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Ao todo, 61 trabalhadores da plataforma petrolífera localizada no litoral de Marataízes, no Sul do Espírito Santo, foram contaminados pelo novo coronavírus (Covid-19). Entre eles estão oito capixabas.

As informações sobre o número total de infectados foram obtidas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) do Espírito Santo, que investiga o caso, após a realização de testes da doença pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com o MPT, foram testados um total de 77 funcionários. Além das 61 confirmações da doença, outros nove testes deram negativo, seis foram inconclusivos e um ainda está pendente.

Inicialmente, a informação passada pela Petrobras à Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) era de que 53 trabalhadores testaram positivo para a doença. Já a Agência Nacional de Petróleo (ANP) afirmava que eram 34 casos confirmados.

Capixabas estão sendo monitorados

A Secretaria de Saúde confirmou que oito funcionários capixabas da empresa SMB Offshore, que opera a plataforma no Sul do ES, estão entre os trabalhadores que testaram positivo para a doença. Eles encontram-se em quarentena em hotel localizado na Grande Vitória.

Os funcionários são moradores dos municípios de Anchieta, Guarapari, São Mateus, Serra e Vitória. Anteriormente, cinco deles haviam testado positivo, mas, ao longo desta semana, três novos exames foram confirmados.

“Os profissionais estão recebendo toda atenção clínica, sendo monitorados presencialmente por uma enfermeira e com atendimento médico via vídeo. Ao terminarem a quarentena de 14 dias e ficarem assintomáticos, serão liberados para casa. No momento, eles estão em quartos separados e fazem as refeições nos quartos. O hotel reservou dois andares exclusivos para eles”, informou o coordenador do Centro de Informações Estratégicas e Respostas em Vigilância em Saúde (CIEVS), Gilton Almada.

Nesta semana, o MPT, em Cachoeiro de Itapemirim, realizou uma audiência de investigação da contaminação de trabalhadores na plataforma operada pela SBM Offshore, a FPSO Capixaba.

A empresa holandesa informou que na plataforma existe um ambulatório com um profissional para atendimento, porém sem equipamentos, como respiradores. Além disso, 23 trabalhadores permanecem embarcados para garantir a segurança operacional da unidade, mesmo que ela esteja parcialmente desativada e sem Cartão de Segurança de tripulação (CTS) completo.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (17), o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, afirmou que a plataforma capixaba, que está com as atividades paralisadas desde o dia 10 de abril, deverá voltar a funcionar dentro de dez dias.

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