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O Brasil tem 132.125 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta terça-feira (15), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de segunda-feira, 1 estado atualizou seus dados: GO.

Veja os números consolidados:

  • 132.125 mortes confirmadas
  • 4.349.723 casos confirmados

No dia anterior, às 20h, o balanço indicou 454 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 132.117 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 731 óbitos, uma variação de -15% em relação aos dados registrados em 14 dias. Após uma semana registrando queda, o Brasil volta à estabilidade na média de mortes por Covid-19. No total, 2 estados apresentaram alta de mortes: Acre e Ceará.

Em casos confirmados, já são 4.349.544 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 19.392 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 28.849 por dia, uma variação de -28 % em relação aos casos registrados em 14 dias.

A Justiça do Rio de Janeiro reforçou decisão que mantém aulas na rede particular de ensino na capital do estado suspensas. A decisão é do desembargador Peterson Barroso Simão, da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

Na decisão, o magistrado ressaltou que o retorno dos estudantes às salas de aulas tem sido debatido por especialistas da saúde e educação que ponderam a imposição de medidas restritivas de combate à pandemia de covid-19 com a necessidade do convívio do aluno no ambiente escolar.

“A relevância do tema é incontestável e os conflitos relacionados não causam surpresa. O Judiciário tem proferido diversas decisões sobre o tema que, a princípio, podem suscitar alguma dúvida na sociedade e gerar ansiedade nos pais, alunos e professores”.

O Instituto Butantan vai iniciar, em novembro deste ano, obras em sua fábrica para ampliação da capacidade de produção de vacinas. A expectativa do governo paulista é que as obras estejam prontas a partir de setembro do ano que vem.

O local ficará inicialmente voltado para a produção da vacina contra o novo coronavírus, fruto de uma parceria entre o Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac, mas futuramente poderá fabricar outros tipos de imunizantes. Com a ampliação, o Butantan poderá produzir mais de 100 milhões de doses da CoronaVac por ano, a partir de 2022.

O investimento necessário para a construção, ampliação e modernização da nova fábrica do Butantan é de cerca de R$ 160 milhões, mas o governo paulista diz já ter arrecadado R$ 97 milhões em doações de empresas privadas [sem contrapartida] o que, segundo o governador de São Paulo, João Doria, já permite a contratação do projeto executivo e início da obra.

A empresa alemã de biotecnologia BioNTech anunciou o recebimento de 375 milhões de euros do governo da Alemanha para o desenvolvimento da vacina contra covid-19, segundo a agência de notícias Dow Jones.

Além do financiamento, a empresa anunciou que obteve autorização para iniciar parte de seus ensaios na Alemanha. A companhia começou a recrutar pacientes em três continentes e já inscreveu mais de 28 mil pessoas em testes nos Estados Unidos, no Brasil, na Argentina e na Europa.

O governo de Hong Kong revelou nesta terça-feira (15) planos para flexibilizar ainda mais as medidas de distanciamento social adotadas para combater um terceiro surto de covid-19 que começou no início de julho.

As autoridades locais já vinham relaxando as restrições nas últimas semanas e hoje decidiram ir além após a ex-colônia britânica não registrar nenhum novo caso transmitido localmente pela primeira vez em quase três meses.

Com a nova flexibilização, bares, karaokês, piscinas e parques temáticos, incluindo a Disney, poderão reabrir na próxima sexta-feira (18). Os restaurantes, que só podiam servir seus clientes até 22h, poderão funcionar por duas horas a mais.

Apesar do relaxamento, outras restrições continuam em vigor. Reuniões continuam limitadas a quatro pessoas e todos seguem obrigados a usar máscaras em espaços públicos.

Nos últimos dias, o governo de Hong Kong gastou quase US$ 70 milhões para testar 1,8 milhão de pessoas, cerca de 25% da população da cidade, e confirmou apenas 32 novos casos da doença.

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