A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 859 óbitos, uma variação de -13% em relação aos dados registrados em 14 dias. A média móvel de casos foi de 39.802 por dia, uma variação de -4% em relação aos casos registrados em 14 dias.

A Covid-19 já provocou mortes em 4.182 dos 5.570 municípios do país, mostra o Mapa do Coronavírus – levantamento exclusivo feito pelo G1. São Paulo está no topo do ranking, com mais de 11 mil mortes. Veja a situação da doença na sua cidade.

Em todo o mundo, os três países com mais mortes são: Estados Unidos (184,5 mil), Brasil (122,6 mil) e Índia (66 mil).

Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19

Abaixo, o G1 reúne as principais notícias do dia sobre coronavírus:

O governo brasileiro pode obrigar a população a se vacinar?

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (31), que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”. A frase foi repetida nesta terça (1º) em post feito pela Secretaria de Comunicação do governo nas redes sociais. Mas a afirmação é #FAKE.

O governo pode, sim, obrigar os cidadãos a se vacinarem contra a Covid-19 assim que o imunizante estiver pronto e aprovado.

Tanto é que uma lei assinada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro no dia 6 de fevereiro já abre essa possibilidade. A lei 13.979 diz que poderá ser adotada para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus “a realização compulsória de vacinação e outras medidas profiláticas”.

Peça publicitária do governo repete fala de Bolsonaro contra obrigatoriedade de vacinas

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Covid-19 pode ser considerada doença de trabalho?

Durou um dia a inclusão da Covid-19 dentro da Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), pelo Ministério da Saúde. A medida estava em uma portaria publicada na terça-feira (1º) — que foi invalidada por outra portaria, publicada nesta quarta (2).

Sem essa classificação, volta a valer o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Em abril, a Corte já havia definido que os casos de contaminação de trabalhadores pelo novo coronavírus poderiam ser enquadrados como doença ocupacional. No entanto, esse reconhecimento não é automático. O funcionário precisa passar por perícia no INSS e comprovar que adquiriu a doença no trabalho.

Se a portaria estivesse em vigor, ao pedir afastamento ao INSS, o médico poderia considerar que se tratava de doença do trabalho, sem necessidade de prova. E caberia, então, à empresa, provar o contrário.

Imagem microscópica de partículas de coronavírus — Foto: NIAID-RML via AP

Playlist: perguntas e respostas sobre o coronavírus



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