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O Brasil tem 120.896 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta segunda-feira (31), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de domingo (30), dois estados atualizaram seus dados: GO e RR.

Veja os números consolidados:

  • 120.896 mortes confirmadas
  • 3.862.219 casos confirmados

No domingo, às 20h, o balanço indicou: 120.896 mortes confirmadas, 398 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 875 óbitos, uma variação de -10% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, eram 3.862.116 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 15.151 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 36.627 por dia, uma variação de -16% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Festa do Peão de Boiadeiro

Pela primeira vez desde o seu surgimento, em 1956, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos não será realizada neste ano, devido à pandemia do novo coronavírus, segundo a agência de notícias Folhapress. O anúncio foi feito na madrugada deste domingo (30).

Com isso, a 65ª edição da mais tradicional festa do gênero no país, que estava programada inicialmente para ocorrer de 20 a 30 de agosto e tinha sido adiada para 28 de outubro a 2 de novembro, só será realizada entre 19 e 29 de agosto do ano que vem.

De acordo com a Folhapress, a decisão do adiamento inicial para outubro foi anunciada em maio, quando não havia começado a venda de ingressos antecipados nem tinha sido divulgada a programação, o que normalmente ocorre nos primeiros meses do ano, devido ao avanço de casos da covid-19 pelo país.

Nas últimas edições, Barretos recebeu cerca de 900 mil visitantes em seus 11 dias de evento. Só o estádio de rodeios, onde ocorrem as montarias e os principais shows, comporta 55 mil pessoas, sendo 35 mil nas arquibancadas e 20 mil na arena.

Ainda conforme a Folhapress, segundo a organização, foi decidido que não haveria condições de realizar o evento em segurança para o público. “Tentamos e torcemos muito para que tivéssemos condições de realizar a festa ainda neste ano. Mas nossa prioridade é a segurança e a saúde de todos os envolvidos”, disse Jerônimo Luiz Muzetti, presidente de Os Independentes, associação criada em 1955 e que organiza a festa.

A quarta etapa da testagem rápida para covid-19 em comunidades cariocas começa amanhã (31) . Dessa vez, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai levar a ação à Mangueira, ao Complexo do Borel, ao Jacaré, ao Jacarezinho, ao Santo Cristo e à Gamboa, onde 3,2 mil moradores serão testados ao longo da semana. O trabalho segue até sexta-feira (4).

A metodologia é baseada na escolha aleatória de áreas e moradores da comunidade. O sorteio das micro áreas a serem percorridas é realizado pelas equipes da Atenção Primária. As áreas já estão mapeadas pela Estratégia de Saúde da Família. De acordo com a SMS, a intenção da estratégia é ter cobertura representativa da população local.

Durante a ação nessas micro áreas, os agentes vão de casa em casa e oferecem o teste. Somente um membro da família é escolhido em cada residência. Nesse caso, a escolha é feita com a participação dos moradores. O teste rápido é aplicado na própria casa e a coleta de uma gota de sangue é feita após uma espetadinha na ponta do dedo. O resultado, segundo a SMS, sai na hora.

Além de identificar os anticorpos produzidos na fase inicial da doença, a partir do 8º dia de infecção, o teste é capaz de indicar os que são produzidos em fases mais tardias da doença ou após a recuperação do doente. Mesmo quem foi infectado, mas não apresentou sintomas, pode ser identificado.

Segundo o Ministério da Saúde, até o momento, foram identificadas 6 mil gestantes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 2,7 mil infectadas com o novo coronavírus. O sistema da pasta registra também 221 mortes por SRAG, com 155 de mulheres com covid-19. Os dados foram divulgados na última sexta-feira (28) durante entrevista online.

As gestantes devem ser testadas para covid-19, mesmo se não apresentarem sintomas de infecção pelo novo coronavírus. A orientação faz parte de um conjunto de ações para este público e puérperas durante a pandemia previsto em portaria publicada nesta semana pelo Ministério da Saúde e em manual sobre o tema que será divulgado em breve.

Em entrevista online, gestores do órgão apontaram a necessidade de cuidados específicos com estas mulheres. Eles mencionaram estudo do Centro para Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos segundo o qual gestantes têm maior probabilidade de agravamento com internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), necessidade de ventilação e até mesmo evolução para morte.

