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Coronavírus: MG tem 17 mortes, 698 confirmações de Covid-19 e mais de 57 mil casos suspeitos | Minas Gerais


Segundo a secretaria, outras 107 mortes estão sob investigação. Há 698 confirmações de Covid-19 em MG e outros 57.012 casos suspeitos aguardando resultados de exames no estado.

Nesta sexta-feira, foram confirmadas pela SES as mortes de um homem de 79 anos em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, e de uma mulher de 46 anos, em Divinópolis, na Região Centro-Oeste.

As histórias dos pacientes que morreram

A primeira paciente que morreu em decorrência do coronavírus em Minas Gerais foi Marlene Eunice Vanucci, de 82 anos, moradora de Belo Horizonte. Ela foi internada no Hospital Biocor em Nova Lima em 21 de março, com quadro de febre, tosse e desconforto respiratório, sendo transferida para UTI dois dias depois. Ela morreu no dia 29 de março. A paciente também tinha doença cardiovascular crônica, diabetes mellitus e pneumopatia crônica.

No dia da morte de Marlene, sua nora fez um desabafo emocionado em uma rede social:

“Gostaria imensamente que os governantes fossem mais respeitosos com cada vida ceifada e sufocada pelo coronavírus. Sr. Ministro Mandetta se mantenha técnico e firme, não se deixe abater por ignorância. Mais amor e mais empatia”, escreveu ela.

Morte de Marlene foi confirmada pelo médico do Biocor — Foto: Reprodução Redes Sociais

Morte de Marlene foi confirmada pelo médico do Biocor — Foto: Reprodução Redes Sociais

O segundo paciente que morreu com exame positivo para a Covid-19 foi o Darcy Gomes Parreiras, de 66 anos, morador de Belo Horizonte, que estava internado no Hospital Semper e morreu três dias depois de dar entrada, em 30 de março. Ele tinha cardiopatia e diabetes mielitus.

Darcy Gomes Parreiras — Foto: Arquivo pessoalDarcy Gomes Parreiras — Foto: Arquivo pessoal

Darcy Gomes Parreiras — Foto: Arquivo pessoal

O terceiro paciente foi um homem de 44 anos, morador de Mariana, que morreu em hospital na própria cidade, no dia 30 de março. Ele não tinha nenhuma comorbidade. Esta morte em Mariana havia sido confirmada na manhã do dia 1º de abril, em vídeo publicado no Instagram da prefeitura da cidade.

A quarta paciente que morreu em decorrência da doença é uma mulher de 76 anos, moradora de Belo Horizonte, cujos sintomas apareceram pela primeira vez no dia 23 de março. O resultado do exame comprovando que ela estava com a Covid-19 saiu no dia 31 de março e ela morreu no dia 1º de abril. Ela tinha doença cardiovascular e diabetes.

Houve um erro na notificação da data da morte desta paciente, que levou o Ministério da Saúde a anunciar, equivocadamente, que a primeira morte por coronavírus no Brasil tinha ocorrido em janeiro. Na última sexta-feira, 3 de abril, a pasta voltou atrás e se corrigiu.

No dia 30 de março, morreu o quinto paciente em decorrência da Covid-19 em Minas Gerais, um morador de Uberlândia com 80 anos. Ele apresentou os sintomas de febre, tosse e dispneia no dia 29 de março e morreu no dia seguinte. Ele tinha doença pulmonar crônica e doença cardiovascular.

Na mesma cidade, morreu uma paciente de 61 anos, que apresentou os primeiros sintomas, com febre, dispneia e mialgia no dia 26 de março e não resistiu no dia 2 de abril. Ela tinha doença renal crônica.

Cláudio Manoel Ricardo estava internado no Hospital Aroldo Tourinho e morreu na quarta-feira (1º) — Foto: Arquivo pessoalCláudio Manoel Ricardo estava internado no Hospital Aroldo Tourinho e morreu na quarta-feira (1º) — Foto: Arquivo pessoal

Cláudio Manoel Ricardo estava internado no Hospital Aroldo Tourinho e morreu na quarta-feira (1º) — Foto: Arquivo pessoal

O sétimo paciente que morreu foi o Cláudio Manoel Ricardo, de 69 anos, morador de Montes Claros. Ele não tinha nenhuma comorbidade. Segundo o filho do idoso, Claudinei dos Santos Ricardo, em entrevista ao G1 no dia 2 de março, o pai viajou antes do período de Carnaval para rever a família e retornou no dia 16 de março.

