O Brasil tem 124.746 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta sexta-feira (4), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de quinta-feira (3), três estados atualizaram seus dados: GO, PI e RR.

Veja os números consolidados:

  • 124.746 mortes confirmadas
  • 4.047.790 casos confirmados

Na quinta-feira, às 20h, o balanço indicou: 124.729 mortes confirmadas, 830 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 858 óbitos, uma variação de -13% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, eram 4.046.150 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 44.728 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 40.237 por dia, uma variação de +9% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Israel vai impor uma quarentena nacional parcial na próxima semana para combater uma alta nos casos do novo coronavírus, disse Ronni Gamzu, chefe da força-tarefa para combater a pandemia, manifestando sua preocupação, segundo a agência de notícias Reuters.

Afirmou disse que o país está enfrentando um “momento crucial” na tentativa de conter a disseminação da covid-19, uma vez que três mil novos casos estão sendo relatados diariamente em uma população de nove milhões de habitantes.

De acordo com a Reuters, ele atribuiu grande parte da culpa ao que classificou como apatia da minoria árabe diante das regras de distanciamento social e às taxas altas de infecção em comunidades judias ultraortodoxas muito fechadas.

Outros especialistas de saúde disseram que as lutas políticas internas entre membros da coalizão de governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu provocaram uma reação lenta a uma segunda onda de casos, depois que uma quarentena nacional inicial achatou a curva de infecções em maio.

“Por favor, nada de casamentos agora, nada de aglomerações em lugar nenhum”, implorou Gamzu, ainda segundo a Reuters. “Há cidades de Israel que serão submetidas a toques de recolher e interdições na semana que vem e enfrentarão adversidades econômicas, sociais e pessoais”, declarou.

Após quebrar o recorde mundial de casos de covid-19 em um único dia ontem, a Índia voltou a diagnosticar, pelo segundo dia consecutivo, mais de 83 mil pessoas com a doença, segundo boletim divulgado nesta sexta-feira (4).

Dados do Ministério da Saúde e Bem-Estar Familiar da Índia mostram que 83.341 pessoas testaram positivo para a doença nas últimas 24 horas, número ligeiramente inferior que o recorde de 83.883 casos confirmados ontem.

Com a nova alta, a Índia chegou a 3.936.747 casos da doença, quase 110 mil a menos que o Brasil, que, com 4.046.150 pessoas diagnosticadas com a covid-19, segundo dados coletados pelo consórcio de imprensa, ainda ocupa a segunda posição mundialmente, atrás apenas dos Estados Unidos.

Além disso, mais 1.096 pessoas morreram após contrair o vírus na Índia nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos desde o início da pandemia para 68.472. O país é o terceiro em vítimas da covid-19 no mundo, atrás de EUA e Brasil.

A Nova Zelândia registrou nesta sexta-feira (4) a primeira morte por covid-19 em mais de três meses. As autoridades de saúde disseram que a vítima foi um homem, de 50 anos, infectado durante o recente surto identificado no país. Ele estava internado em um hospital de Auckland desde então.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou que manterá as restrições adotadas após o novo surto até pelo menos 14 de setembro. O confinamento de Auckland, porém, será flexibilizado parcialmente, mas aglomerações continuarão limitadas em todo o país, que também obriga a população a usar máscaras no transporte público.

Um dos países mais bem-sucedidos no combate à covid-19, a Nova Zelândia registrou pouco mais de 1,7 mil casos da doença e apenas 23 mortes, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins.



Source link