Ainda conforme a pesquisa do CDC, gestantes com covid-19 possuem risco 1,5 vez maior de ir para a UTI e 1,7 mais chances de necessitar de ventilação mecânica do que as demais mulheres.

Por isso uma das medidas é a testagem, para identificar se a paciente foi infectada ou não. As orientações do Ministério da Saúde também incluem a importância de isolar a gestante para evitar a contaminação.

Mais de 25 milhões de casos de covid-19 foram registrados no mundo, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins até a madrugada deste domingo (30). Mais de 842 mil morreram por causa da doença causada pelo novo coronavírus. As informações são da agência de notícias Dow Jones.

Os Estados Unidos continuam a liderar o número de casos e mortes no mundo. Ontem, foram registradas 47.161 novas infecções, sexto dia consecutivo de aumento de aumento de casos, elevando o número total no país para 5,96 milhões, mais de um quarto do total mundial.

Segundo a Dow Jones, embora o número diário tenha aumentado de forma expressiva desde que atingiu 35 mil casos em 23 de agosto, ainda está abaixo do pico de 77 mil casos diários relatados em meados de julho. Os EUA relataram 969 novas mortes em 24 horas, num total de 182.779, de acordo com dados da Johns Hopkins.

O Brasil, segundo país com maior número de infectados, tem mais de 3,8 milhões de casos e 120.498 óbitos, de acordo com números do consórcio imprensa formado para contar os casos. Ontem, forma notificados 37.752 infecções e 904 mortes.

Ainda de acordo com a Dow Jones, outros países estão relatando taxas mais altas de infecção, como a Índia, que informou 78.761 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, o maior aumento em um único dia, levando o total de casos confirmados para 3,542 milhões, segundo o Ministério da Saúde e Bem-Estar da Família. Ocorreram 948 novas mortes devido à doença, com um total de 63.498.

Após a divulgação por pesquisadores de Hong Kong do primeiro caso de reinfecção do novo coronavírus comprovado, cientistas norte-americanos divulgaram mais um caso de contágio de duas cepas do vírus por um mesmo indivíduo em Reno, no estado de Nevada (EUA), segundo a agência de notícias Folhapress.

Os dados foram publicados na forma de pré-print (ainda sem revisão por pares) e submetidos para publicação na prestigiada revista científica The Lancet na última quinta-feira (27).

De acordo com a Folhapress, no estudo, pesquisadores da Universidade de Nevada, do Instituto de Medicina Personalizada e do Laboratório de Saúde Pública do estado sequenciaram duas amostras distintas, chamadas de A e B, de um mesmo paciente que foi contaminado em dois momentos distintos.

O paciente, um homem de 25 anos, apresentou sintomas gripais -dor de garganta, tosse, dor de cabeça- em 25 de março e foi identificado em uma testagem comunitária feita pelos órgãos de saúde do Condado de Washoe, em 18 de abril. Após a confirmação por meio do exame RT-PCR, o homem foi isolado e relatou não ter mais sintomas em 27 de abril.

Ainda segundo a Folhapress, um exame realizado no dia 9 de maio comprovou o fim da infecção. Novamente, no dia 26 de maio, outro exame RT-PCR foi feito para certificar que o vírus não estava mais em seu organismo, cujo resultado foi negativo.

A Índia quebrou mais uma vez o recorde global de casos diagnosticados de covid-19 em um único dia. Nas últimas 24 horas, 78.761 pessoas testaram positivo para a doença no país, um número registrado enquanto o governo local flexibiliza medidas restritivas para ajudar a economia.

A nova alta deixa a Índia com 3,62 milhões de casos confirmados do novo coronavírus, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, pouco atrás do Brasil, onde 3,86 milhões de pessoas foram infectadas desde o início da pandemia.

Mais 971 pessoas morreram no país nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde, elevando o total de vítimas da doença na Índia para 64.469. Com a alta, o país ultrapassou o México e agora é o terceiro em óbitos relacionados à covid-19, atrás apenas de Estados Unidos e Brasil.

Com 1,4 bilhão de habitantes, a Índia vem registrando o maior número diário de casos da covid-19 no mundo nas últimas semanas. Por quatro dias consecutivos, mais de 75 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença no país.

Um dos motivos para a alta são os testes: a Índia agora está realizando quase 1 milhão de exames todos os dias, contra apenas cerca de 200 mil há dois meses.

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