“Infelizmente, meu pai não levou isso a sério, ele dizia que era coisa da mídia. Quando resolveu viajar, eu o alertei para não ir e mesmo sabendo dos riscos, ele foi porque não acreditava na doença. Meu pai era 100% saudável, não tinha problema de saúde e tinha feito um check-up recentemente”, afirmou o filho do paciente.

Na madrugada do dia 17, Cláudio Ricardo começou a sentir os primeiros sintomas da doença. O idoso foi internado no hospital Aroldo Tourinho no dia 27 de março e entubado dois dias depois. Ele morreu no dia 1º de abril. Sua família está em isolamento e sendo monitorada.

O oitavo paciente, divulgado nesta segunda-feira (6) pela Secretaria de Estado da Saúde, é um morador de Belo Horizonte, de 82 anos, que sentiu os primeiros sintomas no dia 24 de março, foi internado no dia 30 e morreu neste domingo, 5 de abril. Ele tinha hipertensão arterial e hipotireoidismo.

Já o nono paciente é um morador de 72 anos da cidade de Ouro Fino, no Sul de Minas. Ele teve início de sintomas, com febre, no dia 21 de março. Foi internado no dia 24 e morreu no dia 31 de março. O exame confirmando que ele estava com a Covid-19 saiu neste domingo, 5 de abril. Ele não tinha nenhuma comorbidade.

Prefeitura de Ouro Fino confirma que homem de 72 anos morreu por Covid-19 — Foto: Reprodução EPTVPrefeitura de Ouro Fino confirma que homem de 72 anos morreu por Covid-19 — Foto: Reprodução EPTV

Prefeitura de Ouro Fino confirma que homem de 72 anos morreu por Covid-19 — Foto: Reprodução EPTV

Segundo a assessoria da Prefeitura de Ouro Fino, João Batista Bueno filho morava na zona rural e apresentou os sintomas após uma viagem de cruzeiro no Ceará, onde estava com a esposa.

O décimo paciente é um idoso de 78 anos, natural de Pouso Alegre, no Sul de Minas. Seus sintomas apareceram no dia 24 de março, ele foi internado no dia 27, o exame confirmando positivo para a Covid-19 saiu no dia 1º de abril e ele morreu no dia 5 de abril. Ele tinha doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão arterial.

A 11ª paciente é de Belo Horizonte, uma mulher de 60 anos que já tinha neoplasia e hipertensão arterial. Seus sintomas apareceram no dia 1º de abril, ela foi internada no dia 6, já com teste positivo para a Covid-19, e morreu na manhã desta terça-feira (7).

Coronavírus: Saiba as dicas para evitar a doença

Coronavírus: Saiba as dicas para evitar a doença

A 12ª paciente é uma moradora de Paraisópolis de 88 anos que já tinha comorbidade. De acordo com a administração municipal, a paciente estava internada no Hospital Escola, em Itajubá.

A idosa morreu no último sábado (4), mas o resultado dos exames foi confirmado na tarde desta terça (7). A idosa apresentou os sintomas depois de ter contato com o filho de 53 anos, que havia testado positivo pra doença.

Ela chegou a ser internada, onde permaneceu por duas semanas em um hospital em Paraisópolis. Como ela apresentou piora nos sintomas acabou transferida pra Itajubá, onde morreu. Outra morte suspeita na cidade continua em investigação na cidade.

A 13ª paciente é de Belo Horizonte: uma idosa de 92 anos que não tinha doença prévia conhecida.

E o 14º paciente é um homem de 59 anos, de Varginha, no Sul de Minas, que já tinha fator de risco. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Varginha, trata-se de um homem que estava internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Regional e morreu no domingo (5). O exame que constatou Covid-19 chegou à prefeitura nesta terça (7).

