[ad_1]

A instituição de longa permanência de idosos de Antônio Carlos, na Grande Florianópolis, registrou a quarta morte por coronavírus. O falecimento de uma idosa de 65 anos foi confirmado pelo Governo de Santa Catarina na tarde de sábado (11). Outras três pessoas acima de 60 anos desse asilo morreram em decorrência da Covid-19.

O número de pacientes da doença subiu para 732 em Santa Catarina, assim como o número de mortes, que chegou a 21, conforme divulgado pelo Governo do Estado no início da tarde de sábado. O Estado anunciou ainda a prorrogação da quarentena, mas com liberação de alguns setores com restrições.

Segundo a Vigilância Epidemiológica de Antônio Carlos, diferente das demais vítimas, que morreram no hospital, essa idosa morreu no asilo.

Há outros idosos no local que estão com a doença, além de dois funcionários. Todos estão sendo monitorados pela Vigilância Epidemiológica do município. Há ainda uma mulher na cidade que também teve diagnóstico confirmado, mas não tem relação com a casa de repouso, assim como um morador que trabalha na rede de saúde em Florianópolis.

As visitas aos idosos estão suspensas desde março e estão entre as recomendações do Estado de Santa Catarina a ser seguidas pelas Instituições de Longa Permanência a Idosos (ILPIs). Especialistas recomendam que os idosos continuem nos lares, pois esses locais ainda são mais adequados para eles e representam menos risco de serem infectados por coronavírus do que na casa das famílias, por exemplo.

Mesmo com os casos confirmados, a casa de apoio continua prestando atendimento aos idosos e isolou em quartos separados aqueles com a confirmação da doença. O café da manhã e outras refeições estão sendo fornecidas nos quartos de isolamento.

Os equipamentos de Proteção Individual (EPIs) estão sendo comprados pela própria casa, que tem aceitado doações. As despesas aumentaram muito durante a pandemia, tanto com aquisição de equipamentos quanto com as horas extras dos funcionários que estão cobrindo os demais afastados.

As visitas aos idosos estão suspensas desde a metade de março, por recomendação do médico do local após as primeiras confirmações de coronavírus em Santa Catarina.

O primeiro idoso que morreu em março não apresentou sintomas do novo coronavírus e foi hospitalizado com quadro de desconforto respiratório em 23 de março. Ele havia sido levado pelos filhos para o abrigo no dia 18 do mesmo mês. A confirmação do diagnóstico de Covid-19 saiu no mesmo dia da morte, mas horas depois, e a família enterrou o idoso sem saber que ele seria um caso suspeito de coronavírus.

Após a morte dele, as pessoas que vivem e trabalham na casa de repouso foram submetidas ao teste de coronavírus, totalizando 49 amostras.

Há pouco mais de uma semana, morreu a segunda idosa do local, de 66 anos, em um hospital de Biguaçu, também na Grande Florianópolis, onde ela foi internada. Na última quinta-feira (9) foi divulgada a terceira morte de idoso do local.

Com o aumento de mortes no Estado, uma série de cuidados devem ser tomadas por funerárias e crematórios no sepultamento dos corpos de pessoas com diagnóstico confirmado ou suspeito de coronavírus.

Veja o que abre e o que fecha em Santa Catarina por causa do coronavírus

O comércio de rua, funcionamento de hotéis, pousadas e similares e a abertura de restaurantes apenas para retirada no balcão foram autorizadas. Já hotéis, pousadas e similares, apenas a hospedagem será permitida, sem poder abrir os restaurantes e cafés localizados dentro desses locais, assim como outros espaços coletivos, convenções ou qualquer outra atividade.

No entanto, as medidas não valem para Florianópolis. A Prefeitura da capital anunciou, também no sábado (11), que aumentará as restrições e impediu a abertura de hotéis, pousadas e comércio. O prefeito Gean Loureiro inclusive anunciou o fechamento de lojas que na semana passada foram autorizadas pelo governo a funcionar, como as locadoras de veículo.

Veja mais notícias do estado no G1 SC

[ad_2]

Source link