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O Brasil tem 136.923 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta segunda-feira (21), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de domingo (20), 3 estados atualizaram seus dados: BA, GO e RR.

Veja os números consolidados:

  • 136.923 mortes confirmadas
  • 4.544.347 casos confirmados

No domingo, às 20h, o balanço indicou: 136.895 mortes, 330 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 747 óbitos, uma variação de -5% em relação aos dados registrados em 14 dias. Quando a variação é menor que 15%, é considerado que a curva ficou estável.

Em casos confirmados, já são 4.544.262 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 15.915 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 30.587 por dia, uma variação de -10% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Com um indício de queda nas curvas de mortes e casos por covid-19, um dos principais temas nos processos de reabertura econômica e flexibilização do isolamento nos estados tem sido a situação das aulas nas redes de ensino. Até o momento a maioria dos estados segue sem aulas presenciais.

As atividades pedagógicas presenciais reiniciaram primeiramente no estado do Amazonas, em agosto. Lá, a preocupação agora é com o monitoramento dos profissionais de educação e alunos, que vem ensejando uma disputa judicial entre professores e o governo estadual. A contenda também ocorre no Rio de Janeiro, em relação às aulas na rede privada.

No Rio Grande do Sul o calendário iniciou em setembro pela educação infantil, com previsão de término para novembro. No Pará, o governo autorizou aulas presenciais nas regiões classificadas nas bandeiras Amarela, Verde e Azul.

O estado de São Paulo deve receber, já em outubro, 5 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech. O anúncio foi feito pelo governador do estado, João Doria, via Facebook, no domingo (20).

Segundo Doria, a previsão é de que haja 46 milhões de doses até dezembro. Conforme explica na postagem, a ampliação de vacinas será possível em virtude da transferência de tecnologia da farmacêutica para o instituto, que passará a produzir o imunizante.

Na última segunda-feira (14), o governo estadual informou que o instituto irá iniciar, em novembro, obras para ampliar sua estrutura física, a fim de acelerar a produção de vacinas. A expectativa do governo paulista é que a reforma seja finalizada ainda neste mês.

Multas e fechamento de bares no Rio

As equipes de fiscalização e ordenamento urbano da prefeitura do Rio ações de fiscalização com a finalidade de combater aglomerações e verificar o uso de máscara em diversos pontos da cidade. Foram aplicadas multas para coibir o desrespeito às normas, devido à pandemia de covid-19.

A ação realizada na noite de sexta-feira (18) se concentrou nos polos gastronômicos da Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca; na Praça Varnhargem, na Tijuca; e nas ruas Dias Ferreira, no Leblon, e Nelson Mandela, em Botafogo, e em vários pontos da zona oeste da cidade.

Fiscais da Vigilância Sanitária fizeram 15 inspeções e interditaram três estabelecimentos por aglomeração. Foram duas interdições na Rua Dias Ferreira, no Leblon; e uma na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca. Os técnicos aplicaram seis infrações, sendo três por aglomeração, duas por fornecimento de bebidas fora das mesas após as 22h e uma por fumo em ambiente fechado.

O governador em exercício Cláudio Castro prorrogou até o dia 6 de outubro algumas medidas restritivas de prevenção e enfrentamento à propagação da covid-19 no estado. De acordo com a medida, seguem suspensas a realização de eventos com a presença de público, como shows, e a permanência nas praias e lagoas.

A previsão de retorno às aulas na rede estadual de educação, inclusive nas unidades de ensino superior, continua sendo o dia 5 de outubro. A retomada vai ocorrer em regiões que permaneçam em baixo risco de contaminação pela covid-19 por, no mínimo, duas semanas seguidas antes da data prevista para a abertura.

O documento publicado no Diário Oficial de ontem (18) mantém a alteração de funcionamento de bares e restaurantes, que podem continuar atendendo ao público com 50% da sua capacidade de lotação, até 1h da madrugada, mas com a proibição do consumo de bebidas alcoólicas em ambiente externo depois das 22h.

Escolas no Distrito Federal

Mais de seis meses após a suspensão das aulas presenciais nas escolas públicas e particulares do Distrito Federal, em 11 de março, os estabelecimentos estão autorizados a retomar as atividades nesta segunda (21).