De acordo com Vinício Rocha, responsável Políticas Públicas em Varginha, o paciente fazia parte do grupo de risco e tinha diabetes e doença cardiovascular. Ainda segundo ele, o homem não viajou e a suspeita é que ele tenha recebido visitas e contraído o novo coronavírus.

Professor da UFJF, José Luiz Rezende Pereira, é a primeira vítima do coronavírus em Juiz de Fora  — Foto: Alexandre Dornelas/UFJFProfessor da UFJF, José Luiz Rezende Pereira, é a primeira vítima do coronavírus em Juiz de Fora  — Foto: Alexandre Dornelas/UFJF

Professor da UFJF, José Luiz Rezende Pereira, é a primeira vítima do coronavírus em Juiz de Fora — Foto: Alexandre Dornelas/UFJF

José Luiz Rezende Pereira, de 70 anos, é a 15ª vítima da doença no estado. Ele era professor da Faculdade de Engenharia da UFJF e foi vice-reitor da instituição por dois mandatos. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a vítima tinha histórico de viagem nacional exatamente 14 dias antes do início dos sintomas. Ele possuía hipertensão arterial.

Nesta sexta-feira (10), a SES confirmou a morte de um homem de 79 anos em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Segundo a pasta, ele morreu no dia 28 de março. No mesmo boletim, foi confirmada a morte de uma mulher de 46 anos, de Divinópolis, na Região Centro-Oeste. Ela era médica e não possuía comorbidades.



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Coronavírus: Boldo melhora os sintomas do coronavírus? Não caia nessa!


Em meio à maior pandemia das últimas décadas, todo mundo está atrás de uma cura ou de uma vacina capaz de conter o avanço da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Entre as diversas tentativas e experiências, tem gente que, seja com boa vontade ou com segundas intenções nada louváveis, começa a compartilhar vídeos cheios de notícias falsas pela internet. E um dos últimos exemplos tem a ver com a folha de boldo.

Em um vídeo, um homem chamado Alexandre, que diz ser de São José dos Campos (SP), relata que esteve no Rio de Janeiro, onde se infectou com o coronavírus. Depois, passou a enfermidade para a sua família. 

Alexandre conta que recebeu o diagnóstico e passou por postos de saúde próximos de sua casa, onde teria utilizado remédios para gripe comuns, que nada resolveram sua situação. E aí vem a grande descoberta dele: “A única coisa que estou tomando que deu resultado no primeiro gole foi isso daqui: uma folha de boldo. Qualquer lugar tem isso daqui. Foi a única coisa que cortou todos os sintomas do coronavírus para mim e minha esposa…”.

Os benefícios do boldo

Como ele mesmo diz, o boldo é uma planta que a gente encontra em tudo que é canto. Há duas versões principais: o boldo-da-terra (Plectranthus barbatus) e o boldo-do-chile (Peumus boldus). A primeira tem folhas maiores e largas e é comum no Brasil. A segunda é mais pequenina e aparece nos sachês de chás vendidos em supermercados e lojas de produtos naturais.

Ambas possuem propriedades terapêuticas e são prescritas para tratar males gastrointestinais. Mas é preciso cuidado: não são raros os casos de intoxicação, interação medicamentosa ou outros efeitos colaterais da pesada. Em gestantes, por exemplo, o boldo pode prejudicar o bebê, principalmente nos primeiros meses de desenvolvimento. 

De volta ao coronavírus 

O vídeo traz uma sucessão de mancadas. Primeiro, é estranho pensar que o Alexandre recebeu remédio para gripe se ele tinha Covid-19 confirmada. Atualmente, não existe nenhuma droga com eficácia comprovada contra o coronavírus, apesar de algumas serem utilizadas em caráter experimental.

Para os casos confirmados que estão com sintomas leves (o que parece ser o caso dele, já que está em casa), os médicos costumam indicar o básico: hidratação, repouso e um comprimido para baixar a febre ou aliviar a dor. Nesse contexto, não faria nenhum sentido usar medicações que combatem o vírus influenza, o causador da gripe. 

