[ad_1]

Há mais de quatro meses, quando os primeiros casos do novo coronavírus apareceram no Distrito Federal, os moradores da capital são orientados a permanecer em casa para evitar o contágio. Com o tédio e a ansiedade se intensificando durante o isolamento, iniciativas gratuitas oferecem alternativas para melhorar o bem-estar de quem continua em quarentena.

Uma desses projetos é organizado pelo Centro de Dança do Distrito Federal. Desde 30 de junho, a entidade realiza videoaulas gratuitas em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). A programação é divulgada nas redes sociais do centro.

De acordo com o gerente do espaço, Aghatto Santos, a ideia de fazer as aulas online surgiu após os professores perceberem que as atividades presenciais estavam migrando para a internet por causa da pandemia.

Desde então, já foram oferecidas aulas de performance, dança contemporânea e dança sensual, focadas para homens e mulheres. E, segundo os administradores do local, estão programadas aulas de “afrohouse” e “kuduro’ nas próximas semanas.

Outra iniciativa que ajuda quem está isolado é a “Escuta Virtual”, projeto criado pela Universidade de Brasília (UnB) para ser um espaço de terapia coletiva. A atividade faz parte de um dos eixos do plano de contingência da instituição, que foca a atuação em saúde mental e apoio psicossocial.

A professora Larissa Polejack, diretora de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária, explica que as atividades oferecidas pela UnB se baseiam em conhecimento científico. “É muito importante que a gente cuide disso [saúde mental] desde o início, e é isso que a gente tem tentado fazer na UnB.”

A iniciativa oferece espaços de diálogo e encontro para comunidade externa. Os interessados precisam de inscrever por meio de formulário na internet. Estão disponíveis os seguintes temas:

Segundo a psicóloga Andréa Vani de França, momentos de distração e relaxamento contribuem para o bem estar físico e emocional do corpo humano, principalmente em momentos como o atual.

“É importante se manter ativo porque a quarentena e o isolamento contribuem para o aumento do stress e da ansiedade. E consequentemente, de depressão e de quadros de pânico e outras patologias, e as atividades físicas e mentais ajudam nesse equilíbrio”, diz.

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

[ad_2]

Source link