Enquanto na rede pública a volta ainda está longe de virar realidade, nas particulares, a liberação ocorreu em meio a uma batalha judicial. O Governo do Distrito Federal chegou a permitir o retorno desses alunos no dia 27 de julho, mas, no dia seguinte, a proibição das atividades voltou a ser imposta pela Justiça.

Depois de audiência de conciliação virtual, entidades que representam escolas e os docentes definiram um novo calendário para a retomada. Hoje começam as atividades da educação infantil – de 0 a 5 anos – e do ensino fundamental 1 para alunos do 1º a 5º ano. No caso do ensino fundamental 2 – 6º ao 9º ano – o retorno está previsto em 19 de outubro.

Os britânicos devem ter que conviver com novas medidas rígidas de distanciamento social, inclusive nos locais de trabalho, para evitar atingir 50 mil casos diários de covid-19 em outubro.

O alerta foi feito nesta segunda-feira, em um discurso transmitido pela televisão, por Chris Whitty e Patrick Vallance, que lideram os conselhos médico e científico do governo do Reino Unido, respectivamente. Para eles, o país vai enfrentar “um inverno muito desafiador”.

Em meio aos alertas de que o número de casos diários pode chegar a 50 mil e o de mortes a 200 se nenhuma ação for tomada, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, deve reagir anunciando novas medidas para combater o vírus amanhã.

Segundo a reportagem do jornal “Financial Times”, ministros já estão discutindo novas medidas nacionais para a Inglaterra, onde estão em vigor novos “lockdowns” parciais que afetam mais de 13% da população de todo o Reino Unido.

Os dois conselheiros do governo mostraram previsões de que o número de casos poderia passar de 3.105, em 15 de setembro, para 49 mil, em 13 de outubro. Se o ritmo atual for mantido, o número diário de mortes pode subir para 200 em novembro.

O País de Gales anunciou nesta segunda-feira um novo confinamento parcial para combater a disseminação da covid-19.

Segundo reportagem do jornal “Financial Times”, as novas regras afetam cerca de 300 mil pessoas. Ninguém poderá visitar áreas ao sul do País de Gales a partir das 18h de amanhã. As exceções são viagens por motivos de saúde, trabalho ou educação.

Moradores das cidades de Blaenau, Gwent, Bridgend, Merthyr Tydfil e Newport também não poderão encontrar pessoas de outras famílias em locais fechados. Todos os pubs terão que fechar às 23h.

Outras cidades no País de Gales já estavam sob restrições desde a semana passada. Em todo o Reino Unido, mais de 13 milhões estão convivendo com novas medidas para enfrentar uma segunda onda de casos da doença.

O anúncio foi feito pouco depois de um alerta feito pelos principais conselheiros científicos do Reino Unido. Sem que ações urgentes sejam tomadas, eles projetam que 50 mil casos de covid-19 sejam diagnosticados diariamente na região em outubro.

A Alemanha planeja montar clínicas temporárias para testar e tratar casos de covid-19. A medida faz parte de uma estratégia do governo de Angela Merkel para enfrentar o vírus durante o inverno europeu, quando o número de infecções deve crescer.

O objetivo do plano é tirar dos hospitais pacientes com covid-19 ou com sintomas típicos de gripe, segundo explicou o ministro da Saúde, Jens Spahn, ao jornal “Rheinische Post” nesta segunda-feira. “Idealmente, eles deveriam estar acessíveis em todo o país no outono”, disse ele.

A estratégia foi anunciada enquanto o país já registra um aumento significativo nos casos de covid-19, assim como outras regiões da Europa.

Nos últimos 10 dias, o Instituto Robert Koch, diagnosticou mais 10.735 pessoas com a doença e afirmou que a alta requer um acompanhamento rigoroso. Só no sábado foram 2.297 novas infecções, o maior número desde abril.

Spahn também afirmou que pretende discutir com os governadores alemães uma estratégia de testagem durante o inverno europeu, que incluirá testes rápidos e novos períodos de quarentena para aqueles que retornarem de áreas de risco.

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