Mas aí vem o ponto mais preocupante do vídeo: indicar qualquer tipo de terapia de forma generalizada, sem nenhum critério, é perigoso demais. E se uma mulher grávida resolve seguir a recomendação do Alexandre e tomar um chá de boldo? Quem vai se responsabilizar se ela tiver um aborto espontâneo ou o filho nascer com alguma doença? 

O caminho para comprovar a eficácia de um tratamento contra o coronavírus

Para que qualquer substância vire remédio contra uma doença, ela precisa passar pelo crivo da ciência. Isso envolve realizar testes com células na bancada de laboratório. Se os resultados forem bons, a próxima etapa são estudos com animais. A resposta foi promissora na cobaias? É aí que começam as pesquisas com seres humanos, divididas em ao menos três etapas, que incluem milhares de voluntários.

Vamos ver, então, se o uso do boldo contra o coronavírus está em alguma parte desse rito científico. Para isso, visitamos os sites PubMed, que reúne praticamente a totalidade dos estudos publicados no mundo, e o ClinicalTrials.Gov, que mantém o registro de todos os testes clínicos com novos candidatos a medicamentos. Usamos na pesquisa os termos “boldo”, “boldo-do-chile”, “boldo-da-terra”, “Plectranthus barbatus”, “Peumus boldus” mais as palavras “coronavírus”, “Sars-CoV-2” (nome oficial do agente infeccioso) ou Covid-19.

Nos dois grandes portais, não foi encontrado qualquer resultado que relacionasse essa planta com o vírus que provoca a pandemia atual. Na prática, isso significa que não existe nenhum grupo de cientistas do mundo pesquisando o tema no momento, com resultados que encorajem o uso do boldo como remédio para a Covid-19.

Teorias da conspiração

Quase no final do vídeo, Alexandre comete outro erro grave e preocupante: “Isso não é uma gripe. É uma bactéria feita em laboratório”. A primeira frase até está correta: a Covid-19 não tem nada a ver com a gripe mesmo, pois são doenças causadas por vírus diferentes. 

Mas o que chama atenção é a segunda frase: como o próprio nome diz, o coronavírus é um vírus, não uma bactéria. E já está provado pela ciência de que esse agente infeccioso não foi fabricado em laboratório, como dizem as teorias da conspiração. Ele é originário dos morcegos e sofreu uma mutação que permitiu que ele pulasse para nossa espécie e fosse transmissível entre seres humanos.

Então, o que devo fazer se receber esse conteúdo?

Caso alguém encaminhe esse vídeo para você, a primeira coisa é não compartilhar com ninguém. Assim, evita que a história siga adiante e prejudique mais gente. Se puder, converse numa boa com a pessoa que te mandou a informação e explique pra ela todas as mentiras que estão por trás da fala do Alexandre. O link desta reportagem pode ajudar a reforçar seus argumentos.



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Thu Ming

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Fonte: https://vn.linkedin.com/in/thu-ming-2a94ab1a6

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Prefeito de Almenara confirma primeiro caso positivo de Covid-19 na cidade | Vales de Minas Gerais


O prefeito de Almenara, Ademir Gobira (PSD), divulgou na noite desta quinta-feira (9) o primeiro caso positivo de Covid-19 na cidade. O paciente é um homem, de idade não divulgada, que está em casa e não apresenta quadro grave. O caso ainda não consta no Boletim Epidemiológico do Estado.

A informação foi divulgada em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, na qual o prefeito comentou ainda sobre os números da Covid-19 em Almenara: foram 35 notificações de casos suspeitos, sendo 4 descartadas e uma confirmação.

Ainda de acordo com o prefeito, dentre os casos notificados, apenas nos quatro casos que foram descartados houve coleta de material para realização de exame em Belo Horizonte. Não foram coletadas amostras dos demais pacientes devido à mudança de protocolo nas notificações.

No entanto, o município conseguiu dois testes rápidos, certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que foram utilizados em dois pacientes do município, um deles hospitalizado, outro em casa. O teste do paciente hospitalizado deu negativo, já o do outro paciente deu positivo.

“O paciente vai continuar em quarentena, sendo acompanhado, e o material foi enviado para Belo Horizonte para fazer contraprova, para confirmar mesmo se é positivo ou não. É um teste sério, aprovado, há grandes possibilidades que seja confirmado”, informou o chefe do Executivo.

