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Os casos de coronavírus registrados em Cuiabá estão espalhados por 26 bairros, conforme estudos divulgados pelo Mapa Covid -19, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na última quarta-feira (8). No topo do ranking estão o os bairros Morada da Serra, com quatro casos e o Florais e Jardim Itália, com três casos em cada.

Outros bairros que já possuem moradores infectados pelo vírus são: Solar da Chapada, Jardim Vitória, Paiaguás, Morada do Ouro, Bela Vista, Bosque da Saúde, Santa Rosa, Duque de Caxias, Quilombo, Bandeirantes, Centro Sul, Dom Aquino, Lixeira, Jardim Leblon, Pedregal, Boa Esperança, Santa Cruz, Jardim Imperial, Jardim Universitário, Altos do Coxipó, Jardim das Palmeiras, Jardim Gramado, Parque Atalaia também aparecem no estudo com média de dois casos.

Conforme o último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), nessa sexta-feira (10), Cuiabá já registra 60 casos confirmados da doença. Em todo o estado os números somam 112 confirmados e 469 casos de pessoas com síndrome respiratória aguda grave em investigação.

O estudo sobre a incidência dos casos em bairros da capital é realizado pelo Departamento de Geografia da UFMT em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com o levantamento, a distribuição espacial da Covid-19 em Cuiabá repete o padrão de difusão vistos em outras grandes cidades do país: o vírus chega pelas pessoas que estiveram em viagem a outros países ou a outros estados brasileiros, e é transmitido aos familiares e amigos que convivem com os infectados.

Conforme o estudo, a doença ainda tem atingido populações de áreas com renda média ou alta, como é o caso de Cuiabá.

De acordo a gerente de Agravos e Doenças Transmissíveis da Vigilância Epidemiologia do Município, Flávia Guimarães a utilização do mapeamento tem como objetivo alertar a população sobre o aumento da transmissão comunitária, principalmente nessa fase de mitigação.

Na próxima semana, os gestores do Município e da UFMT devem assinar um termo de Cooperação Técnica e, a partir daí, o estudo de monitoramento de bairros com maior incidência da doença passará a fazer parte do Boletim Epidemiológico de Cuiabá.

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