguem proibidos de abrir para receber clientes os bares e restaurantes, salões de beleza, academias, teatro e cinema. No caso dos serviços de alimentação, as empresas podem funcionar com delivery e drive-thru.

“Os estabelecimentos que não cumprirem as regras estabelecidas ficam sujeitos a multa de R$ 1.446,44. Em caso de reincidência, a multa dobra. E na terceira, o estabelecimento poderá ser fechado enquanto durar a quarentena”, informou, em nota, a prefeitura.

A volta à fase laranja do Plano SP do Departamento Regional de Saúde (DRS-VII), que tem Campinas como sede administrativa e compreende 42 municípios, permite ainda a abertura de outros serviços não essenciais, como escritórios, também por quatro horas.

As cidades de Espírito Santo do Pinhal, Estiva Gerbi, Itapira, Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Santo Antônio do Jardim, que pertencem à regional de saúde de São João da Boa Vista e fazem parte da área de cobertura do G1 Campinas, já estavam na fase laranja da flexibilização da quarentena.

Lista de atividades liberadas na fase laranja

  • Assistência à saúde, incluindo os serviços médicos e hospitalares;
  • Segurança privada;
  • Transporte por táxi ou aplicativos;
  • Serviços de alimentação (restaurantes, padarias e etc.), priorizando os serviços de entrega;
  • Supermercados, atacadistas e comércios em geral que vendam gêneros alimentícios e produtos de limpeza;
  • Farmácias;
  • Bancos e lotéricas;
  • Indústrias e fábricas (com restrição de 30% da capacidade nos refeitórios);
  • Escritórios (Advocacia, contabilidade e imobiliárias, engenharia, arquitetura e turismo);
  • Shopping Centers (com horário reduzido/proibida a realização de atividades e eventos culturais e o funcionamento de praça de alimentação e serviços de vallet);
  • Comércios e serviços, por quatro horas;
  • Igrejas e cultos religiosos (com distanciamento mínimo de um 1,5 metro entre frequentadores)
  • Eventos na modalidade “drive-in” realizados em ambiente aberto ou fechado;

Apesar de decisão judicial que impede a abertura de templos religiosos, a prefeitura anunciou que vai liberar as atividades religiosas com a recomendação de que os cultos continuem virtuais. As regras incluem o uso de máscara e a proibição da presença de fiéis com mais de 60 anos.

A avaliação da administração municipal é que houve uma interpretação equivocada da Justiça e, por isso, ofereceu recurso.

Novo mapa da quarentena: 27 de julho a 10 de agosto — Foto: Arte-Governo de SP

Formas erradas e corretas de usar máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1

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