Diante da situação, o prefeito pediu à população que cumpra as recomendações de prevenção contra o Covid-19, reafirmando a necessidade de isolamento social.

“É importante que a população seja informada, não haja pânico, mas saiba da seriedade. A gente precisa ter muito mais responsabilidade que estamos tendo. As pessoas não têm entendido a gravidade desse problema. Vamos aproveitar o feriado e cumprir rigorosamente o nosso isolamento social, sair na rua só em extrema necessidade”, alertou.



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Número de casos de coronavírus no ES sobe para 300 | Espírito Santo


Os 27 novos casos registrados nesta quinta-feira (9) são dos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, São Mateus, Linhares, Ibiraçu e Colatina.

Dos casos confirmados, 41 pacientes já estão curados, 202 estão em isolamento residencial e 50 estão internados, sendo 33 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Outros 1.520 casos já foram descartados e 1.063 ainda estão sendo investigados.



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Taubaté confirma mais dois casos de Covid-19 na cidade e chega a nove registros | Vale do Paraíba e Região


A informação é da secretaria municipal de saúde. Os dois casos reportados ainda não constavam na lista dos governos estadual e federal nesta quinta-feira.

Os novos casos são de dois homens, com idades de 30 anos e 33 anos, que estavam trabalhando em obras no Paraná. De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Taubaté, eles passam bem e estão em isolamento em casa.

Taubaté teve uma morte confirmada por Covid-19 e investiga cinco óbitos. São 21 pessoas internadas com suspeita da doença e outros 97 casos em análise.



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RS registra 636 casos de coronavírus; doença está em 77 cidades do estado | Rio Grande do Sul


A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul divulgou no boletim diário desta quinta-feira (9) que o número de pacientes com Covid-19 no estado subiu para 636. Há registros do vírus em 77 municípios. Bom Retiro do Sul, no Vale do Taquari, apresenta o primeiro caso de coronavírus na cidade.

Veja a lista dos novos casos

  • Porto Alegre (2 casos)
  • Bom Retiro do Sul
  • Cachoeirinha (2)
  • Canoas
  • Caxias do Sul
  • Encantado
  • Gravataí (2)
  • Lajeado (2)
  • Novo Hamburgo
  • Passo Fundo (2)
  • São Leopoldo (2)
  • Taquari (3)

Segundo a SES, Porto Alegre teve dois casos excluídos por duplicidade pois já eram contabilizados por outras cidades.

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado na tarde de quinta (9), aponta 17.857 casos confirmados e 941 mortes no Brasil.

O RS registra 14 mortes: seis em Porto Alegre, duas em Novo Hamburgo, duas em Passo Fundo, uma em São Leopoldo, uma em Marau, uma em Alvorada e uma em Ivoti. A última registrada trata-se de um idoso, de 66 anos, morador de São Leopoldo, que era diabético.

Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença — Foto: Foto: Infografia/G1

Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença — Foto: Foto: Infografia/G1





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Nos EUA a CoViD-19 mata mais negros do que brancos. Por que?


A forte desigualdade social e econômica, bem como a difusão de patologias pregressas, fazem com que a CoViD19 seja com frequência letal para muitos afro-americanos. “Pacientes primeiro, depois o lucro”, dizem os cartazes de manifestantes afro-americanos que protestam contra a saúde pública nos Estados Unidos.


Por: Equipe Oásis

Com cerca de 500 mil infectados no momento em que esta matéria foi produzida (em 9/04), os Estados Unidos chegam ao primeiro lugar no mundo em número de casos de CoViD-19, superando largamente a Espanha (cerca de 150 mil) e a Itália (cerca de 140 mil).

Garoto afro-americano desinfeta as mãos com álcool

Nos Estados Unidos, a porcentagem de negros norte-americanos mortos por causa da CoViD19 é muito alta. 

Analisando os cerca de 14 mil motos nos Estados Unidos, um dado salta aos olhos: em diversos estados e cidades a maior parte das vítimas fatais são de etnia afro-americana. Em Chicago, por exemplo, 69% dos mortos são de pele negra. Essas porcentagens são inesperadas, considerando-se que apenas 30% da população dessa cidade pertence a essa etnia. Também na Louisiana mais de 7 mortos de cada dez também são afro-americanos (e estes últimos representam apenas 32% da população total do estado). No condado de Milwaukee, onde os cidadãos negros constituem 27% da população, os afro-americanos vítimas da CoViD19 são 81% do total!

Tabela da organização Statista

Em azul, no dia 6 de abril, a porcentagem de afro-americanos por cidade/estado; em vermelho, a porcentagem de afro-americanos por totalidade de mortos pela CoViD-19.

Dinheiro e saúde

Os motivos pelos quais os cidadãos afro-americanos morrem mais por CoViD-19 do que os cidadãos brancos são diversos. O primeiro deles – e provavelmente o principal – é o fato de que muitas comunidades negras norte-americanas, por não poderem pagar, não possuem acesso aos serviços de saúde pública (que nos Estados Unidos são privados). Assim sendo, essas pessoas ao serem infectadas não recebem serviços de cura e acabam falecendo em suas próprias casas.

Para exacerbar a situação estariam contribuindo também patologias preexistentes: em Nova Orleans, por exemplo, quase 60% da população é afro-americana, e nelas as taxas de obesidade e de hipertensão são muito superiores à média nacional. Também em Chicago a situação é similar: aqui os afro-americanos sofrem com frequência de diabete e de patologias cardíacas e respiratórias.

Trabalha, trabalha negro!

Nessas localidades, mas de modo geral em todo o território dos Estados Unidos, os afro-americanos desempenham trabalhos e profissões que não podem ser feitos a partir de suas casas (homework) neste período de confinamento quase geral. Assim sendo, locomover-se com meios públicos e entrar todos os dias em contato com um grande número de pessoas os expõem a ulteriores riscos. De modo geral, os profissionais que desfrutam de melhor situação de vida (quase sempre a população branca) podem evitar esse risco fazendo recurso ao trabalho em casa.

Conclui-se, portanto, que na base dessa taxa de mortalidade estranhamente alta da população afro-americana existe uma forte desigualdade social e econômica, que na presente situação se faz sentir como nunca antes. Também nos Estados Unidos, como em outros países, costuma-se dizer que “dinheiro não traz felicidade” e não evita a morte. Mas a verdade é que, em tempos de pandemia, nos Estados Unidos possuir uma carteira recheada permite o acesso a um melhor seguro de saúde e, portanto, a uma maior possibilidade de vencer a CoViD-19.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247.Saiba mais.



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Número de mortes por coronavírus sobe para 17 na Baixada Santista; região soma 212 casos da doença | Mais Saúde


Os municípios da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, confirmaram novos casos positivos para o novo coronavírus nesta quarta-feira (8). No total, são 219 casos confirmados da Covid-19, doença causada pelo vírus, 1.515 casos suspeitos e mais de de 200 pacientes internados em hospitais da região que também conta com 17 óbitos pela doença confirmados, e outras 71 mortes sob investigação.

Santos informou, na tarde desta quinta, que o número de casos confirmados de Covid-19 aumentou 12% em 24 horas. A Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep) do Município recebeu 18 resultados positivos da doença em moradores da cidade, somando 169 casos confirmados entre residentes. A cidade registra dez mortes pela doença.

A Prefeitura de Praia Grande divulgou na tarde desta quinta que duas mortes foram confirmadas. A cidade também teve aumento no número de pacientes com Covid-19, que subiu para 24 casos confirmados, sendo seis mortes. A cidade registrou as primeiras mortes causadas pelo novo coronavírus da Baixada Santista.

A Secretaria da Saúde de São Vicente confirmou na tarde de quarta-feira (8) o oitavo caso confirmado de coronavírus na cidade. O paciente é um homem de 56 anos, morador no bairro Itararé e que atua no setor portuário. De acordo com a secretaria, o paciente está em isolamento domiciliar. As outras sete pessoas com a Covid-19 também se encontram na mesma condição. Quatro delas são profissionais de saúde da cidade.

Guarujá permanece com sete casos confirmados da doença de acordo com o último boletim divulgado nesta quinta.Todos os sete pacientes permanecem em isolamento domiciliar. A secretaria de saúde descartou um óbito nesta quinta, somando 11 investigados. Ainda não há confirmação de mortes por conta do novo coronavírus na cidade.

A Prefeitura de Peruíbe informou que registrou cinco casos confirmados do novo coronavírus. Os pacientes testaram positivo para Covid-19, mas não foram divulgadas informações sobre os pacientes.

Mongaguá confirmou a primeira morte pela Covid-19 na tarde de terça-feira (7). De acordo com a prefeitura, a cidade passa a contabilizar um caso confirmado, de um homem, de 73 anos, que fazia parte dos óbitos investigados.

Cubatão confirmou que dois pacientes testaram positivo para o novo coronavírus na cidade, na tarde da última quinta-feira (2). O exame foi feito em laboratório particular e aguarda contraprova do Instituto Adolfo Lutz, que fica em São Paulo e é referência estadual.

Itanhaém registra três pacientes com a doença. A cidade também informou que investiga dois óbitos de pacientes com suspeita.

  • Santos: 471 casos suspeitos. Destes, 111 pacientes estão internados, sendo 32 em UTIs;
  • Guarujá: 304 casos suspeitos. Destes, 27 pacientes estão internados, sendo 14 em UTIs;
  • Praia Grande: 340 casos suspeitos. 31 pacientes estão internados, sendo sete deles em UTIs;
  • São Vicente: 125 casos suspeitos. Dezessete pacientes estão internados, sendo nove em UTIs;
  • Peruíbe: 41 casos suspeitos. Seis pacientes estão internados, sendo três em UTIs;
  • Bertioga: 52 casos suspeitos. Um paciente está internado em UTI;;
  • Cubatão: 90 casos suspeitos. 20 pacientes estão internados, sendo três em UTIs;
  • Itanhaém: 70 casos suspeitos. Sete pacientes estão internados, sendo três em UTIs;
  • Mongaguá: 22 casos suspeitos. Quatro pacientes estão internados.

A Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep) de Santos informou que investiga 32 óbitos de residentes da cidade por Covid-19. Cubatão informa que investiga a morte de um residente da cidade suspeito de ter contraído a doença. O homem tinha 61 anos e foi atendido na UPA do Jardim Casqueiro no dia 31 de março.

São Vicente também informou que investiga sete mortes de moradores da cidade. Peruíbe divulgou, em nota, que aguarda resultado de exame de cinco pacientes que morreram com sintomas da doença.

Duas mortes são investigadas por Itanhaém, um dos pacientes é um homem de 73 anos, e outras duas em Mongaguá e Bertioga. Guarujá também investiga onze mortes, dentre eles homens de 30, 38, 75, 69, 38 e 80 anos, e uma mulher de 52 anos. A Prefeitura de Praia Grande divulgou que investiga sete óbitos.

Todas as mortes estão sendo investigadas por equipes das vigilâncias epidemiológicas das cidades, que aguardam o resultado dos exames enviados ao Instituto Adolfo Lutz.

Dicas de prevenção contra o coronavírus  — Foto: Arte/G1

Dicas de prevenção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1



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Alagoas mantém número de casos confirmados de Covid-19, mas crescem casos suspeitos | Alagoas


Em todo o estado, testaram positivo para o novo coronavírus 37 pacientes e 3 deles faleceram. Todos os óbitos aconteceram em Maceió.

Os casos confirmados são de Maceió (27), Marechal Deodoro (2), Palmeira dos Índios (1) e Porto Real do Colégio (1). Há ainda os casos de turistas que testaram positivo na capital alagoana, mas são de São Paulo (2), Rio de Janeiro (2) e Brasília (2).

11 pacientes já estão curados da doença, segundo a secretaria.

Os municípios alagoanos que tiveram aumento de casos suspeitos foram Maceió, Palmeira dos e Barra de São Miguel. Outros dois municípios, Santana do Mundaú e São Sebastião, não tinham casos em investigação no boletim anterior, mas agora aparecem na relação com um caso suspeito cada um.



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